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	<title>Vidráguas &#187; arnaldo antunes</title>
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		<title>O verbo, a cura&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 14:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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		<category><![CDATA[a cura]]></category>
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		<description><![CDATA[O verbo, a cura por Abel Sidney &#8230;a palavra também é cura, alguém me disse. corri, pois, ao dicionário, para desvendar todos os sentidos que tal verbo possa sustentar. cura, além de vigário em alguma aldeia, povoado é processo de tratamento para se apurar para curtir, secar, enfim, algo melhorar como tornar, no entanto, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O verbo, a cura<br />
por Abel Sidney<br />
<br />
<iframe width="450" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xlgsdtLgW3k" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
&#8230;a palavra também é cura, alguém me disse.<br />
corri, pois, ao dicionário, para desvendar<br />
todos os sentidos que tal verbo possa sustentar.<br />
<br />
cura, além de vigário em alguma aldeia, povoado<br />
é processo de tratamento para se apurar<br />
para curtir, secar, enfim, algo melhorar<br />
<br />
como tornar, no entanto, uma palavra curativo?<br />
como colocá-la direto sobre a ferida?<br />
<br />
eis que naquela madrugada, matutando<br />
ouça uma resposta também em verso<br />
de alguém que tinha noção do que dizia:<br />
<br />
à palavra boa não basta estar alinhada<br />
bem vestida, segundo a gramática regular<br />
pois além da fina vestidura a revestir<br />
ou da embalagem com o belo a estampar<br />
há sentimentos que precisam se fazer sentir,<br />
acionado pela vontade de acolher, de servir&#8230;<br />
<br />
com estes últimos versos ainda vagueando<br />
pus-me a me lembrar dos vínculos que se faz<br />
do verbo em ação, cordial, com o algo mais<br />
que poucos desejam, ousam expressar<br />
<br />
lembrei-me de almofada, de cetim, de aconchegar<br />
de ombro amigo, de fino trato, gentileza<br />
mesmo de duras verdades , ditas com jeito<br />
que curam se faladas com delicadeza&#8230;<br />
<br />
não importará pois discutir ou nos debatermos<br />
nos embaraços em torno da sintomatologia<br />
pois ao conhecido, ao familiar ou amigo<br />
pouco lhe dirá questões de geografia&#8230;<br />
<br />
próximos ou distantes estejam eles<br />
o certo é que as palavras que correm frouxas,<br />
pelo correio, emeio ou qualquer canal<br />
há de tocá-los, livrando-os de muito mal &#8211;<br />
doenças imaginárias ou reais, seja o que for<br />
de coceiras que pó-de-mico mental traz<br />
a preocupações que o verbo amigo desfaz&#8230;<br />
<br />
assim encerro este poema, conclamando<br />
os amigos que de prosa e verso vissem se expressando:<br />
há feridas a se curar aqui tão perto!<br />
<br />
É isso.<br />
<br />
Leiam mais poemas e escritos no blog do autor:<br />
<a href="http://abelsidney.blogspot.com/">http://abelsidney.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>pensando a Poesia com Arnaldo Antunes</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/25/pensando-a-poesia-com-arnaldo-antunes/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 03:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[arnaldo antunes]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Obrigada Sérvio, pela dica colada de teu blog!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="450" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/n91IeujsAnU?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/n91IeujsAnU?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object><br />
<br />
Obrigada Sérvio, pela dica colada de teu blog!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>muDanças, para não cair no esquecimento</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/16/mudancas-para-nao-cair-no-esquecimento/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 13:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[arnaldo antunes]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
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		<category><![CDATA[Titãs]]></category>

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		<description><![CDATA[MuDanças por Carmen Silvia Presotto Ah, Be My Baby! Calças arrastando pelo chão, cara lavada, pachuli, flores na cabeça, tênis ou tamanco? Andar desleixado, épocas duras, fugas. Ditadura! Andar desleixado&#8230;irreverência&#8230;continência! Podres Poderes! Brasil grande, para alguns até demais&#8230; Imensas fronteiras, incríveis barreiras&#8230; Apesar de Vocês! Amamos, suamos, cantamos, dançamos, driblamos, não desbrasileiramos&#8230; E aqui ficamos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MuDanças<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<object width="450" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7wE-xCWOzq0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7wE-xCWOzq0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object><br />
<br />
Ah, Be My Baby! Calças arrastando pelo chão, cara lavada, pachuli, flores na cabeça, tênis ou tamanco?<br />
Andar desleixado, épocas duras, fugas.<br />
<br />
Ditadura!<br />
<br />
Andar desleixado&#8230;irreverência&#8230;continência!<br />
Podres Poderes!<br />
Brasil grande, para alguns até demais&#8230;<br />
Imensas fronteiras, incríveis barreiras&#8230;<br />
Apesar de Vocês!<br />
Amamos, suamos, cantamos, dançamos, driblamos, não desbrasileiramos&#8230;<br />
E aqui ficamos, catando mudança<br />
De Baixo Dos Caracóis,<br />
esperançosos de que havia baianos em dança inglesa,<br />
beatlemaniamente saudosos e confiantes de que o<br />
Haiti Não Fosse Aqui.<br />
<br />
Leiam toda a crônica poética<br />
<span id="more-7000"></span></p>
<p>E o tempo passou na janela, no corredor, na rua, na calçada, no relógio e na fachada só Carolina não viu a marcha da Banda em Disparada, mostrando caras e bichos, pão bacana, gente sacana, livre ou em xilindró, loucos por um papo firme, enquanto canários rolavam a bola e ficava mais fácil dizer Eu Te Amo Meu Brasil, verde, amarelo, preto, branco e vermelho por tantos Quereres.<br />
<br />
Corajosamente alguém grita:<br />
Brasil Mostra Tua Cara!<br />
Sem medo sejas um Super Homem&#8230;<br />
<br />
E todas as marias, alices, anas, Mulheres e Bete Balançaram, soltaram, desenfrearam os novos Pedros Pedreiros já em Construção e o Cotidiano em suas Andanças e Travessias melhorou&#8230;<br />
E então, tudo Vai Passar.<br />
<br />
Ah, psiu a Gente Não Quer Só Comida&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>cancionistas pedem passagem</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/03/cancionistas-pedem-passagem/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[titã]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Luciane Maria Strack,Projeto Unimúsica 2009-UFRGS. Imagem Arnaldo Antunes Palavra lê Paisagem contempla Cinema assiste Cena vê Cor enxerga Corpo observa Luz vislumbra Vulto avista Alvo mira Céu admira Célula examina Detalhe nota Imagem fita Olho olha É, Poeta! Como disseste:Cancionista é ir atrás da música feito palavra viva, tipo consciências de interfaces de onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/titatita_arnaldoantunes1.jpg" alt="titatitã_arnaldoantunes" title="titatitã_arnaldoantunes" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-2518" /><br />
Foto: Luciane Maria Strack,Projeto Unimúsica 2009-UFRGS.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
Arnaldo Antunes</p>
<p>Palavra lê<br />
Paisagem contempla<br />
Cinema assiste<br />
Cena vê<br />
Cor enxerga<br />
Corpo observa<br />
Luz vislumbra<br />
Vulto avista<br />
Alvo mira<br />
Céu admira<br />
Célula examina<br />
Detalhe nota<br />
Imagem fita<br />
Olho olha</p>
<p>É, Poeta! Como disseste:<em>Cancionista</em> é ir atrás da música feito palavra viva, tipo consciências de interfaces de onde as palavras se encaixam até virarem clarão, ganhar rua ou ir para o Baú de Fertilidade até poderem respirar&#8230;</p>
<p>Vidráguas a mais canção!!! </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>dois anos depois, é hoje, uma carta vidráguas a Arnaldo Antunes</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/01/dois-anos-depois-e-hoje-uma-carta-vidraguas-a-arnaldo-antunes/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/01/dois-anos-depois-e-hoje-uma-carta-vidraguas-a-arnaldo-antunes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 15:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[arnaldo antunes]]></category>
		<category><![CDATA[encaixes]]></category>
		<category><![CDATA[lingua portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Querido Poeta! “Poesia é Visual”&#8230; Psiu! Com concretas palavras, cimentamos a VOZ do POETA, feito pá de argamassa colocamos nossa língua a trabalhar junto aos dedos para que num pulsar de sangues, sejamos elos, um anel, pontes entre palavras. Palavras Concretas, canais de leituras entre boca-coração, vamos deCantando na poeira da vida outros olhares para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Querido Poeta!</p>
<p>“Poesia é Visual”&#8230; Psiu!</p>
<p>Com concretas palavras, cimentamos a VOZ do POETA, feito pá de argamassa colocamos nossa língua a trabalhar junto aos dedos para que num pulsar de sangues, sejamos elos, um anel,  pontes entre palavras.</p>
<p>Palavras Concretas, canais de leituras entre boca-coração, vamos deCantando na poeira da vida outros olhares para que o gosto das sílabas sigam além das palavras, ritmos que serão versos, cantos que conVersem e sigam canção a outros significantes e nesse andar, colhemos o ritmo que deságua em rios que nos resignifiquem.</p>
<p>Aí, querido Poeta, sabemos que saliva é clareza, síntese, interação que colam forma e conteúdo e unem carneMente – poesia, oral idade, jogo lúdico &#8211; que nos imaginam para um dia poder existir. </p>
<p>E a vida não seria isso?</p>
<p>É verdade: “ a poesia tem público muito pequeno, e a canção popular acaba sendo um poderoso meio de veiculação da linguagem poética cantada.” Mas será que sem poesia haveria o vice versa?</p>
<p><em>Psia</em>, entre piscina e pia, está a água, linguagem, mar de <em>tudos</em> que vai além do imaginável, portanto <em>batizável</em> já que quem a usa é quem vai reinventá-la, e “ qualquer coisa que não fique ilesa, qualquer coisa, qualquer coisa que não fixe “ e escorra, desCANTA, perfura a realidade, criando outros cenário, subverte os olhos a olhar o que antes nem existia&#8230;</p>
<p>Sim, a Poesia é visual, por isso deveria tocar a todos, tipo sangue que batuca ossos, cérebro e coração que colocam nossas mãos a produzir conversas, encontros e desejo de ser lida&#8230;por isso te envio <em>EncaiXes</em> – Livro de Poesia – produzido e por Vidráguas e co-editado com a <em>Razão</em>, uma produção pequena, mas feito nascente que acredita que entre palavras, entrelaçaremos mais mídias para que o canto dos pássaros prossiga&#8230; à Foz!</p>
<p>Ave  Poesia! </p>
<p>E parabéns pela entrevista na revista <em>Língua Portuguesa</em> e sucesso com o novo livro e como dizes: “ os grandes professores são os que conseguem motivar os seus alunos.”<br />
Um abraço carinhoso,</p>
<p>Carmen Silvia Presotto<br />
em novembro de 2006, Porto Alegre,HOJE.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>amanhã, dia de poesia e canção com Arnaldo Antunes e Luís Augusto Fischer</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/03/31/amanha-poesia-e-cancao-com-arnaldo-antunes-e-luis-augusto-fischer/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[arnaldo antunes]]></category>
		<category><![CDATA[canção]]></category>
		<category><![CDATA[luís augusto fischer]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto unimusica 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[crédito: Márcia Xavier Arnaldo Antunes abre o Projeto Unimúsica 2009 &#8211; série cancionistas. O show acontece dia 02 de abril, às 19h, no Salão de Atos da UFRGS. Distribuição de senhas a partir de 30 de março, das 9h às 18h, na bilheteria do Salão de Atos. No dia 01, às 19h, na Sala II, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/arnaldofotocopy41.jpg" alt="arnaldofotocopy41" title="arnaldofotocopy41" width="170" height="166" class="alignnone size-full wp-image-2474" /><br />
crédito: Márcia Xavier</p>
<p>Arnaldo Antunes abre o <strong>Projeto Unimúsica 2009</strong> &#8211; série cancionistas. O show acontece dia 02 de abril, às 19h, no Salão de Atos da UFRGS. Distribuição de senhas a partir de 30 de março, das 9h às 18h, na bilheteria do Salão de Atos. No dia 01, às 19h, na Sala II, Arnaldo Antunes e Luís Augusto Fischer conversam sobre poesia e canção.</p>
<p>Confiram a programação no site:<br />
www.difusaocultural.ufrgs.br</p>
]]></content:encoded>
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