o vaso de murano, poema premiado

O VASO DE MURANO poema de Augusto Sérgio Bastos Sobre a velha mesa, na sala de jantar, faísca o vaso de Murano. Meu pai, orgulhoso da compra, fala do cristal em fusão, do forno em brasa, do sopro, do saber do artesão. O brilho intenso me fascina. Mantenho meus irmãos à distância. (Tanto medo que quebrassem o vaso da minha infância. Tanto medo que se partisse o encanto.) No cuidado de menino, soldadinhos de chumbo vigiam e marcham pelo piso de tábua corrida. Hoje, antiga toalha de linho branco recobre em silêncio a mesa vazia. *O poema Vasos de Murano de Augusto Sérgio Bastos, foi premiado juntamente com Luiz Otávio Oliani no concurso Literário Yoshio Takemoto, categoria poesia em língua portuguesa, promovido pela Associação Cultural e...

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