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Pérolas máximas por Cristina Lopes em Vidráguas…

Pérolas
por Cristina Lopes*



**Cristina Lopes, 36 anos, Belo Horizonte/MG, Artista-Plástica.

Beijos Cristina, gracias por tua Arte aqui em Vidráguas e a outra pérola encaminhada estará para semana em Vidráguas.

Hey, aproveito para dizer que em tempos de Feira do Livro atrasamos uns dias nosso enRedo, o próximo poema enRedado será com Bruna Lombardi, logo estarei encaminhando material para seguirmos rumo a nosso webLivros 3… rumo ao Nosso Projeto Cultural- Social, experimentalismos em redes sociais, que renderão versos e muito mais, aguardem!!

E hoje ainda quase-conto por Suzana Bins e por encontros na feira, o anoitecendo com os Bardos Anáguas-Vidráguas será mais no finalzinho da noite para sonharmos bem, enquanto tecemos nosso Novelo Poético no grupo Vidráguas.

Ah, e ainda vou lá na Feira do Livro, levar nossas poesia em quadrinhos, Projeto PontuAção Em Vidráguas, e escutar o Professor Armindo Trevisan conVersando com Maria Carpi (que hoje lança, 18h30, A Chama Azul – AGE ) e Alfredo Aquino (qual o papel da poesia hoje?…ué, pensei que seguisse sendo a página branca permaNEnTe(rs)…), e depois Concerto dos Cravos com Fernando Cordella no StudioClio, ufa, que riqueza, hein?
Então, sapatilhas nos pés, caneta e papel nas mãos e Claro, voar...
Beijos, boa tarde a todos e amanhã novidades sobre Vidráguas na Feira do livro, dia 6/11 às 16h30, Minha Vida meus Amores, Postigos e Poesia Volátil, eba!!

Carmen Vidráguas.

Vidráguas aos 109 anos de Carlos Drummond de Andrade, poema reEditado por Carmen Vidráguas, vivas!!

E agora, José?
por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs)


Arte de Américo Conte

Hei! Não digam nunca não…
Drummond?
Cadê a minha matéria que é feita de outros?

E o povo, José?

Ver nada é pouco para tamanho vazio,
por isso, quando a noite cai, visto-me de lua
não digo não, nem nunca…
Apenas, adorno-me para abocanhar o sol
sei que nos amanheceres, nem perceberei o tilintar das moedas, nem o tempo, nem a distância.

Não digo não nem nunca…
Apenas, preencho brancos espaços com febris palavras.
Sei que elas anestesiam lobos e cordeiros
LobOdeirOS que amenesiam latentes universos
Zeros covardes pulsam, mas não amortecerei a um nunca, nem a uma imagem, nem a um mundo de míseras horas…

Hei! Não digam nunca não…
Já houve um tempo
já houve um verde espaço
sem hipocrisias…
Já houve um Norte
já houve um Einstein

Tempaço!

E cadê nós, José?

Sem alma tudo é lama ou carne petrificada…
Santa Hipocrisia…
Esse é o povo que me quer pura e alva?
Quem são esses mortais, José?

Baco
Hermes
Dionísicos momentos?

Cálices Insanos!
Marcaram-me com sangue para colher minha única brancura.
E Agora derreti, sou neve no gelo, livro no ar…

Hei! Não digam nunca não…

José, querem nossas vidas, mas agora feito de povo escrevemos…

psiu, e mais José agora há quem escute, e viva o dia D..rummond!!!! E também o sempre poesia…Quintana, Drummond e Scliar sorriem lá das nuvens(rs).

Hey, hoje nosso enredo é com Armindo Trevisan, poemas enRedado 37 e seguimos…

Psiu! toda semana, seguimos lendo um poeta para com ele tecer versos e conVersar, ao que chamamos de Poemas EnRedados… uma maneira de estarmos juntos a mais Poesia em redes sociais e também de divulgarmos o ato poético em ofício, em exercício para nos encontrarmos poeticamente e seguimos com nossos experimentalismos poéticos.



Para ler clique e amplie a imagem ou leia lá no blog de Luana Neres, que coloca em arte o nosso estar con√ersando, aqui em Vidráguas.

Já estamos no poema enRedado 37, hoje com Armindo Trevisan, alguém que admiramos pelo que escreve, educa e pelo Amor que tece em Poesia e para semana estaremos lendo Bruna Lombardi, uma poeta que é linda de admirarmos e ler, seus versos são de um lirismo espantoso…logo, logo, estaremos com os versos delas para leituras e seguimos…nosso webLivros seguem sendo muito lidos, eba!!

Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar… mais uma Cartografia Poética em Vidráguas

Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar…
Por Carmen silvia Presotto


* Esta foto, é em Verona, imaginem, estava eu na casa de Julieta, esperando os Bardos chamarem e não é que deu certo, o telefone tocou e…

Psiu, hoje meu telefone vai tocar! Hoje é dia de publicarmos mais um poema enRedados Vidráguas, no entanto Luana Neres, vidraguense amiga, dona da Arte de nosso projeto está em um Congresso de História da Arte no Rio, por isso o atraso…

Amanhã deverá estar nossa homenagem ao Poeta Amado Armindo Trevisan, outro, entre tantos é o Poeta, tradutor e tanto mais…Professor Donaldo Shuler, com trema, sim, que além de nos desnudar Joyce, escreveu Chimarrita, onde nos mostra um Cândido tão moderno que até Joyce se assustaria(rs).



Enquanto isso, anuncio nossa próximo enredo será com Bruna Lombardi, que além de Musa de Quintana como Cecília Meireles, o que é muito!… pois cá, para nós quem não amaria estar naquelas sinapses poéticas, no labirinto deste Fauno Quintana, hein?

Leiam toda a Cartografia Poética Vidráguas, esta e outras que tecemos no site Read more »

Em Vidráguas, pensando a Poesia com Armindo Trevisan

Hey, hoje trago Armindo Trevisan, um grande Maestro para conVersar e nos guiar nos trabalhos dos poemas enRedados e seguimos nossos experimentalismos poéticos e seguimos rumo webLivro 3, leiam, confiram….

O Descobrimento da Poesia
por Armindo Trevisan*



Existirá alguma definição de Poesia?

“Fixemo-nos em duas pré-definições: “poesia é lucidez enternecida”; “ o poeta é um operário da emoção social”.

Em certo sentido, a poesia é conhecimento. Talvez possamos caracterizar esse conhecimento como intuitivo, contrapondo sua imediatez à mediatez do conhecimento filosófico e científico, realizado por via de dedução e indução. Semelhante conhecimento concretiza-se em imagens, portanto mediante a memória e a fantasia, na proximidade das sensações. Assim, a leitura de uma imagem é sempre leitura criativa, já que não passa de uma sugestão. A lucidez, que acompanha a poesia, pode ser considerada uma sorte de intuição. É mais uma luz que faz ver do que uma luz para se ver. Torna-se razoável afirmar: a poesia alicerça-se numa experiência psíquica inesgotável. Ao materializar-se no poema, circunscreve-se, estimulando o leitor a reencontrar-lhe a inspiração original.

Leiam toda a postagem, a colagem com este maestro, poeta, ensaísta, um Amigo que Professa em Arte Poética ao sempre, e leiam mais escritos e poemas seus poemas lá no em site.

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