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	<title>Vidráguas &#187; Américo Conte</title>
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		<title>Fragmentos de ações, o corpo por Américo Conte</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 14:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fragmentos de Ações poema de Américo Conte Sem pudores e sem temores, o corpo como forma de prazer, não necessita estar acompanhado para nele despertar o ardor. Exorcizando todos os paradigmas, extraia esta essência do bem viver, e se entregue ao inebriante deleite desta conexa ferramenta de amor. Poema de Américo Conte ao Anáguas&#8230; Américo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fragmentos de Ações<br />
poema de Américo Conte<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/anáguas-Vidráguas-Ilys-Raschap2.jpg" rel="lightbox[13049]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/anáguas-Vidráguas-Ilys-Raschap2-300x233.jpg" alt="" title="anáguas-Vidráguas-Ilya-Rashap" width="300" height="233" class="alignnone size-medium wp-image-13051" /></a><br />
<br />
Sem pudores e sem temores,<br />
o corpo como forma de prazer,<br />
não necessita estar acompanhado<br />
para nele despertar o ardor.<br />
<br /> <br />
Exorcizando todos os paradigmas,<br />
extraia esta essência do bem viver,<br />
e se entregue ao inebriante deleite<br />
desta conexa ferramenta de amor.<br />
<br /> <br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pUaUl4XlBnE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Poema de Américo Conte ao <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas/">Anáguas</a>&#8230; Américo é Artista plástico e autor de Ilustrações de Capa em <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=postigos&#038;tipo_pesq=&#038;tipo_pesq_new_value=false&#038;tkn=0">Postigos </a>e <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=o+cogumelo+que+nasce+na+bosta+da+vaca+profana&#038;tipo_pesq=&#038;tipo_pesq_new_value=false&#038;tkn=0">O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana</a>, além de tantos outros trabalhos que temos juntos, escreve poesia e contos eróticos. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando me casei com a Poesia&#8230; conVersa de Carmen Presotto</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 20:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando me casei com a Poesia por Carmen Silvia Presotto Arte de Américo Conte Quando me casei com a poesia, não sabia o que era casamento, menos ainda poesia. abanava as tranças andava em balanços girava na gangorra inventava palavras Escutava Cecília, Bilac e Quintana em meus sábados infantis&#8230; Quando me acasalei com a poesia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me casei com a Poesia<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen_silvia_presotto1.jpg" rel="lightbox[12969]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen_silvia_presotto1-218x300.jpg" alt="" title="carmen_silvia_presotto" width="218" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12970" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Quando me casei com a poesia, não sabia o que era casamento, menos ainda poesia.<br />
<br />
abanava as tranças<br />
andava  em balanços<br />
girava na gangorra<br />
inventava palavras<br />
<br />
Escutava Cecília, Bilac e Quintana em meus sábados infantis&#8230;<br />
<br />
Quando me acasalei com a poesia, não sabia de mim, não sabia dos dias, lia a outros, buscava outras em mim e sigo meu trajeto, assim me perco, me encontro, traduzo-me&#8230;<br />
<br />
Se desejarem, aviso que é longo!, sigam o casamento poético&#8230;<br />
<span id="more-12969"></span><br />
<br />
Lia romances, biografias, jogava cartas, arrastava tamancos, inventava palavras e escrevia sonhos no ar, desenhava no mar, esculpia o vento, reanimava  um tempo duro, condensava rimas metáforas em deslocamentos cantantis com Chico, Caetano e Gil.<br />
<br />
inventava<br />
fazia estripulias<br />
andanças mil<br />
<br />
E as gangorras não voavam mais, ganharam um só giro. Ditos duros, palavras certas, metáforas cambaleantes, genialmente encavernadas, e nós dedos ululantes em fila atrás da música poesia&#8230;<br />
e nós<br />
cortamos as tranças<br />
acorrentamos os balanços<br />
<br />
Quando engravidei da Poesia,  culpei A Rosa do Povo de Drummond,  A estrela da Manhã de Bandeira, As Solombras de Cecília,  Os Baús de Quintana, O Poema Sujo de Gullar,  As Galáxias Concretas dos Campos Concretos e Semióticos de Pignatari, até porque Woolf, Plath, Maiakóviski, e tantos outros cabiam ali&#8230; e me apaixonei por Aquitânia, e os cancioneiros provincialMentes, com A Saga dos Plantagenetas de Plaidy, uma edição comprada na banca da esquina chegaram a mim&#8230;<br />
<br />
A primavera já era em Praga, os cinemas Bergaman, Allen, os Morangos de Caio me ajudavam a compreender os tempo mofados, Lispector me queima com sua Água Viva, o buquê de versos, se ampliam e aí, os cabelos podavam o que a mente não podia ainda revelar, curtinhos, ágeis, substituíram  as tranças, as borrachas dos sutiãs queimavam, os cadarços das botas se afunilavam e por sorte havia Vinícius por aqui&#8230; entre idas e vindas&#8230; foram voltando os cancioneiros, os poetas e as tranças meninas e  com elas chegaram  Sócrates, Platão, Nietzche.<br />
<br />
Chegaram Krusteva, Saussaure, e a poesia castelhana para  me soprar as  pautas de  Machado &#8230; Pessoa chega intensamente e com ele Camões e Shakespeare e com eles Duclós e uma fila de Bardos,  o meu texto virou uma gangue universal, ecos de todos os lados, e o balanço passou a ser minha ressignificação e as palavras começaram a ser escovadas, esculpidas, vestidas&#8230;Chegou Morin.<br />
<br />
Veio Picasso, veio Magritte, na caravana um cortejo de imagens. Veio Bresson, e revejo Eisenstein, abro uma História em minhas artes e o que já estava se amplia, olho pra trás e todos estavam lá desde o Jardim da Infância, no olhar que educa, que conduz, que transmite.<br />
<br />
Veio Shüler, veio Joyce e os jogos ficaram mais poéticos, veio a internet, veio o espaço e o tempo mais flexível, o sujeito impessoal, passou a ser virtual, mas que há&#8230;existe&#8230; E veio A Poesia Erótica, veio José Paulo Paes e com ele: gregos, romanos e surrealistas. Veio Whitman, Baudelaire, Rimbaud me recompondo Mallarmé, me transcrevendo de Apollinaire a Breton e Perét,  etimologias e fundamentos ao casamento.<br />
<br />
Bem, conto-lhes que hoje despertei, busquei uma aliança de diamante para reforçar o casamento poético, agora estico as tranças do tempo até aqui vivido, verto no leito em branco, renovo as núpcias com Proust,   abro meus Postigos e seguimos  em busca do tempo perdido, sim, aquele  que ainda está por vir&#8230;<br />
<br /> <br />
Quando casei com a poesia,  foi quando me amarrei de amor aos Livros. Por isso,  hoje refaço o pacto, retorno a eles, recomponho as estantes de minha vida, tiro o pó de algumas páginas, faço delas, dorso e travesseiro, debruço-me nos contemporâneos e  &#8211; me encontro com os clássicos &#8230;<br />
<br />
Rio, sim?!<br />
<br />
Imaginem vocês, fui atrás de Augusto de Campos, e cai justo em A Ira de Aquiles – Canto I da Íliada de Homero. MHNIE dele e Trajano Vieira&#8230;bem, e morto Aquiles adentramos novamente na Odisséia e a Poesia em mim, filosofa, inventa e versa e reversa e controversa e conVersa e quando me dou conta, volto à Provence, para me reencontrar com os Bardos.<br />
<br />
Então, poetas amados, feito uma evasAlma que se rebusca,  reforço o batom, rego a Amorréia, Esfolisco o transcurso e repasso o prefácio, que logo estarei repassando, porque seria injusto retê-lo, ele diz de mim, ele diz de nós, ele funda o casamento poético em Vidráguas, em Anáguas , nas redes sociais que estudamos e projetamos.<br />
<br />
No mais, podem nos prender, podem nos bater, podem  nos esfolar, lembrando Nara Leão, mas sem palavras, sem imaginação, sem língua que age, meu eu não sobrevive não &#8230; E poeticamente(s) seguimos, sigamos, no presente, que  é  o tempo da gente. Seja indicativo,  seja subjuntivo, quem seja sempre em Poesia, pois assim, em mim, um casamento mais do que  imperativo é real&#8230;.sucede.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Halloween a Drummond, um gauche na vida&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:30:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Psiu! Não se assustem, quem vê cara não vê coração, menos ainda intenções, então encham a bolsa de caraMelos e vamos lá&#8230; encantar o paraíso(rs) Halloween por Américo Conte Halloween por Américo Conte Cirandas, maçãs, abóboras e fogueiras Pedidos, desejos e vontades altaneiras Numa fervorosa festa Com o poder de sua mente, Bruxas e Sátiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu! Não se assustem, quem vê cara não vê coração, menos ainda intenções, então encham a bolsa de caraMelos e vamos lá&#8230; encantar o paraíso(rs)<br />
<br />
Halloween<br />
por Américo Conte<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bruxa.gif" rel="lightbox[12454]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bruxa-212x300.gif" alt="" title="bruxa" width="212" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12455" /></a><br />
<br />
Halloween<br />
por Américo Conte<br />
<br /> <br />
Cirandas, maçãs, abóboras e fogueiras<br />
Pedidos, desejos e vontades altaneiras<br />
Numa fervorosa festa<br />
Com o poder de sua mente,<br />
Bruxas e Sátiros os abençoarão<br />
e certamente estarão presentes.<br />
<br />
Happy Halloween!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vidráguas aos 109 anos de Carlos Drummond de Andrade, poema reEditado por Carmen Vidráguas, vivas!!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E agora, José? por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs) Arte de Américo Conte Hei! Não digam nunca não… Drummond? Cadê a minha matéria que é feita de outros? E o povo, José? Ver nada é pouco para tamanho vazio, por isso, quando a noite cai, visto-me de lua não digo não, nem nunca… Apenas, adorno-me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E agora, José?<br />
por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs)<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/charge.gif" rel="lightbox[12449]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/charge-214x300.gif" alt="" title="charge" width="214" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12450" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
Drummond?<br />
Cadê a minha matéria que é feita de outros?<br />
<br />
E o povo, José?<br />
<br />
Ver nada é pouco para tamanho vazio,<br />
por isso, quando a noite cai, visto-me de lua<br />
não digo não, nem nunca…<br />
Apenas, adorno-me para abocanhar o sol<br />
sei que nos amanheceres, nem perceberei o tilintar das moedas, nem o tempo, nem a distância.<br />
<br />
Não digo não nem nunca…<br />
Apenas, preencho brancos espaços com febris palavras.<br />
Sei que elas anestesiam lobos e cordeiros<br />
LobOdeirOS que amenesiam latentes universos<br />
Zeros covardes pulsam, mas não amortecerei a um nunca, nem a uma imagem, nem a um mundo de míseras horas…<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
Já houve um tempo<br />
já houve um verde espaço<br />
sem hipocrisias…<br />
Já houve um Norte<br />
já houve um Einstein<br />
<br />
Tempaço!<br />
<br />
E cadê nós, José?<br />
<br />
Sem alma tudo é lama ou carne petrificada…<br />
Santa Hipocrisia…<br />
Esse é o povo que me quer pura e alva?<br />
Quem são esses mortais, José?<br />
<br />
Baco<br />
Hermes<br />
Dionísicos momentos?<br />
<br />
Cálices Insanos!<br />
Marcaram-me com sangue para colher minha única brancura.<br />
E Agora derreti, sou neve no gelo, livro no ar…<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
<br />
José, querem nossas vidas, mas agora feito de povo escrevemos…<br />
<br />
psiu, e mais José agora há quem escute, e viva o dia D..rummond!!!! E também o sempre poesia&#8230;Quintana, Drummond e Scliar sorriem lá das nuvens(rs).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Vidráguas a Alarico&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/29/vidraguas-a-alarico/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 22:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
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		<category><![CDATA[poema a Alarico]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Adeus Patético e intrigado observava o teu olhar, sem perceber e sem noção de que aquele olhar era de adeus. Eu, que odeio e abomino este termo, fantasio possibilidades e cultivo esdrúxulas crenças como forma de aplacar a dor. E sobre o teu túmulo que sem alternativas cuidei, plantei muitas plantas que com lágrimas reguei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/gato-alarico1.jpg" rel="lightbox[11612]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/gato-alarico1-300x225.jpg" alt="" title="gato alarico" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-11614" /></a><br />
<br />
Adeus<br />
<br /> <br />
Patético e intrigado<br />
observava o teu olhar,<br />
sem perceber e sem noção<br />
de que aquele olhar era de adeus.<br />
<br /> <br />
Eu, que odeio e abomino este termo,<br />
fantasio possibilidades<br />
e cultivo esdrúxulas crenças<br />
como forma de aplacar a dor.<br />
<br /> <br />
E sobre o teu túmulo<br />
que sem alternativas cuidei,<br />
plantei muitas plantas<br />
que com lágrimas reguei.<br />
<br /> <br />
Florescidas com exuberância na primavera<br />
como uma possibilidade de alento.<br />
<br /> <br />
Américo Conte, em poema Homenagem para Alarico Amélio Elisabeto de Anastácio Evangelista Andrade  [+17.08.2011]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feliz dia dos amigos, poema de Américo Conte</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/07/20/feliz-dia-dos-amigos-poema-de-americo-conte/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/07/20/feliz-dia-dos-amigos-poema-de-americo-conte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 14:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
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		<category><![CDATA[dia dos amigos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Amizade Amigo, não se trata daquele indivíduo que vez ou outra esbarramos pelo caminho com abraços e promessas de contatos. Porém, aquele em que nos controversos momentos, trocamos as mãos nos mútuos auxílios em um relacionamento cuidado e cultivado pelo Amor. Poema de Américo Conte ~~::Feliz dia do Amigo!::~~]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amizade<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mãos002.jpg" rel="lightbox[11219]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mãos002-300x220.jpg" alt="" title="mãos002" width="448" height="336" class="alignnone size-medium wp-image-11220" /></a><br />
<br /> <br />
Amigo, não se trata daquele indivíduo<br />
que vez ou outra esbarramos pelo caminho<br />
com abraços e promessas de contatos.<br />
<br /> <br />
Porém, aquele em que nos controversos momentos,<br />
trocamos as mãos nos mútuos auxílios<br />
em um relacionamento cuidado e cultivado pelo Amor.<br />
<br /> <br />
Poema de Américo Conte<br />
<br /> <br />
~~::Feliz dia do Amigo!::~~</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>feliz Páscoa Vidráguas e&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/04/22/feliz-pascoa-vidraguas-e/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 16:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
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		<category><![CDATA[Feliz Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo que o fim esteja plantado Regamos algumas sementes Olhem! Começou a desfolhar as margaridas! Arte de Américo Conte Feliz Páscoa, um feriado doce , um beijo verseado a todos que aqui reversam e domingo retornamos com os poemas enRedados. Gracias por já sermos mais e melhores, seguimos!!! Carmen Vidráguas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo que o fim esteja plantado<br />
Regamos algumas sementes<br />
<br />
Olhem!<br />
Começou a desfolhar as margaridas!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/feliz_pascoa_vidraguas1.jpg" rel="lightbox[9641]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/feliz_pascoa_vidraguas1.jpg" alt="" title="feliz_pascoa_vidraguas1" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9674" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Feliz Páscoa, um feriado doce , um beijo verseado a todos que aqui reversam e domingo retornamos com os poemas enRedados.<br />
<br />
Gracias por já sermos mais e melhores, seguimos!!!<br />
<br />
Carmen Vidráguas!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>equinócio de março, chegando o outono&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 03:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[equinócio de março]]></category>
		<category><![CDATA[outono 2011]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Equinócio de Março Folhas levadas ao vento como panfletos coloridos, nos trazem mensagens do tempo sem que ninguém lhes de atenção. Mananciais cobrem as calçadas, cruzam muros e quintais desafiando olhares distraídos, repletos de semiologias outonais. Poema de Américo Conte, 20 março 2011, às 20h 21 min.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/outono20111.jpg" rel="lightbox[9269]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/outono20111.jpg" alt="" title="outono2011" width="375" height="474" class="alignnone size-full wp-image-9271" /></a><br />
<br />
Equinócio de Março<br />
<br />
Folhas levadas ao vento<br />
como panfletos coloridos,<br />
nos trazem mensagens do tempo<br />
sem que ninguém lhes de atenção.<br />
<br />
Mananciais cobrem as calçadas,<br />
cruzam muros e quintais<br />
desafiando olhares distraídos,<br />
repletos de semiologias outonais.<br />
<br />
Poema de Américo Conte, 20 março 2011, às 20h 21 min.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>carambolices, é Carnaval</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2011 14:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Anjo Palhaço &#8211; Autor:DDiArte Carambolices Engraçado o Carnaval: Nos fantasiamos e expomos o que durante todo o ano somos. Data esta em que ninguém se choca nos agride ou nos estranha. E tudo vira divertimento comemoração e é natural. Saudações com confetes e serpentinas em meio a desfraldadas bandeiras onde você pode ser o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pal.jpg" rel="lightbox[9121]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pal.jpg" alt="" title="Pal" width="326" height="448" class="alignnone size-full wp-image-9122" /></a><br />
Foto: Anjo  Palhaço  &#8211;  Autor:DDiArte<br />
<br /> <br />
Carambolices<br />
<br />
Engraçado o Carnaval:<br />
Nos fantasiamos e expomos<br />
o que durante todo o ano somos.<br />
<br />
Data esta em que ninguém se choca<br />
nos agride ou nos estranha.<br />
<br />
E tudo vira divertimento<br />
comemoração  e é natural.<br />
<br />
Saudações com confetes e serpentinas<br />
em meio a desfraldadas bandeiras<br />
onde você pode ser o que é<br />
e a alma se regozija.<br />
<br />
Poema de Américo Conte</p>
]]></content:encoded>
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		<title>desejos, poema Anáguas</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 14:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[desejos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia erótica]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Desejos Perdi o sono e a fome também. E, por mais que me esforce não consigo deixar de pensar em você. Nos meus sonhos e fantasias você está sempre presente, contaminando a minha mente a ponto de idealizar um sequestro de amor. Porém meu coração afirma que assim não tem valor. E então imagino e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desejos<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/suplica.jpg" rel="lightbox[8520]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/suplica.jpg" alt="" title="suplica" width="448" height="305" class="alignnone size-full wp-image-8521" /></a><br />
<br />
Perdi o sono<br />
e a fome também.<br />
<br /> <br />
E, por mais que me esforce<br />
não consigo deixar<br />
de pensar em você.<br />
<br /> <br />
Nos meus sonhos e fantasias<br />
você está sempre presente,<br />
contaminando a minha mente<br />
a ponto de idealizar<br />
um sequestro de amor.<br />
<br /> <br />
Porém meu coração afirma<br />
que assim não tem valor.<br />
<br /> <br />
E então imagino e procuro<br />
formas de lhe conquistar,<br />
compilando Deuses<br />
que possam me auxiliar.<br />
<br /> <br />
Enlouqueço meu desejo<br />
de esperanças vãs,<br />
e atordoado, tenho medo<br />
de cometer um desatino.<br />
<br /> <br />
E amaldiçoo destinos<br />
ou seja lá o que for,<br />
que me impingem a dor<br />
de lhe ver e não lhe ter.<br />
<br />
Poema de Américo Conte</p>
]]></content:encoded>
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