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pena & pêlo

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Pena & Pêlo

O Piolho e a Pulga
se envolveram com tesão.
Desafiaram as suas famílias
e tripudiaram de toda recomendação.

Inveja, despeito e pragas
ou algo tenebroso assim,
minaram aquele belo romance
ocasionando o seu fim.

Acontece que a bela Pulguinha
vivia vidrada nos pêlos,
Enquanto que o turrão do Piolho
nas penas, regalava os seus velos.

Confortos, vaidades e caprichos
muitas vezes são mais fortes,
onde os encantos de um alvissareiro amor
não sustentam o seu consorte.

Américo Conte

um baile carnavalesco

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No entrevero do salão
a doce batalha entre Eros e Vênus
me golpeia em nocautes vitoriosos,
onde a premissa da razão
cede aos apelos da emoção.

E as armas que apresento ou empunho
se perdem e se confundem
entre as que enfrento e me rendo,
na renhida arenga do prazer.

Poema e Arte de Américo Conte

a todos um vendaval-carnaval e muita alegria

Vendaval

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ninguém precisa de aval
para brincar o carnaval

ninguém é de ninguém
nesta festa que faz tanto bem

ninguém precisa saber
dos excessos cometidos com alguém

Poema e Arte de Américo Conte

pro dia nascer feliz, rimas a Cazuza

Um poema por dia
– utopia -

ARTE-AMERICO

Um poema por tarde
minha pele arde

Um poema por noite
meu corpo em pernoite

Um poema por perto
mil poros em aberto…

Poema: Carmen Silvia Presotto
*Arte: Américo Conte

paraperlupia

poesia

Paraperlupia


peleponeso, pêlo, peso
– alecrim de gelo -


desfrute seu plexo
antes que o fim comece


que o reque-neque
– do abilú refresque -


aleluia réquiem
armagedom vortéx


Américo Conte