﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vidráguas &#187; Américo Conte</title>
	<atom:link href="http://vidraguas.com.br/wordpress/tag/americo-conte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://vidraguas.com.br/wordpress</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 May 2012 21:17:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>Voo de um pássaro poema de Carmen Silvia Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/15/voo-de-um-passaro-poema-de-carmen-silvia-presotto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/15/voo-de-um-passaro-poema-de-carmen-silvia-presotto/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 16:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[asas poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[pássaros]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[voos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=14654</guid>
		<description><![CDATA[Voos de um pássaro Que céu! Radiante imenso.. Sem obstáculos, deslizo longe. As nuvens sumiram, mas os ventos podem trazê-las logo. Vou me agilizar e esbaldar em alongamentos. Brincarei na horizontal até não aguentar. Cansei das árvores. Ah esses tempos indefinidos tentam me aprisionar. Buscarei bons tempos&#8230; Não quero atrofiar minhas asas. Nossa! Estou trágico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voos de um pássaro<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/avepássaro.jpg" rel="lightbox[14654]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/avepássaro-300x214.jpg" alt="" title="ave!pássaro- Vidráguas!" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-14655" /></a><br />
<br />
Que céu!<br />
Radiante imenso..<br />
Sem obstáculos, deslizo longe.<br />
As nuvens sumiram, mas os ventos podem trazê-las logo.<br />
Vou me agilizar e esbaldar em alongamentos.<br />
Brincarei na horizontal até não aguentar.<br />
Cansei das árvores.<br />
<br />
Ah esses tempos indefinidos tentam me aprisionar.<br />
Buscarei bons tempos&#8230;<br />
Não quero atrofiar minhas asas.<br />
Nossa! Estou trágico para um pássaro.<br />
Urubu? Corvo?<br />
- Carniceiros e vingativos -<br />
Bem-te-vis?<br />
- amigos e poetas -<br />
E eu tão lindo, tão lindo, liiiindo!<br />
<br />
Eis o perigo!<br />
Nunca caçam as bruxas feias.<br />
Não! Para coleções só querem as borboletas feiticeiras.<br />
<br />
Ah! Por falar em beleza&#8230;<br />
Vou dar uma rasante ao lago, mirar o visual e me alegrar!<br />
Narciso, sim, mas que fazer?<br />
Se sou tão belo&#8230;<br />
VoaaaaaAndo chego à margem,<br />
reflito na estonteante imagem e me banho.<br />
Inspirado retorno para dar brilho ao sooool.<br />
E, epa!<br />
VoltaaaAndo&#8230;<br />
Ainda sobrarm alguns.<br />
Malditos jurássicos bodoques!<br />
E, não fosse eu, o maravilhoso filho da coruja<br />
Voaria liiiivre<br />
&#8230;lindo<br />
e SOoooLto!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, Dobras do tempo, Vidráguas!<br />
<br />
A Arte é de Américo Conte!<br />
<br />
Hey, moral da história(rs), voar é com pássaros e  poetas, asas de pleno vooooos&#8230; e um feliz domingo a todos que por aqui chegarem!! </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/15/voo-de-um-passaro-poema-de-carmen-silvia-presotto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Feliz Páscoa, Vidráguas!!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/08/feliz-pascoa-vidraguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/08/feliz-pascoa-vidraguas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 15:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Feliz Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=14566</guid>
		<description><![CDATA[Inebrie-se com a Páscoa poema de Américo Conte* Coelhinho pimpolho Querido fofinho A páscoa não tem graça Sem o teu charmoso jeitinho. Tuas graciosas formas Me entristece um pouquinho, E a brevidade das festas Dissolvemos em teu ninho. *Américo Conte é poeta e Artista Plástico e obrigada Américo e Mauro pelo envio deste poema e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inebrie-se com a Páscoa<br />
poema de Américo Conte*<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/17.jpg" rel="lightbox[14566]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/17-300x239.jpg" alt="" title="1" width="300" height="239" class="alignnone size-medium wp-image-14567" /></a><br />
<br /> <br />
Coelhinho pimpolho<br />
Querido fofinho<br />
A páscoa não tem graça<br />
Sem o teu charmoso jeitinho.<br />
<br /> <br />
Tuas graciosas formas<br />
Me entristece um pouquinho,<br />
E a brevidade das festas<br />
Dissolvemos em teu ninho.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/a8mxigD9TAc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
*Américo Conte é poeta e Artista Plástico e obrigada Américo e Mauro pelo envio deste poema e por nos recordarem da criança que temos em nós, um eterno renascimento sempre&#8230;<br />
<br />
Feliz Páscoa a todos que aqui chegarem e bom domingo!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/08/feliz-pascoa-vidraguas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vidráguas ao dia Internacional da Mulher&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/08/vidraguas-ao-dia-internacional-da-mulher/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/08/vidraguas-ao-dia-internacional-da-mulher/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 14:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=14221</guid>
		<description><![CDATA[Nus momentos ventos crespos de poros respirações latentes do amor, mil sussurros mil maneiras de ser e lá vai a mulher outra vez, a mulher em busca do viver&#8230; Poema de Carmen Silvia Presotto sobre A Arte de Américo Conte. Psiu! Américo e Mauro, gracias pela Arte e sempre carinho. Feliz dia Internacional da Mulher, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/001-8.jpg" rel="lightbox[14221]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/001-8-211x300.jpg" alt="" title="001 (8)- Dia Internacional da Mulher, Vidráguas!!" width="211" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14223" /></a><br />
<br />
Nus momentos<br />
ventos crespos<br />
<br />
de poros<br />
respirações latentes<br />
<br />
do amor,<br />
mil sussurros<br />
mil maneiras de ser<br />
<br />
e lá vai<br />
a mulher<br />
outra vez,<br />
a mulher em busca do viver&#8230;<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto sobre A Arte de Américo Conte.<br />
<br />
Psiu! Américo e Mauro, gracias pela Arte e sempre carinho. Feliz dia Internacional da Mulher, da Vida e  em Poesia e Arte seguimos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/08/vidraguas-ao-dia-internacional-da-mulher/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hoje no entardecer com Eros, Sexo&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/17/hoje-no-entardecer-com-eros-sexo/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/17/hoje-no-entardecer-com-eros-sexo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 21:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[entardecer com bardos]]></category>
		<category><![CDATA[evasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[pedro du bois]]></category>
		<category><![CDATA[poemas com eros]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=14002</guid>
		<description><![CDATA[SEXO Sexo exposto posto a gosto agosto de mares frios (como) sexo feito desfeito enfeitado afeito ao contato do corpo exposto. Poema de Pedro Du Bois, em POUCAS PALAVRAS, editora do autor, organização Tânia Du Bois. A arte é de Américo Conte!! Hoje em nosso entardecer com Eros, bardos e evasAlmas, trazemos um poema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SEXO<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cid_011801caab74f11a50300201010a@mauro.jpg" rel="lightbox[14002]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cid_011801caab74f11a50300201010a@mauro-200x300.jpg" alt="" title="carnaval- vidráguas- entardecer com Eros" width="200" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14003" /></a><br />
<br />
Sexo exposto<br />
posto<br />
a gosto<br />
agosto de mares frios<br />
<br /> <br />
(como) sexo feito<br />
              desfeito<br />
            enfeitado<br />
 afeito ao contato<br />
do corpo exposto.<br />
<br /> <br />
Poema de <a href="http://www.pedrodubois.blogspot.com/">Pedro Du Bois</a>, em POUCAS PALAVRAS, editora do autor, organização <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/16/numeros-recontados-por-tania-du-bois/">Tânia Du Bois</a>.<br />
<br />
A arte é de <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/25/quando-me-casei-com-a-poesia-conversa-de-carmen-presotto/">Américo Conte</a>!!<br />
<br />
Hoje em nosso entardecer com Eros, bardos e <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/15/no-entardecer-com-eros-reves/#more-13966">evasAlmas</a>, trazemos um poema de Pedro Du Bois, poeta que leio sempre e temos o prazer de divulgar toda semana em Vidráguas. E seguimos com nosso projeto Anáguas.<br />
<br />
… iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em <a href="http://outubro.blogspot.com/">OUTUBRO-Nei Duclós</a>, recanto onde nos espelhamos para seguir o canto com Eros, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por. Amor pela verdade… e seguimos!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/17/hoje-no-entardecer-com-eros-sexo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fragmentos de ações, o corpo por Américo Conte</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/30/fragmentos-de-acoes-o-corpo-por-americo-conte/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/30/fragmentos-de-acoes-o-corpo-por-americo-conte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 14:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentos de ações]]></category>
		<category><![CDATA[O cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana]]></category>
		<category><![CDATA[Postigos]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=13049</guid>
		<description><![CDATA[Fragmentos de Ações poema de Américo Conte Sem pudores e sem temores, o corpo como forma de prazer, não necessita estar acompanhado para nele despertar o ardor. Exorcizando todos os paradigmas, extraia esta essência do bem viver, e se entregue ao inebriante deleite desta conexa ferramenta de amor. Poema de Américo Conte ao Anáguas&#8230; Américo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fragmentos de Ações<br />
poema de Américo Conte<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/anáguas-Vidráguas-Ilys-Raschap2.jpg" rel="lightbox[13049]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/anáguas-Vidráguas-Ilys-Raschap2-300x233.jpg" alt="" title="anáguas-Vidráguas-Ilya-Rashap" width="300" height="233" class="alignnone size-medium wp-image-13051" /></a><br />
<br />
Sem pudores e sem temores,<br />
o corpo como forma de prazer,<br />
não necessita estar acompanhado<br />
para nele despertar o ardor.<br />
<br /> <br />
Exorcizando todos os paradigmas,<br />
extraia esta essência do bem viver,<br />
e se entregue ao inebriante deleite<br />
desta conexa ferramenta de amor.<br />
<br /> <br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pUaUl4XlBnE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Poema de Américo Conte ao <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas/">Anáguas</a>&#8230; Américo é Artista plástico e autor de Ilustrações de Capa em <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=postigos&#038;tipo_pesq=&#038;tipo_pesq_new_value=false&#038;tkn=0">Postigos </a>e <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=o+cogumelo+que+nasce+na+bosta+da+vaca+profana&#038;tipo_pesq=&#038;tipo_pesq_new_value=false&#038;tkn=0">O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana</a>, além de tantos outros trabalhos que temos juntos, escreve poesia e contos eróticos. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/30/fragmentos-de-acoes-o-corpo-por-americo-conte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quando me casei com a Poesia&#8230; conVersa de Carmen Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/25/quando-me-casei-com-a-poesia-conversa-de-carmen-presotto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/25/quando-me-casei-com-a-poesia-conversa-de-carmen-presotto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 20:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[casamento poético]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Quando me casei com a poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=12969</guid>
		<description><![CDATA[Quando me casei com a Poesia por Carmen Silvia Presotto Arte de Américo Conte Quando me casei com a poesia, não sabia o que era casamento, menos ainda poesia. abanava as tranças andava em balanços girava na gangorra inventava palavras Escutava Cecília, Bilac e Quintana em meus sábados infantis&#8230; Quando me acasalei com a poesia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me casei com a Poesia<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen_silvia_presotto1.jpg" rel="lightbox[12969]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen_silvia_presotto1-218x300.jpg" alt="" title="carmen_silvia_presotto" width="218" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12970" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Quando me casei com a poesia, não sabia o que era casamento, menos ainda poesia.<br />
<br />
abanava as tranças<br />
andava  em balanços<br />
girava na gangorra<br />
inventava palavras<br />
<br />
Escutava Cecília, Bilac e Quintana em meus sábados infantis&#8230;<br />
<br />
Quando me acasalei com a poesia, não sabia de mim, não sabia dos dias, lia a outros, buscava outras em mim e sigo meu trajeto, assim me perco, me encontro, traduzo-me&#8230;<br />
<br />
Se desejarem, aviso que é longo!, sigam o casamento poético&#8230;<br />
<span id="more-12969"></span><br />
<br />
Lia romances, biografias, jogava cartas, arrastava tamancos, inventava palavras e escrevia sonhos no ar, desenhava no mar, esculpia o vento, reanimava  um tempo duro, condensava rimas metáforas em deslocamentos cantantis com Chico, Caetano e Gil.<br />
<br />
inventava<br />
fazia estripulias<br />
andanças mil<br />
<br />
E as gangorras não voavam mais, ganharam um só giro. Ditos duros, palavras certas, metáforas cambaleantes, genialmente encavernadas, e nós dedos ululantes em fila atrás da música poesia&#8230;<br />
e nós<br />
cortamos as tranças<br />
acorrentamos os balanços<br />
<br />
Quando engravidei da Poesia,  culpei A Rosa do Povo de Drummond,  A estrela da Manhã de Bandeira, As Solombras de Cecília,  Os Baús de Quintana, O Poema Sujo de Gullar,  As Galáxias Concretas dos Campos Concretos e Semióticos de Pignatari, até porque Woolf, Plath, Maiakóviski, e tantos outros cabiam ali&#8230; e me apaixonei por Aquitânia, e os cancioneiros provincialMentes, com A Saga dos Plantagenetas de Plaidy, uma edição comprada na banca da esquina chegaram a mim&#8230;<br />
<br />
A primavera já era em Praga, os cinemas Bergaman, Allen, os Morangos de Caio me ajudavam a compreender os tempo mofados, Lispector me queima com sua Água Viva, o buquê de versos, se ampliam e aí, os cabelos podavam o que a mente não podia ainda revelar, curtinhos, ágeis, substituíram  as tranças, as borrachas dos sutiãs queimavam, os cadarços das botas se afunilavam e por sorte havia Vinícius por aqui&#8230; entre idas e vindas&#8230; foram voltando os cancioneiros, os poetas e as tranças meninas e  com elas chegaram  Sócrates, Platão, Nietzche.<br />
<br />
Chegaram Krusteva, Saussaure, e a poesia castelhana para  me soprar as  pautas de  Machado &#8230; Pessoa chega intensamente e com ele Camões e Shakespeare e com eles Duclós e uma fila de Bardos,  o meu texto virou uma gangue universal, ecos de todos os lados, e o balanço passou a ser minha ressignificação e as palavras começaram a ser escovadas, esculpidas, vestidas&#8230;Chegou Morin.<br />
<br />
Veio Picasso, veio Magritte, na caravana um cortejo de imagens. Veio Bresson, e revejo Eisenstein, abro uma História em minhas artes e o que já estava se amplia, olho pra trás e todos estavam lá desde o Jardim da Infância, no olhar que educa, que conduz, que transmite.<br />
<br />
Veio Shüler, veio Joyce e os jogos ficaram mais poéticos, veio a internet, veio o espaço e o tempo mais flexível, o sujeito impessoal, passou a ser virtual, mas que há&#8230;existe&#8230; E veio A Poesia Erótica, veio José Paulo Paes e com ele: gregos, romanos e surrealistas. Veio Whitman, Baudelaire, Rimbaud me recompondo Mallarmé, me transcrevendo de Apollinaire a Breton e Perét,  etimologias e fundamentos ao casamento.<br />
<br />
Bem, conto-lhes que hoje despertei, busquei uma aliança de diamante para reforçar o casamento poético, agora estico as tranças do tempo até aqui vivido, verto no leito em branco, renovo as núpcias com Proust,   abro meus Postigos e seguimos  em busca do tempo perdido, sim, aquele  que ainda está por vir&#8230;<br />
<br /> <br />
Quando casei com a poesia,  foi quando me amarrei de amor aos Livros. Por isso,  hoje refaço o pacto, retorno a eles, recomponho as estantes de minha vida, tiro o pó de algumas páginas, faço delas, dorso e travesseiro, debruço-me nos contemporâneos e  &#8211; me encontro com os clássicos &#8230;<br />
<br />
Rio, sim?!<br />
<br />
Imaginem vocês, fui atrás de Augusto de Campos, e cai justo em A Ira de Aquiles – Canto I da Íliada de Homero. MHNIE dele e Trajano Vieira&#8230;bem, e morto Aquiles adentramos novamente na Odisséia e a Poesia em mim, filosofa, inventa e versa e reversa e controversa e conVersa e quando me dou conta, volto à Provence, para me reencontrar com os Bardos.<br />
<br />
Então, poetas amados, feito uma evasAlma que se rebusca,  reforço o batom, rego a Amorréia, Esfolisco o transcurso e repasso o prefácio, que logo estarei repassando, porque seria injusto retê-lo, ele diz de mim, ele diz de nós, ele funda o casamento poético em Vidráguas, em Anáguas , nas redes sociais que estudamos e projetamos.<br />
<br />
No mais, podem nos prender, podem nos bater, podem  nos esfolar, lembrando Nara Leão, mas sem palavras, sem imaginação, sem língua que age, meu eu não sobrevive não &#8230; E poeticamente(s) seguimos, sigamos, no presente, que  é  o tempo da gente. Seja indicativo,  seja subjuntivo, quem seja sempre em Poesia, pois assim, em mim, um casamento mais do que  imperativo é real&#8230;.sucede.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/25/quando-me-casei-com-a-poesia-conversa-de-carmen-presotto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Halloween a Drummond, um gauche na vida&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/halloween-a-drummond-um-gauche-na-vida/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/halloween-a-drummond-um-gauche-na-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[dia das bruxas]]></category>
		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=12454</guid>
		<description><![CDATA[Psiu! Não se assustem, quem vê cara não vê coração, menos ainda intenções, então encham a bolsa de caraMelos e vamos lá&#8230; encantar o paraíso(rs) Halloween por Américo Conte Halloween por Américo Conte Cirandas, maçãs, abóboras e fogueiras Pedidos, desejos e vontades altaneiras Numa fervorosa festa Com o poder de sua mente, Bruxas e Sátiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu! Não se assustem, quem vê cara não vê coração, menos ainda intenções, então encham a bolsa de caraMelos e vamos lá&#8230; encantar o paraíso(rs)<br />
<br />
Halloween<br />
por Américo Conte<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bruxa.gif" rel="lightbox[12454]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bruxa-212x300.gif" alt="" title="bruxa" width="212" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12455" /></a><br />
<br />
Halloween<br />
por Américo Conte<br />
<br /> <br />
Cirandas, maçãs, abóboras e fogueiras<br />
Pedidos, desejos e vontades altaneiras<br />
Numa fervorosa festa<br />
Com o poder de sua mente,<br />
Bruxas e Sátiros os abençoarão<br />
e certamente estarão presentes.<br />
<br />
Happy Halloween!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/halloween-a-drummond-um-gauche-na-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vidráguas aos 109 anos de Carlos Drummond de Andrade, poema reEditado por Carmen Vidráguas, vivas!!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/vidraguas-aos-109-anos-de-carlos-drummond-de-andrade-poema-reeditado-por-carmen-vidraguas-vivas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/vidraguas-aos-109-anos-de-carlos-drummond-de-andrade-poema-reeditado-por-carmen-vidraguas-vivas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[57ª Feira do Livro de Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[armindo trevisan]]></category>
		<category><![CDATA[Baco]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Dionísio]]></category>
		<category><![CDATA[Éric PoETs]]></category>
		<category><![CDATA[IEL- Prêmio Moacyr Scliar]]></category>
		<category><![CDATA[mario quintana]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo silvestrin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=12449</guid>
		<description><![CDATA[E agora, José? por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs) Arte de Américo Conte Hei! Não digam nunca não… Drummond? Cadê a minha matéria que é feita de outros? E o povo, José? Ver nada é pouco para tamanho vazio, por isso, quando a noite cai, visto-me de lua não digo não, nem nunca… Apenas, adorno-me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E agora, José?<br />
por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs)<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/charge.gif" rel="lightbox[12449]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/charge-214x300.gif" alt="" title="charge" width="214" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12450" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
Drummond?<br />
Cadê a minha matéria que é feita de outros?<br />
<br />
E o povo, José?<br />
<br />
Ver nada é pouco para tamanho vazio,<br />
por isso, quando a noite cai, visto-me de lua<br />
não digo não, nem nunca…<br />
Apenas, adorno-me para abocanhar o sol<br />
sei que nos amanheceres, nem perceberei o tilintar das moedas, nem o tempo, nem a distância.<br />
<br />
Não digo não nem nunca…<br />
Apenas, preencho brancos espaços com febris palavras.<br />
Sei que elas anestesiam lobos e cordeiros<br />
LobOdeirOS que amenesiam latentes universos<br />
Zeros covardes pulsam, mas não amortecerei a um nunca, nem a uma imagem, nem a um mundo de míseras horas…<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
Já houve um tempo<br />
já houve um verde espaço<br />
sem hipocrisias…<br />
Já houve um Norte<br />
já houve um Einstein<br />
<br />
Tempaço!<br />
<br />
E cadê nós, José?<br />
<br />
Sem alma tudo é lama ou carne petrificada…<br />
Santa Hipocrisia…<br />
Esse é o povo que me quer pura e alva?<br />
Quem são esses mortais, José?<br />
<br />
Baco<br />
Hermes<br />
Dionísicos momentos?<br />
<br />
Cálices Insanos!<br />
Marcaram-me com sangue para colher minha única brancura.<br />
E Agora derreti, sou neve no gelo, livro no ar…<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
<br />
José, querem nossas vidas, mas agora feito de povo escrevemos…<br />
<br />
psiu, e mais José agora há quem escute, e viva o dia D..rummond!!!! E também o sempre poesia&#8230;Quintana, Drummond e Scliar sorriem lá das nuvens(rs).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/vidraguas-aos-109-anos-de-carlos-drummond-de-andrade-poema-reeditado-por-carmen-vidraguas-vivas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vidráguas a Alarico&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/29/vidraguas-a-alarico/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/29/vidraguas-a-alarico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 22:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poema a Alarico]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=11612</guid>
		<description><![CDATA[Adeus Patético e intrigado observava o teu olhar, sem perceber e sem noção de que aquele olhar era de adeus. Eu, que odeio e abomino este termo, fantasio possibilidades e cultivo esdrúxulas crenças como forma de aplacar a dor. E sobre o teu túmulo que sem alternativas cuidei, plantei muitas plantas que com lágrimas reguei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/gato-alarico1.jpg" rel="lightbox[11612]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/gato-alarico1-300x225.jpg" alt="" title="gato alarico" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-11614" /></a><br />
<br />
Adeus<br />
<br /> <br />
Patético e intrigado<br />
observava o teu olhar,<br />
sem perceber e sem noção<br />
de que aquele olhar era de adeus.<br />
<br /> <br />
Eu, que odeio e abomino este termo,<br />
fantasio possibilidades<br />
e cultivo esdrúxulas crenças<br />
como forma de aplacar a dor.<br />
<br /> <br />
E sobre o teu túmulo<br />
que sem alternativas cuidei,<br />
plantei muitas plantas<br />
que com lágrimas reguei.<br />
<br /> <br />
Florescidas com exuberância na primavera<br />
como uma possibilidade de alento.<br />
<br /> <br />
Américo Conte, em poema Homenagem para Alarico Amélio Elisabeto de Anastácio Evangelista Andrade  [+17.08.2011]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/29/vidraguas-a-alarico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Feliz dia dos amigos, poema de Américo Conte</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/07/20/feliz-dia-dos-amigos-poema-de-americo-conte/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/07/20/feliz-dia-dos-amigos-poema-de-americo-conte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 14:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos amigos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=11219</guid>
		<description><![CDATA[Amizade Amigo, não se trata daquele indivíduo que vez ou outra esbarramos pelo caminho com abraços e promessas de contatos. Porém, aquele em que nos controversos momentos, trocamos as mãos nos mútuos auxílios em um relacionamento cuidado e cultivado pelo Amor. Poema de Américo Conte ~~::Feliz dia do Amigo!::~~]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amizade<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mãos002.jpg" rel="lightbox[11219]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mãos002-300x220.jpg" alt="" title="mãos002" width="448" height="336" class="alignnone size-medium wp-image-11220" /></a><br />
<br /> <br />
Amigo, não se trata daquele indivíduo<br />
que vez ou outra esbarramos pelo caminho<br />
com abraços e promessas de contatos.<br />
<br /> <br />
Porém, aquele em que nos controversos momentos,<br />
trocamos as mãos nos mútuos auxílios<br />
em um relacionamento cuidado e cultivado pelo Amor.<br />
<br /> <br />
Poema de Américo Conte<br />
<br /> <br />
~~::Feliz dia do Amigo!::~~</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/07/20/feliz-dia-dos-amigos-poema-de-americo-conte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

