Poemas Traduzidos XCIII – Adriano Nunes

Hoje lendo “Aparente quietude..”, poema de Emilio Prados em tradução de Adriano Nunes. Aparente quietude… – tradução de Adriano Nunes Aparente quietude ante teus olhos, aqui, a ferida – sem alheios limites -, É o fiel do teu equilíbrio estável. A ferida é tua, o corpo em que está aberta é teu, teso e lívido até. Vem, toca, baixa, mais perto. Não vês tua origem entrando por teus olhos a esta parte contrária da vida? Que tens achado? O que não seja teu em permanência? Atira a tua adaga e teus sentidos. Dentro de ti engendra o que tens dado, fora teu e sempre é ação contínua. Tal ferida é testemunha: sem mortos. Aparente quietud… – Emilio Prados Aparente quietud ante tus ojos, aquí, esta herida...

Leia Mais

Estranhezas, poema de Carmen Silvia Presotto. A fotografia é de Izabel Demarchi!

Um poema para iniciar a semana… Estranhezas Um dia recorta meu nome Palavras sem começo sem fim sem homem sem mulher artigo no silêncio, sombra desaforada toco um verbo ouço rastros Palavro e me refaço milagres… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas A fotografia é de Izabel...

Leia Mais

Poema, por Carmen Silvia Presotto

Um sopro ao anoitecer… POEMA do abismo ao topo EU bem posto? – poesia! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas, lendo Elke Lubitz. A Arte é de Ive Marques Soares!

Leia Mais

O encouraçado joão-de-barro, poema de Lou Albergaria

A poesia é nosso voo diário, dia a dia no fundo do SER a busca do poema. Bom que estejas aqui, gracias pelo poema enviado e bom final de semana Lou. Seguimos! O ENCOURAÇADO JOÃO-DE-BARRO São lutas o que a hóstia desfere na crua carne feito lâminas. O dia partido em fomes. Seis pequenas refeições garantem a máxima escala da produção. E, no fim, resta o cansaço. Algumas moedas esquecidas no fundo do couro; e dentro do couro um pé, um coração um poema, a única parte que ainda sente vontade de prosseguir. Poema de Lou Albergaria, inédito ao Vidráguas. Lou Albergaria, poeta, autora de O Cogumelo que nasceu na bosta profana, que amo ler e esparramar e que escreve, diariamente no StriPalavras! A Arte é de Luiza Maciel...

Leia Mais

Ventilador de Ideias por Tânia Du Bois

Ventilador de Ideias por Tânia Du Bois É absolutamente fascinante mergulhar nas obras literárias e encontrar poetas que misturam suas sensibilidades como se fosse um ventilador a misturar os ares, espalhando ideias e palavras em sensação de prazer. Assim, delicio-me com a poesia e suas divergências expostas como pano de fundo que, conforme Orides Fontela, “tecem-se tempos para um só ato infindo”. A ousadia e o brilhantismo dos poetas me levam a espalhar suas palavras; e sempre surge a pergunta como desafio, “onde você leu isto ou aquilo?” Logo constato a energia investida por mim e mostro que os livros cobrem grande variedade de autores/obras, como um ventilador de ideias que conduz o leitor a abrir cada página. Leio os poemas e esmiúço as...

Leia Mais

Poemas Traduzidos XCII – Adriano Nunes

Hoje lendo “Tiny Feet” um poema de Nathalie Handal, traduzido por Adriano Nunes! Pés pequenos – Tradução de Adriano Nunes Uma mãe olha pra outra – um mar de pequenos corpos incinerados ou decapitados em redor delas – e interpela, Como prantear isso? Tiny Feet – Nathalie Handal Tiny Feet A mother looks at another— a sea of small bodies burnt or decapitated around them— and asks, How do we mourn this? HANDAL, Nathalie. “Three Poems for Gaza”. In____. World Literature Today. (http://www.worldliteraturetoday.org/blog/three-poems-gaza#.U9mdYYFdXVQ). July 29, 2014. Accessed on July 30, 2014. Todas semanas trago Poemas Traduzidos por Adriano Nunes ao Vidráguas, confiram mais poemas aqui:...

Leia Mais

Calma, poema de Pedro Du Bois

Lendo e esparramando a poesia de Pedro Du Bois. E vamos ler poesia! CALMA na calmaria cede espaço ao cansaço. Descansa o silêncio e se desentende em ritos descontinuados. Desavenças e calçadas ressoam passos. Acalma o vento. Reclama ao vento a passagem. Impressiona o sono em ideias aleatórias de descobertas e conformismos. No dito recupera da razão o lídimo saber sobre a calma na alma despossuída. Em passos atravessa a hora e despede do gerânio a flor inacabada. Gira o Sol em retorno: o dia permanece na explosão sintética da espera. A calma na calúnia desdita arrebenta os sinos entre torres. O desafogo na morte: calma arrebatada ao espírito. Acalma o corpo ao começo. Poema inédito de Pedro Du Bois.Leiam mais poemas aqui:...

Leia Mais

Lendo, Paulo George em As sílabas do afeto

Para iniciar bem a semana, lendo Paulo George! IV Nada podeis contra o amor humano O amor de sede e de fome O amor que une os oceanos O amor sem nome dos que sonham. Podeis atirar-nos pedra Podeis atirar-nos medo Podeis dar-nos a morte Com o golpe mais vil: – E é pouco. O amor humano é soberano Possui as águas primárias Que une os homens Nos rios do mesmo sonho. GEORGE, Paulo. “PARTO DAS M’ÁGUAS “- poemas de 2009 a 2014, prefácio de Ivo Barroso. In: Sílabas do afeto. Vidráguas, Porto Alegre, 2014. p.61. Foto: Para iniciar bem a semana, lendo Paulo George....

Leia Mais

Sol para Sophia, poema de Carmen Silvia Presotto

Sol ao mundo, bom final de semana e “Fim à guerra, Stop the war”. SOL Para Sophia En la mirada el sol se desploma los niños saben que una página blanca es como la Vida todo empieza con un rayo de luz. Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A fotografia é de Ricardo Hegenbart. A arte é de Ive Marques...

Leia Mais

Um poema ao dia do Escritor: Céu letrado…

Ao dia do Escritor, um encontro e uma homenagem aos Mestres: Céu letrado! Céu Letrado Toc-toc hora do encontro prosa na porta, dos vãos, grilos e sentidos… céu letrado seresta nas frestas do SER… Céu em poesia! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A arte é de Ive Marques...

Leia Mais
Untitled Document
Home | PhotoPoemas | Clube de Leituras | Projeto Vidráguas | Publicações | YouTube | Contato

Tivemos 10.144.474 visitas desde 14/01/2009
Todos os direitos reservados. Copyright ©
Analista de Sistemas Rúbia Formigheri

Rua Francisco Ferrer, 441/507.
Rio Branco - Porto Alegre / RS
Telefone (51) 3392 3727