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	<title>Vidráguas &#187; armindo trevisan</title>
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		<title>Pérolas máximas por Cristina Lopes em Vidráguas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 15:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pérolas por Cristina Lopes* **Cristina Lopes, 36 anos, Belo Horizonte/MG, Artista-Plástica. Beijos Cristina, gracias por tua Arte aqui em Vidráguas e a outra pérola encaminhada estará para semana em Vidráguas. Hey, aproveito para dizer que em tempos de Feira do Livro atrasamos uns dias nosso enRedo, o próximo poema enRedado será com Bruna Lombardi, logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pérolas<br />
por Cristina Lopes*<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer4.png" rel="lightbox[12518]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer4-300x225.png" alt="" title="viewer" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-12519" /></a><br />
<br />
**Cristina Lopes, 36 anos, Belo Horizonte/MG, Artista-Plástica.<br />
<br />
Beijos Cristina, gracias por tua Arte aqui em Vidráguas e a outra pérola encaminhada estará para semana em Vidráguas.<br />
<br />
Hey, aproveito para dizer que em tempos de <a href="http://www.camaradolivro.com.br/proj_feira.php">Feira do Livro</a> atrasamos uns dias nosso enRedo, o próximo poema enRedado será com Bruna Lombardi, logo estarei encaminhando material para seguirmos rumo a nosso <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/mormentos-poemas-enredados/">webLivros 3</a>&#8230; rumo ao Nosso <a href="http://pt.calameo.com/books/000842529747eb24cfcfe">Projeto Cultural- Social</a>, experimentalismos em redes sociais, que renderão versos e muito mais, aguardem!!<br />
<br />
E hoje ainda quase-conto por <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/21/tempestade-uma-cronica-de-suzana-bins-e-uma-dica-a-mais-a-tempestade-shakespeare/">Suzana Bins</a> e por encontros na feira, o anoitecendo com os <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas-evasalmas-2/">Bardos Anáguas-Vidráguas</a> será mais no finalzinho da noite para sonharmos bem, enquanto tecemos nosso <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/de-verso-em-verso-um-novelo-poetico/">Novelo Poético</a> no grupo <a href="https://www.facebook.com/groups/169339666456388/">Vidráguas</a>.<br />
<br />
Ah, e ainda vou lá na Feira do Livro, levar nossas poesia em quadrinhos, <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/pontuacao-letras-em-quadrinhos/">Projeto PontuAção Em Vidráguas</a>, e escutar o Professor <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/19/em-vidraguas-pensando-a-poesia-com-armindo-trevisan/">Armindo Trevisan</a> conVersando com <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/04/03/pensando-a-poesia-com-maria-carpi/">Maria Carpi</a> (que hoje lança, 18h30, A Chama Azul &#8211; AGE ) e Alfredo Aquino (qual o papel da poesia hoje?&#8230;ué, pensei que seguisse sendo a página branca permaNEnTe(rs)&#8230;), e depois Concerto dos Cravos com Fernando Cordella no <a href="http://www.studioclio.com.br/atividades/concertos-e-shows/evento/24440/concerto-especial-%E2%80%93-lancamento-do-cd-cravos-de-fernando-co">StudioClio</a>, ufa, que riqueza, hein?<br />
<br.<br />
Então, sapatilhas nos pés, caneta e papel nas mãos e Claro, voar...<br />
Beijos, boa tarde a todos e amanhã novidades sobre <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/31/poesia-vidraguas-na-feira-do-livro-vamos-conversar/">Vidráguas na Feira do livro</a>, dia 6/11 às 16h30, Minha Vida meus Amores, Postigos e Poesia Volátil, eba!!<br />
<br />
Carmen Vidráguas.</p>
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		<title>Vidráguas aos 109 anos de Carlos Drummond de Andrade, poema reEditado por Carmen Vidráguas, vivas!!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E agora, José? por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs) Arte de Américo Conte Hei! Não digam nunca não… Drummond? Cadê a minha matéria que é feita de outros? E o povo, José? Ver nada é pouco para tamanho vazio, por isso, quando a noite cai, visto-me de lua não digo não, nem nunca… Apenas, adorno-me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E agora, José?<br />
por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs)<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/charge.gif" rel="lightbox[12449]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/charge-214x300.gif" alt="" title="charge" width="214" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12450" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
Drummond?<br />
Cadê a minha matéria que é feita de outros?<br />
<br />
E o povo, José?<br />
<br />
Ver nada é pouco para tamanho vazio,<br />
por isso, quando a noite cai, visto-me de lua<br />
não digo não, nem nunca…<br />
Apenas, adorno-me para abocanhar o sol<br />
sei que nos amanheceres, nem perceberei o tilintar das moedas, nem o tempo, nem a distância.<br />
<br />
Não digo não nem nunca…<br />
Apenas, preencho brancos espaços com febris palavras.<br />
Sei que elas anestesiam lobos e cordeiros<br />
LobOdeirOS que amenesiam latentes universos<br />
Zeros covardes pulsam, mas não amortecerei a um nunca, nem a uma imagem, nem a um mundo de míseras horas…<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
Já houve um tempo<br />
já houve um verde espaço<br />
sem hipocrisias…<br />
Já houve um Norte<br />
já houve um Einstein<br />
<br />
Tempaço!<br />
<br />
E cadê nós, José?<br />
<br />
Sem alma tudo é lama ou carne petrificada…<br />
Santa Hipocrisia…<br />
Esse é o povo que me quer pura e alva?<br />
Quem são esses mortais, José?<br />
<br />
Baco<br />
Hermes<br />
Dionísicos momentos?<br />
<br />
Cálices Insanos!<br />
Marcaram-me com sangue para colher minha única brancura.<br />
E Agora derreti, sou neve no gelo, livro no ar…<br />
<br />
Hei! Não digam nunca não…<br />
<br />
José, querem nossas vidas, mas agora feito de povo escrevemos…<br />
<br />
psiu, e mais José agora há quem escute, e viva o dia D..rummond!!!! E também o sempre poesia&#8230;Quintana, Drummond e Scliar sorriem lá das nuvens(rs).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hey, hoje nosso enredo é com Armindo Trevisan, poemas enRedado 37 e seguimos&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/30/hey-hoje-nosso-enredo-e-com-armindo-trevisan-poemas-enredado-37-e-seguimos/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 14:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Psiu! toda semana, seguimos lendo um poeta para com ele tecer versos e conVersar, ao que chamamos de Poemas EnRedados… uma maneira de estarmos juntos a mais Poesia em redes sociais e também de divulgarmos o ato poético em ofício, em exercício para nos encontrarmos poeticamente e seguimos com nossos experimentalismos poéticos. Para ler clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu! toda semana, seguimos lendo um poeta para com ele tecer versos e conVersar, ao que chamamos de Poemas EnRedados… uma maneira de estarmos juntos a mais Poesia em redes sociais e também de divulgarmos o ato poético em ofício, em exercício para nos encontrarmos poeticamente e seguimos com nossos experimentalismos poéticos.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Armindo-Trevisan.jpg" rel="lightbox[12429]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Armindo-Trevisan-300x212.jpg" alt="" title="Armindo Trevisan" width="300" height="212" class="alignnone size-medium wp-image-12430" /></a><br />
<br />
Para ler clique e amplie a imagem ou leia lá no blog de <a href="http://luananeres.blogspot.com/">Luana Neres</a>, que coloca em arte o nosso estar con√ersando, aqui em Vidráguas.<br />
<br />
Já estamos no poema enRedado 37, hoje com <a href="http://armindotrevisan.blogspot.com/">Armindo Trevisan</a>, alguém que admiramos pelo que escreve, educa e pelo Amor que tece em Poesia e para semana estaremos lendo Bruna Lombardi, uma poeta que é linda de admirarmos e ler, seus versos são de um lirismo espantoso&#8230;logo, logo, estaremos com os versos delas para leituras e seguimos&#8230;nosso <a href="http://pt.calameo.com/read/000842529747eb24cfcfe">webLivros</a> seguem sendo muito lidos, eba!!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar&#8230; mais uma Cartografia Poética em Vidráguas</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/23/desbundalismos-poeticos-pedras-de-calcutar-mais-uma-cartografia-poetica-em-vidraguas/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 16:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar&#8230; Por Carmen silvia Presotto * Esta foto, é em Verona, imaginem, estava eu na casa de Julieta, esperando os Bardos chamarem e não é que deu certo, o telefone tocou e&#8230; Psiu, hoje meu telefone vai tocar! Hoje é dia de publicarmos mais um poema enRedados Vidráguas, no entanto Luana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar&#8230;<br />
Por Carmen silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/postigo_-verona.jpg" rel="lightbox[12248]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/postigo_-verona-267x300.jpg" alt="" title="postigo_ verona" width="267" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12251" /></a><br />
* Esta foto, é em Verona, imaginem, estava eu na casa de Julieta, esperando  os Bardos chamarem e não é que deu certo, o telefone tocou e&#8230;<br />
<br />
Psiu, hoje meu telefone vai tocar! Hoje é dia de publicarmos mais um<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/mormentos-poemas-enredados/"> poema enRedados Vidráguas</a>, no entanto <a href="http://luananeres.blogspot.com/">Luana Neres</a>, vidraguense amiga, dona da Arte de nosso projeto está em um Congresso de História da Arte no Rio, por isso o atraso&#8230;<br />
<br />
Amanhã deverá estar nossa homenagem ao Poeta Amado <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/mormentos-poemas-enredados/">Armindo Trevisan</a>, outro, entre tantos é o Poeta, tradutor e tanto mais&#8230;Professor <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/10/19/em-vidraguas-pensando-a-poesia-com-armindo-trevisan/">Donaldo Shuler</a>, com trema, sim, que além de nos desnudar<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Donaldo_Sch%C3%BCler"> Joyce</a>, escreveu <a href="http://trinity.ritterdosreis.br/cgi-bin/wxis.exe?IsisScript=phl8/003.xis&#038;cipar=phl8.cip&#038;bool=exp&#038;opc=decorado&#038;exp=CHIMARRITA&#038;code=&#038;lang=por">Chimarrita</a>, onde nos mostra um Cândido tão moderno que até Joyce se assustaria(rs).<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/L41973.jpg" rel="lightbox[12248]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/L41973.jpg" alt="" title="L41973" width="100" height="148" class="alignnone size-full wp-image-12250" /></a><br />
<br />
Enquanto isso, anuncio nossa próximo enredo será com <a href="http://brunalombardi.com/">Bruna Lombardi</a>, que além de Musa de Quintana como Cecília Meireles, o que é muito!&#8230; pois cá, para nós quem não amaria estar naquelas sinapses poéticas, no labirinto deste<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fauno"> Fauno</a> Quintana, hein?<br />
<br />
Leiam toda a <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/cartografias-poeticas/">Cartografia Poética Vidráguas</a>, esta e outras que tecemos no site <a<br />
<br />
<span id="more-12248"></span><br />
<br />
Bem&#8230; como dizia Bruna é uma excelente poeta,leiam lá no site de <a href="http://www.rubensjardim.com/blog.php">Rubens Jardim</a>, outro &#8220;muso&#8221;, viu <a href="http://www.retornoimperfeito.com.br/">Adroaldo Bauer</a>, pertinenete tua pergunta a entrevista que estará no Fala Brasil, outro amigo e muso&#8230;e, como dizia a poesia dela e de tantas outras mulheres poetas, que além de lindas pernas, têm dedos que ao cantar amam e desejam e enobrecem a Poesia por que seus efeito são feitos, são metáforas, são imagens, seres de Eros, são poemas e dos bons, e com isso recordo <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/05/18/o-banquete-de-platao/">Banquete de Platão </a>um documentário Vidráguas  e gracias <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100000012860170">Sulamita</a>, amiga facebookiana, vidraguense lá no grupo <a href="https://www.facebook.com/groups/169339666456388/">Vidráguas</a>, por nos trazeres também esta Clio,<a href="http://www.studioclio.com.br/atividades/banquete-clio/agenda"> StudioClio</a>, em lembrança, meu Lar dionisíaco também..e Viras Eros!!<br />
<br />
Então, para que outros por aqui saibam e leiam Quintanares e muito mais, hoje sigo com esta Cartografia Poética, um mapa de minhas veias poesia, ops, Vias,&#8230;e enquanto o domingo se tece, vou recortando a Carta de Caio Fernando Abreu em miúdos a <a href="http://outubro.blogspot.com/">Nei Duclós</a>, e gente&#8230;vamos escrever mais cartas?<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/pedrasdecalcuta.jpg" rel="lightbox[12248]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/pedrasdecalcuta-205x300.jpg" alt="" title="pedrasdecalcuta" width="205" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12249" /></a><br />
<br />
Poema de Mario Quintana que foi &#8220;muso&#8221; a Caio F. Abreu, Duclós , Trevisan de <a href="http://atrizbrunalombardi.blogspot.com/2010_08_01_archive.html">Bruna</a>, meu e de &#8230;milhões de amores.<br />
<br />
&#8220;Hoje me acordei pensando em uma pedra numa rua de Calcutá. Numa determinada pedra numa rua de Calcutá. Solta. Sozinha. Quem repara nela? Só eu, que nunca fui lá. Só eu, deste lado do mundo, te mando agora esse pensamento&#8230; Minha pedra de Calcutá!&#8221;<br />
<br />
E Quintana que amava filmes de Vampiros e pelo visto lia Clarice Lispector e a Terra Desolada de T.S.Eliot, enquanto traduzia Proust em seus postigos de buscas sem fim. Sim, Quintana lia clássicos e contemporâneos, era Poeta, era ave, e segue borboleta:<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mario-quintana-e-bruna.jpg" rel="lightbox[12248]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mario-quintana-e-bruna-300x190.jpg" alt="" title="mario quintana e bruna" width="300" height="190" class="alignnone size-medium wp-image-12252" /></a><br />
<br />
<strong>O Ovo</strong><br />
<br />
Na Terra deserta<br />
A última galinha pões o último ovo&#8230;<br />
<br />
Seus cocoricós não encontra eco&#8230;<br />
<br />
O Anjo a que estava ofertado o cuidado da Terra<br />
Dá de asas e come o ovo.<br />
<br />
Hummm! o ovo senta-se-lhe mal&#8230;<br />
O OVO!<br />
<br />
O Anjo, dobrado em dois, aperta em dores o ventre angélico.<br />
<br />
De repente,<br />
O Anjo cai duro, no chão!<br />
<br />
(Alguém invisível, ri baixinho&#8230;)<br />
<br />
Mario Quintana, p., 271, em <em>A Vaca e o Hipogrifo</em>, Coleção Folha Grandes Escritores Brasileiros.<br />
<br />
E para voltar ao início da conversa, Quintana escrevia, prefacioo, se correspondia com Nei Duclós, confiram lá em Outubro, enquanto isso leiam:<br />
<br />
<strong>Mario Quintana</strong><br />
<br />
Olhem o antípoda<br />
olhem o animal da palavra<br />
É um dinossauro na cidade de vidro<br />
borboleta branca na floresta queimada<br />
<br />
Respeitem seu andar<br />
e desconfiem com temor<br />
da sua conversa fiada<br />
<br />
Ele é o flagelo do Senhor<br />
e vocês não sabem<br />
<br />
Nei Duclós, p. 31 de Outubro, editado pelo IEL, que em seus agradecimentos estão Cláudio Levitan, Juarez Fonseca, Ida Lobato ( sua amada companheira) e Caio Fernando Abreu.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/oRob5aGNasg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
E Ora Bolas, as musas e os musos existem sim, e vivenciamos isso diariamente, agora colo aqui um poema meu, para dizer que não acredito em acaso, acredito em Amor de Contrução, amor em transferência e aí&#8230; não há vidraças para ERos, ele sabe achar os poros da Arte&#8230;<br />
<br />
<strong>Adverbium</strong><br />
&#8230;.o limite é a nudez do osso&#8230;(Caio Fernando Abreu)<br />
<br />
O osso é a nudez da carne<br />
a carne, a nudez do tempo<br />
o tempo, a nudez do espaço<br />
o espaço, a nudez do hoje<br />
<br />
e agora, vestidos por nus<br />
elásticos são os momentos.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, p. 81, em Postigos, Vidráguas<br />
<br />
Ë a ele, Caio, que dedico este poema, da leitura que teci em seu livro o <a href="http://www.portalliteral.com.br/lancamentos/triangulo-das-aguas-1">Triângulo Das Aguás</a>, por isso  hoje temos Vidráguas, temos <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas/">Anáguas</a>, temos <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas-evasalmas-2/">evasAlmas</a>, e Postigos,sabiam?, está <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Em_Busca_do_Tempo_Perdido">Em Busca do Tempo Perdido</a>, livro de Proust, em tradução de Quintana<br />
<br />
&#8230; por isso, por tanto, muitos me perguntam, e agora confesso, escutei muito esta palavra em minha infância, somos gente da campanha e por lá dizem postigos ao que para uns é veneziana,  o li Em Busca do Tempo Perdido, através de Quintana&#8230; e quem leu Quintana, não tem tempo perdido, e quem leu Proust sabe que Postigos está lá, portanto a ele e a todas as mãos que, sentem que por trás das vidraças da poesia há amor, há desejo, há encontros, há Postigos,  há leituras e muito, muito trabalho, um brinde, um beijo, pois hoje já somos mais e melhores&#8230;<br />
<br />
Gracias a todos os parceiros Vidráguas que estão nos trabalhos, que estão nos olhares, que aqui escrevem e compartilham poemas, experimentalismos poéticos, audácias verbais, que estão no grupos em Redes sociais e projetos culturais feito Cantares, passo a passo, versos a verso&#8230;dia-a- dia&#8230;assim um dia se tece em manhãs&#8230;bom domingo  e seguimos&#8230;<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/jVoJg5BmyLY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Vidráguas, pensando a Poesia com  Armindo Trevisan</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 20:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hey, hoje trago Armindo Trevisan, um grande Maestro para conVersar e nos guiar nos trabalhos dos poemas enRedados e seguimos nossos experimentalismos poéticos e seguimos rumo webLivro 3, leiam, confiram&#8230;. O Descobrimento da Poesia por Armindo Trevisan* Existirá alguma definição de Poesia? &#8220;Fixemo-nos em duas pré-definições: “poesia é lucidez enternecida”; “ o poeta é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey, hoje trago Armindo Trevisan, um grande Maestro para conVersar e nos guiar nos trabalhos dos poemas enRedados e seguimos nossos experimentalismos poéticos e seguimos rumo <a href="http://pt.calameo.com/books/000842529747eb24cfcfe">webLivro</a> 3, leiam, confiram&#8230;.<br />
<br />
O Descobrimento da Poesia<br />
por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Armindo_Trevisan">Armindo Trevisan</a>*<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ffpn9m9qRxo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
<strong>Existirá alguma definição de Poesia?</strong><br />
<br />
&#8220;Fixemo-nos em duas pré-definições: “poesia é lucidez enternecida”; “ o poeta é um operário da emoção social”.<br />
<br />
Em certo sentido, a poesia é conhecimento. Talvez possamos caracterizar esse conhecimento como intuitivo, contrapondo sua imediatez à mediatez do conhecimento filosófico e científico, realizado por via de dedução e indução. Semelhante conhecimento concretiza-se em imagens, portanto mediante a memória e a fantasia, na proximidade das sensações. Assim, a leitura de uma imagem é sempre leitura criativa, já que não passa de uma sugestão. A lucidez, que acompanha a poesia, pode ser considerada uma sorte de intuição. É mais uma luz que faz ver do que uma luz para se ver. Torna-se razoável afirmar: a poesia alicerça-se numa experiência psíquica inesgotável. Ao materializar-se no poema, circunscreve-se, estimulando o leitor a reencontrar-lhe a inspiração original.<br />
<br />
Leiam toda a postagem, a colagem com este maestro, poeta, ensaísta, um Amigo que Professa em Arte Poética ao sempre, e leiam mais escritos e poemas seus poemas lá no em <a href="http://armindotrevisan.blogspot.com/">site</a>.<br />
<br />
<span id="more-12163"></span><br />
<br />
A segunda pré-definição possui o mérito de destacar a natureza emocional da poesia. Até certo ponto, as pessoas conseguem traduzir suas emoções por meio da linguagem do dia-a-dia. Só, porém uma tradução excepcional, a poética, suscita novas emoções. O esforço do poeta consiste em descongelar, no depósito de emoções da língua, o que mais se aproxima ao seu estado emotivo, dispondo, as palavras de modo a que digam o que já disseram, e digam ainda o que não disseram, mesmo que tais palavras soem como: “rosa, aurora, amor”. As palavras de uma língua culta, trabalhada, não são as mesmas de uma língua inculta, onde de certa maneira, permanece como virgens á espera do primeiro amor&#8230;<br />
<br />
<strong>Será a poesia conhecimento?</strong><br />
<br />
Existem basicamente, dois tipos de conhecimento: o conhecimento por experiência e o conhecimento por abstração, isto é, por meio de raciocínio deduzidos das experiências. Ao referir-se à relação sexual entre um homem e uma mulher, a Bíblia diz:“ O homem conheceu a mulher”. É um conhecimento por experiência.<br />
<br />
Conhecer uma cor, um fruto, não é o mesmo que chegar a uma equação. O conhecimento poético pertence a esse tipo de conhecimento. Por essa razão, um poema de amor não ajuda a conhecer objetivamente a realidade do amor físico; pode ajudar o leitor a tornar-se consciente de aspectos de sua própria experiência recordada.<br />
<br />
“Re-cordar”: trazer ao coração! É uma re-experiência através da memória e da imaginação, de algo que se experimentou, de um deleite íntimo. Não possui a intensidade do prazer vivido, mas a profundidade e a ressonância do prazer recordado, trazido de volta ao coração. Sob este ponto de vista é conhecimento. Suposta a inexistência do poema, não se desfrutariam determinados estados psíquicos que exigem meditação, introversão, doçura psíquica.<br />
<br />
<strong>Logo: poesia é prazer?</strong><br />
<br />
Sem dúvida, mas prazer que supõe familiaridade com determinadas formas de linguagem. Assim como é possível fruir música por instinto, pode-se fruir poesia instintivamente. Não obstante, como a música erudita supõe cultivo da sensibilidade. E iniciação a determinadas modalidades de criação, também o saboreio poético, implica um mínimo de cultura&#8230;<br />
<br />
A poesia necessita espelhar o homo viator que a produz, o mesmo homem que nunca está satisfeito consigo e com o mundo. Dado que suas emoções duram pouco ( segundo a observação de Edgar Allan Poe), é imperioso oferecer-lhe uma superfície límpida onde desenhe sua face com nitidez.<br />
<br />
A pretensa solidão do poeta tem sentido quando ele avança para melhor olhar os parceiros&#8230;.. O mesmo, diríamos, e o outro, o suficiente para que os poemas, escritos há milhares de anos, possam ser entendidos e sentidos. São essas emoções, que não o abandonam nunca, que a poesia deve expressar, preocupando-se de que nos surpreendam com a mesma novidade com que aparece um rosto no mundo.”<br />
<br />
Recortes do livro <em>A Poesia – Uma Iniciação à Leitura Poética</em>, pg.267, 268,269, 270 de Armindo Trevisan, editado pela UNIPRON.</p>
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		<title>amando-Te para ser amado&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/12/23/amando-te-para-ser-amado/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 13:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NOITE FELIZ por Armindo Trevisan Embora minhas palavras não cheguem aos Teus ouvidos - porque não tens ouvidos; embora minha voz não penetre Teu coração, - porque não tens coração; embora eu entregue ao vento minha dor e alegria e ele as carregue até às nuvens - onde não estás; embora, de dia e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NOITE FELIZ<br />
por Armindo Trevisan<br />
<br />
Embora minhas palavras<br />
não cheguem aos Teus ouvidos<br />
- porque não tens ouvidos;<br />
<br />
embora minha voz<br />
não penetre Teu coração,<br />
- porque não tens coração;<br />
<br />
embora eu entregue ao vento<br />
minha dor e alegria<br />
e ele as carregue até às nuvens<br />
- onde não estás;<br />
<br />
embora, de dia e de noite,<br />
meus olhos Te queiram ver<br />
- e só vejam uma sombra<br />
 de Tua sombra;<br />
<br />
embora eu Te compare à luz,<br />
e Tua luz apague<br />
o sol, e o meu próprio pensamento:<br />
<br />
Teus ouvidos são meus ouvidos,<br />
Tua voz é minha voz,<br />
e Teus olhos iluminam a escuridão<br />
na qual nasci, na qual vivo, na qual morrerei<br />
<br />
- tocando-Te onde não podes ser tocado,<br />
pensando-Te onde não podes ser pensado,<br />
amando-Te onde não podes ser amado,<br />
<br />
e, contudo, tocando-Te para ser tocado,<br />
pensando-Te para ser pensado,<br />
amando-Te para ser amado.<br />
<br />
Leiam mais poesia e conheçam a obra no blog do autor:<br />
<a href="http://armindotrevisan.blogspot.com/">http://armindotrevisan.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>pensando a leitura com Caetano Veloso e Armindo Trevisan no Caderno Cultura de Zh</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 17:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LER AINDA É PRECISO A leitura é ainda possível? por Armindo Trevisan Na era pós-internet, é preciso persuadir os jovens de que ler ainda vale a pena. Acabo de publicar uma coletânea de ensaios, Ler Por Dentro, em cujas páginas desenvolvo duas linhas de reflexão: a literatura, de modo especial a gaúcha; o problema da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="450" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7vV22LRNrpk?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7vV22LRNrpk?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object><br />
<br />
LER AINDA É PRECISO<br />
A leitura é ainda possível?<br />
por Armindo Trevisan<br />
<br />
Na era pós-internet, é preciso persuadir os jovens de que ler ainda vale a pena. Acabo de publicar uma coletânea de ensaios, Ler Por Dentro, em cujas páginas desenvolvo duas linhas de reflexão: a literatura, de modo especial a gaúcha; o problema da leitura na época da mídia e da informática.<br />
<br />
Leia todo o artigo aqui ou no Jornal Zero de 18 de setembro de 2010, Caderno Cultura<br />
<br />
<span id="more-7020"></span><br />
Informo, desde já, que não defendo a leitura como lazer hegemônico. Isso ela foi no século 19, pelo menos para o grande público, que não dispunha de tempo e dinheiro para frequentar óperas, teatros, salões e outros divertimentos. Naquela época, a leitura preenchia o tempo que sobrava (quando sobrava!) do trabalho. Com a invenção da iluminação a gás e, décadas após, da lâmpada incandescente, as noites encompridaram-se, e as insônias também se multiplicaram. O fato é que, no tempo dos folhetins, publicados nos jornais diários ou semanais, refiro-me aos folhetins de Balzac ou Machado de Assis, as pessoas dedicavam enorme tempo à leitura, que se converteu numa sorveteria pessoal, num café (foi a época em que os cafés começaram a enxamear nas cidades) a domicílio. É óbvio que, naquela época, também se lia por desfastio, para enxotar o tédio, como ocorre hoje, quando os leitores mergulham nos best-sellers quase como se mergulhassem numa piscina, num dia tórrido. Afinal, que se busca em tais volumes de consumo? Suponho que se espere deles o que, em outros momentos de irritação e mal-estar, esperamos de um comprimido de paracetemol, ou de um papo descontraído no bar: alívio e entretenimento.<br />
<br />
Após as mudanças de ritmo na leitura, no século 19, seguidas pelo monopólio das imagens em desfavor das letras, a leitura tornou-se “chata”. Chata? É lógico que os jovens entendem por isso a assimilação lenta e meditativa, que não se coaduna totalmente com cachorros-quentes e coca-colas devorados às pressas. A leitura exige um certo distanciamento, aquilo a que os teóricos da Estética chamam “distância psíquica”. Eis por que a leitura teve de suportar, com suas duas outras irmãs, a música clássica e a contemplação dos objetos visuais, em especial a escultura e a arquitetura, um verdadeiro exílio.<br />
<br />
Pergunto: que atitude tomar perante tal fenômeno? Ficaremos a chorar o leite derramado? Replico: deixemos de lado tal atitude derrotista! É preciso propor aos jovens um novo tipo de leitura. Persuadi-los de que a leitura, apesar das incríveis modificações pelas quais passou nossa psicologia pós-internet, ainda vale a pena.<br />
<br />
Começo por dizer que a leitura é, primeiramente, um espaço de liberdade. Quando lemos – sem pressa, ou com a pressa que o autor impõe, de acordo com a observação de Blaise Pascal –, exercemos a nossa liberdade. Somos obrigados a posicionar-nos perante o autor. O autor expõe algo ao leitor. Este, durante algum tempo, escuta o que é proposto. Depois tem plena liberdade de discutir, de interpelar, de contestar. O diálogo da leitura assemelha-se, um pouco, a certas bombas de efeito retardado. Mas é preciso notar que, na balbúrdia em que vivemos, poucos ouvem. É lógico que a leitura se torne um monólogo.<br />
<br />
Em segundo lugar, a leitura, mais que a televisão e as outras formas de diversão assemelhadas, é um exercício neuronal. Os neurocientistas sabem disso. Nossos neurônios não se harmonizam, nem com a falsa paz das cisternas, nem com os redemoinhos de nossa frenética mobilidade. Preferem as fontes que borbulham, os rios que correm – os mesmos rios de Heráclito que não passam duas vezes debaixo das mesmas pontes.<br />
<br />
Em terceiro lugar, a leitura é uma criação pessoal. Em vez de recebermos imagens preformadas, reformadas, ou deformadas, somos obrigados a produzir nossas imagens, a produzir imagens originais, tiradas de nosso próprio fundo de garantia, de nossa imaginação-moinho que, desde a mais recuada infância, é coagida a moer sua própria farinha, a fazer o seu próprio pão. André Leroi-Gourhan, paleontólogo e historiador da Arte Pré-Histórica, sustentava que a imaginação das pessoas do século 20 não era maior do que a das costureiras de Paris no século 19! Tenho a impressão de que ele exagerou, mas não excessivamente. A maioria de nossos contemporâneos vive de “descarregamentos” da internet, de pilhagens sistemáticas, e até de clichês saqueados de todos os armazéns digitais do planeta.<br />
<br />
Poderia apresentar outras razões em favor da leitura. Prefiro concluir com uma razão irresistível, a melhor delas: o prazer! Meu Deus, se a humanidade deixasse de ler, o mundo tornar-se-ia muito tedioso! As pessoas iriam recorrer a soníferos para alargarem as noites&#8230; Até o sexo iria sofrer as conse¬quências disso. O sexo, sem algumas pitadas de especiarias de legítimo amor cortês, poderia cansar. Pior do que isso: poderia não funcionar, nem com o arranque turbinado do Viagra e de outros estimuladores da função erétil.<br />
<br />
* Poeta, professor e crítico de arte, autor de “Como Apreciar a Arte” (1990), “A Poesia, uma Iniciação à Leitura Poética” (2000), e “O Rosto de Cristo” (2003), entre outros</p>
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		<title>é primavera no StudioClio, Ave, Flor</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 02:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro de arte Ave, Flor, prefaciado por Armindo Trevisan, reúne poemas selecionados de Cleonice Bourscheid e ilustrações da artista botânica Anelise Scherer sobre flores da flora brasileira. saiba mais acessando o site: www.studioclio.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/1250022010_aveflor.jpg" alt="1250022010_aveflor" title="1250022010_aveflor" width="250" height="241" class="alignnone size-full wp-image-3991" /><br />
<br />
O livro de arte Ave, Flor, prefaciado por Armindo Trevisan, reúne poemas selecionados de Cleonice Bourscheid e ilustrações da artista botânica Anelise Scherer sobre flores da flora brasileira.<br />
<br />
saiba mais acessando o site:<br />
www.studioclio.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>esperança um poema, um convite</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/08/28/esperanca-um-poema-um-convite/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 15:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[armindo trevisan]]></category>

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		<description><![CDATA[Canto da Esperança Eu sei que o meu Redentor vive, e que alguém, dos céus, virá enfim em meu socorro. Mesmo depois de consumida a minha pele, ainda em meu corpo verei Deus. Verei a Deus por mim mesmo, com meus olhos, e ele não será para mim um estranho; esta é a esperança que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/lb_acriacaodavida.gif" alt="lb_acriacaodavida" title="lb_acriacaodavida" width="326" height="448" class="alignnone size-full wp-image-3758" /><br />
<strong>Canto da Esperança</strong><br />
<br />
Eu sei que o meu Redentor vive,<br />
e que alguém, dos céus, virá enfim em meu socorro.<br />
<br />
Mesmo depois de consumida a minha pele,<br />
ainda em meu corpo verei Deus.<br />
<br />
Verei a Deus por mim mesmo,<br />
com meus olhos, e ele não será para mim um estranho;<br />
esta é a esperança que repousa em meu coração.<br />
<br />
<strong>Armindo Trevisan</strong>, <em>A Poesia na Bíblia</em>, Desenhos de Clara Pechansky, p. 49, Unipron<br />
<br />
Atentos!<br />
<br />
<em>Menor Que um Grão de Mostarda</em>, novo Livro de Armindo Trevisan, terá lançamento dia 04 de setembro, das 19  às 22 horas, na Livraria Cultura  do Bourbon Shopping Center.            </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>carta ao Brasil&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/07/11/carta-ao-brasil/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/07/11/carta-ao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 20:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[armindo trevisan]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>

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		<description><![CDATA[EM PELE E OSSO:CARTA AO BRASIL por Tânia Du Bois &#8221; I Te escrevo Brasil / com o osso / mais velho / que te sustentou. II Te escrevo / no olho da luz / antes da primeira / fome / com a fome / de tua boca&#8230; VI Te escrevo / com o berro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EM PELE E OSSO:CARTA AO BRASIL<br />
por <strong>Tânia Du Bois</strong><br />
<br /> <br />
&#8221; I<br />
Te escrevo  Brasil / com o osso / mais velho / que te sustentou.<br />
 II<br />
 Te escrevo / no olho da luz / antes da primeira / fome / com a fome / de tua boca&#8230;<br />
 VI<br />
Te escrevo / com o berro / de qualquer coisa / com o coice / que devastou no  ar /<br />
perseguição da palavra / para tamanha / falta de vida<br />
VIII<br />
Te escrevo / com o couro / aninhado / na balas / com a bala / fugida / da ignorância /<br />
com o estouro / dos miolos<br />
IX<br />
Te escrevo / com o sol / esvaziado sobre os ossos / com a corda / do soluço<br />
XIV<br />
Te escrevo / porque somos / tua própria / geografia<br />
XV<br />
Te escrevo / porque ardemos / nas veias / de tua / indecisão<br />
XVI<br />
Te escrevo / porque / já não és / um gemido / de mundo / mas o próprio / mundo /<br />
a apalpar-se / em nós.&#8221;<br />
<br /> <br />
Carta ao Brasil é um poema do grande escritor Armindo Trevisan, contido no livro &#8220;Em Pele e Osso&#8221;. Nesse poema o poeta fabrica a pele do impossível aonde vai costurando a língua e a poesia e depois, ponto por ponto, a transforma em pele maior para ser engolido pelo mundo. Deixa o presente e o futuro na pele da liberdade. E diz  que &#8220;o poeta nasce para fabricar a pele.&#8221;<br />
</p>
<p><span id="more-3397"></span><br />
Em Pele e Osso, a Carta ao Brasil mostra todo o luxo de uma poesia que deixa o homem nu em sua polidez, na cama, nos escritos, no louvor e na luz: &#8220;Perder a pele / para o poeta / é fado / o poeta anda sem pele&#8221;<br />
<br />
Armindo Trevisan é escritor que valoriza o neologismo sem medo de levar a ideia até o fim. É poeta do deslumbramento e da sabedoria da vida: &#8220;desencaderna livros que deixa o presente / antes do futuro&#8221;.<br />
Seus poemas são impulsivos, eróticos e um dos principais elementos desse mundo poético é o corpo. Sua inventividade verbal é a maneira como o poeta vê o futuro ao qual aspira, sempre através da grandeza da sua poesia social.<br />
<br />
Segundo Maria T. L. Martinez, &#8220;a poesia de Armindo Trevisan é um caminho de busca da palavra e da transcendência do ser, e, às vezes, um tom de exultante canto à existência&#8221;.<br />
<br />
Dante Milano, conclui: &#8220;Louvo em Trevisan a complexidade de seu pensamento-sentimento e a capacidade de se entregar a si mesmo sem lembrar ninguém&#8230;Poeta, para mim, é aquele que faz da sua Poesia a sua Verdade.&#8221;<br />
<br />
Este Escrito teve sua primeira publicação no Projeto Valise: http://aqueiva.wordpress.com/</p>
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