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	<title>Vidráguas &#187; carmen;carmen silvia presotto</title>
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		<title>Despoemo ao ódio do mundo por Carmen Presotto</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Despoemo ao ódio do mundo Leio-te em movimentos&#8230; alheia colho revoltas onde escondes a ira e me miras sem rodeios, descrevo- te veneno de todo o falso és fundo de muitos mundos onde umbigas as paredes e cadarças sem dores perdoo desfio-te Leio-te entre cadafalsos&#8230; Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas. A foto é de Guy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Despoemo ao ódio do mundo<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy_bourdin_21.jpg" rel="lightbox[13839]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy_bourdin_21-251x300.jpg" alt="" title="guy_bourdin_2[1]" width="251" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13840" /></a><br />
<br />
Leio-te<br />
em movimentos&#8230;<br />
<br />
alheia<br />
colho revoltas<br />
onde escondes a ira<br />
e me miras<br />
sem rodeios,<br />
descrevo- te<br />
<br />
veneno<br />
de todo o falso<br />
és fundo de muitos mundos<br />
onde umbigas as paredes<br />
e cadarças<br />
sem dores perdoo<br />
desfio-te<br />
<br />
Leio-te<br />
entre cadafalsos&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas.<br />
<br />
A foto é de Guy Bourdin!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando me casei com a Poesia&#8230; conVersa de Carmen Presotto</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 20:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando me casei com a Poesia por Carmen Silvia Presotto Arte de Américo Conte Quando me casei com a poesia, não sabia o que era casamento, menos ainda poesia. abanava as tranças andava em balanços girava na gangorra inventava palavras Escutava Cecília, Bilac e Quintana em meus sábados infantis&#8230; Quando me acasalei com a poesia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me casei com a Poesia<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen_silvia_presotto1.jpg" rel="lightbox[12969]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen_silvia_presotto1-218x300.jpg" alt="" title="carmen_silvia_presotto" width="218" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12970" /></a><br />
Arte de Américo Conte<br />
<br />
Quando me casei com a poesia, não sabia o que era casamento, menos ainda poesia.<br />
<br />
abanava as tranças<br />
andava  em balanços<br />
girava na gangorra<br />
inventava palavras<br />
<br />
Escutava Cecília, Bilac e Quintana em meus sábados infantis&#8230;<br />
<br />
Quando me acasalei com a poesia, não sabia de mim, não sabia dos dias, lia a outros, buscava outras em mim e sigo meu trajeto, assim me perco, me encontro, traduzo-me&#8230;<br />
<br />
Se desejarem, aviso que é longo!, sigam o casamento poético&#8230;<br />
<span id="more-12969"></span><br />
<br />
Lia romances, biografias, jogava cartas, arrastava tamancos, inventava palavras e escrevia sonhos no ar, desenhava no mar, esculpia o vento, reanimava  um tempo duro, condensava rimas metáforas em deslocamentos cantantis com Chico, Caetano e Gil.<br />
<br />
inventava<br />
fazia estripulias<br />
andanças mil<br />
<br />
E as gangorras não voavam mais, ganharam um só giro. Ditos duros, palavras certas, metáforas cambaleantes, genialmente encavernadas, e nós dedos ululantes em fila atrás da música poesia&#8230;<br />
e nós<br />
cortamos as tranças<br />
acorrentamos os balanços<br />
<br />
Quando engravidei da Poesia,  culpei A Rosa do Povo de Drummond,  A estrela da Manhã de Bandeira, As Solombras de Cecília,  Os Baús de Quintana, O Poema Sujo de Gullar,  As Galáxias Concretas dos Campos Concretos e Semióticos de Pignatari, até porque Woolf, Plath, Maiakóviski, e tantos outros cabiam ali&#8230; e me apaixonei por Aquitânia, e os cancioneiros provincialMentes, com A Saga dos Plantagenetas de Plaidy, uma edição comprada na banca da esquina chegaram a mim&#8230;<br />
<br />
A primavera já era em Praga, os cinemas Bergaman, Allen, os Morangos de Caio me ajudavam a compreender os tempo mofados, Lispector me queima com sua Água Viva, o buquê de versos, se ampliam e aí, os cabelos podavam o que a mente não podia ainda revelar, curtinhos, ágeis, substituíram  as tranças, as borrachas dos sutiãs queimavam, os cadarços das botas se afunilavam e por sorte havia Vinícius por aqui&#8230; entre idas e vindas&#8230; foram voltando os cancioneiros, os poetas e as tranças meninas e  com elas chegaram  Sócrates, Platão, Nietzche.<br />
<br />
Chegaram Krusteva, Saussaure, e a poesia castelhana para  me soprar as  pautas de  Machado &#8230; Pessoa chega intensamente e com ele Camões e Shakespeare e com eles Duclós e uma fila de Bardos,  o meu texto virou uma gangue universal, ecos de todos os lados, e o balanço passou a ser minha ressignificação e as palavras começaram a ser escovadas, esculpidas, vestidas&#8230;Chegou Morin.<br />
<br />
Veio Picasso, veio Magritte, na caravana um cortejo de imagens. Veio Bresson, e revejo Eisenstein, abro uma História em minhas artes e o que já estava se amplia, olho pra trás e todos estavam lá desde o Jardim da Infância, no olhar que educa, que conduz, que transmite.<br />
<br />
Veio Shüler, veio Joyce e os jogos ficaram mais poéticos, veio a internet, veio o espaço e o tempo mais flexível, o sujeito impessoal, passou a ser virtual, mas que há&#8230;existe&#8230; E veio A Poesia Erótica, veio José Paulo Paes e com ele: gregos, romanos e surrealistas. Veio Whitman, Baudelaire, Rimbaud me recompondo Mallarmé, me transcrevendo de Apollinaire a Breton e Perét,  etimologias e fundamentos ao casamento.<br />
<br />
Bem, conto-lhes que hoje despertei, busquei uma aliança de diamante para reforçar o casamento poético, agora estico as tranças do tempo até aqui vivido, verto no leito em branco, renovo as núpcias com Proust,   abro meus Postigos e seguimos  em busca do tempo perdido, sim, aquele  que ainda está por vir&#8230;<br />
<br /> <br />
Quando casei com a poesia,  foi quando me amarrei de amor aos Livros. Por isso,  hoje refaço o pacto, retorno a eles, recomponho as estantes de minha vida, tiro o pó de algumas páginas, faço delas, dorso e travesseiro, debruço-me nos contemporâneos e  &#8211; me encontro com os clássicos &#8230;<br />
<br />
Rio, sim?!<br />
<br />
Imaginem vocês, fui atrás de Augusto de Campos, e cai justo em A Ira de Aquiles – Canto I da Íliada de Homero. MHNIE dele e Trajano Vieira&#8230;bem, e morto Aquiles adentramos novamente na Odisséia e a Poesia em mim, filosofa, inventa e versa e reversa e controversa e conVersa e quando me dou conta, volto à Provence, para me reencontrar com os Bardos.<br />
<br />
Então, poetas amados, feito uma evasAlma que se rebusca,  reforço o batom, rego a Amorréia, Esfolisco o transcurso e repasso o prefácio, que logo estarei repassando, porque seria injusto retê-lo, ele diz de mim, ele diz de nós, ele funda o casamento poético em Vidráguas, em Anáguas , nas redes sociais que estudamos e projetamos.<br />
<br />
No mais, podem nos prender, podem nos bater, podem  nos esfolar, lembrando Nara Leão, mas sem palavras, sem imaginação, sem língua que age, meu eu não sobrevive não &#8230; E poeticamente(s) seguimos, sigamos, no presente, que  é  o tempo da gente. Seja indicativo,  seja subjuntivo, quem seja sempre em Poesia, pois assim, em mim, um casamento mais do que  imperativo é real&#8230;.sucede.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>PontuAção em Vidráguas, para encerrar estrelada a noite&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 23:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vanessa Vieira]]></category>

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		<description><![CDATA[Desta vez, os poetas foram os alunos de Vanessa Vieira, professora que escreve, lê e ama poesia e , ao saber de nosso projeto interessou-se, acreditou, e Luiza Maciel Nogueira mais ainda. Tudo isso aconteceu em Rede Social, e o resultado está aí&#8230; e logo virá mais, Ave Poesia!! Para ler cliquem e ampliem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez, os poetas foram os alunos de <a href="http://trasnformandovidas.blogspot.com/2011/10/leitura-cria-cidadaos.html">Vanessa Vieira</a>, professora que escreve, lê e ama poesia e , ao saber de nosso projeto interessou-se, acreditou, e <a href="https://www.facebook.com/luizamacieln?ref=ts">Luiza Maciel Nogueira</a> mais ainda. Tudo isso aconteceu em Rede Social, e o resultado está aí&#8230; e logo virá mais, Ave Poesia!!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/crianças.jpg" rel="lightbox[12326]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/crianças-210x300.jpg" alt="" title="crianças" width="210" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12327" /></a><br />
<br />
Para ler cliquem e ampliem a imagem<br />
<br />
Psiu! Viemos desenvolvendo este Projeto, <a href="http://hosamis-causasui.blogspot.com/">Hosamis de Pádua</a> e Eu, e a ele foram-se juntando L<a href="http://versosdeluz.blogspot.com/">uiza Maciel Nogueira</a>, <a href="http://luananeres.blogspot.com/">Luana Neres</a> e agora <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100001373960958">Vanessa Vieira Gonçalves </a>com trabalhos de poesia junto a seus alunos… Logo teremos os registros do que tecemos, cujo passo inicial, pequeno em presença, mas intenso em projeções, foi na Feira de Ciência em Goiânia.<br />
<br />
Agora estará nas Bibliotecas de Sarandi, logo na feira do Livro de Porto Alegre, vestindo os lançamentos dos livros Vidráguas e seguimos&#8230; passo a passo, sabemos ser difícil, mas se um, dois, três, quatro, seis acreditarem o nada já perdeu espaço ao tudo, ao tempo que ainda está por chegar.<br />
<br />
Beijos, gracias a todos, boa noite, bom dia e seguimos com poesia no peito, na praça, na rua, na escola, na garra, na Vida&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>aprendiz, um presente poesia</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/05/10/aprendiz-um-presente-poesia/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 01:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[imagem da internet Aprendiz À Carmen Silva Presotto e Marcelo Silva Nas palavras que me ganham, Me embriagam com seu poder de falar o que sinto! Refém das atitudes&#8230;Amante da poesia. Mas quem me ensinará a ser poeta? Carmem Carmen Silvia Presotto? Marcelo Silva? Fontes de Inspirações. Ela a que faz de versos reflexos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/menina-lendo-0011.jpg" rel="lightbox[10135]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/menina-lendo-0011.jpg" alt="" title="menina lendo 001" width="448" height="334" class="alignnone size-full wp-image-10137" /></a><br />
imagem da internet<br />
<br />
Aprendiz<br />
À Carmen Silva Presotto e Marcelo Silva<br />
<br />
Nas palavras que me ganham,<br />
Me embriagam com seu poder de falar o que sinto!<br />
Refém das atitudes&#8230;Amante da poesia.<br />
<br />
Mas quem me ensinará a ser poeta?<br />
Carmem Carmen Silvia Presotto? Marcelo Silva?<br />
Fontes de Inspirações.<br />
Ela a que faz de versos reflexos de vida e Ele o que pesca nas palavras as mais lindas ilusões.<br />
<br />
Uma aprendiz de sussuros da alma,<br />
Detalhes do coração e prisioneira do silêncio que não se deixa calar!<br />
Seriam eles meus professores?<br />
<br />
As experiências me provam que sou &#8220;Palavra&#8221;.<br />
Sou Verso.<br />
Sou amor.<br />
E nas linhas mal traçadas da vida,<br />
escrevo em livro aberto o que me alimenta&#8230;<br />
<br />
Poema de Miquelinne Araujo dedicado a mim e Marcelo Silva.<br />
<br />
Psiu! Miquelinne um beijo grande e  por nos mostrares a importância de seguirmos eternos aprendizes. Sei que a poesia entre nós conVersa, por isso um grande beijo e seguimos seim!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>poema homenagem, em reedição&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/05/02/poema-homenagem-em-reedicao/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 15:39:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[EU FAÇO por Vilmar Pirituma Brasil Fotografia de Roberta Bizarro SE QUERES ME POSSUIR Se posso ser sua ME COMA COM SEU OLHAR Me devore aos poucos NÃO ME DESEJAS ETERNO A eternidade é abstrata SOU ESTAÇÕES A PROSSEGUIR Sou como lua, mutante ME AQUEÇA ,AINDA SOU INVERNO Me faça suar no verão SEJAS VERÃO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EU FAÇO<br />
por Vilmar Pirituma Brasil<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Carmen-Silvia-Presotto.jpg" rel="lightbox[10014]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Carmen-Silvia-Presotto.jpg" alt="" title="Carmen Silvia Presotto, em um poema presente de Vilmar Pirituma" width="298" height="448" class="alignnone size-full wp-image-10015" /></a><br />
Fotografia de Roberta Bizarro<br />
<br />
SE QUERES ME POSSUIR<br />
Se posso ser sua<br />
ME COMA COM SEU OLHAR<br />
Me devore aos poucos<br />
NÃO ME DESEJAS ETERNO<br />
A eternidade é abstrata<br />
SOU ESTAÇÕES A PROSSEGUIR<br />
Sou como lua, mutante<br />
<br />
ME AQUEÇA ,AINDA SOU INVERNO<br />
Me faça suar no verão<br />
SEJAS VERÃO A ME FITAR<br />
me faça gelar no inverno<br />
Por um simples toque.<br />
E ASSIM SINTONIZADA<br />
totalmente entorpecida<br />
EM VOZ ROUCA<br />
quase muda<br />
<br />
SE FAÇA FITA<br />
te mostro o fio da meada<br />
EU LAÇO<br />
eu me enrosco<br />
ME PEÇA<br />
te grito<br />
MANDE<br />
imploro<br />
GRITA<br />
sussurro<br />
REPONDO;<br />
não questiono<br />
O QUE QUERES<br />
o que imaginas?<br />
<br />
EU FAÇO.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>retorno sem dados&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/04/30/retorno-sem-dados/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 08:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hey, há momentos em que voltar ao passado é mais do que um eterno retorno, é a única possibilidade que temos de estar no ar&#8230; por isso, perdoem os dias aqui postados, até dia 28 de abril e desaparecidos, por problemas junto ao servidor, mas penso que logo estaremos com o material recuperado de volta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Relógio-Dali1.jpg" rel="lightbox[9726]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Relógio-Dali1.jpg" alt="" title="Relógio-Dali" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9304" /></a><br />
<br />
Hey, há momentos em que voltar ao passado é mais do que um eterno retorno, é a única possibilidade que temos de estar no ar&#8230; por isso, perdoem os dias aqui postados, até dia 28 de abril e desaparecidos, por problemas junto ao servidor, mas penso que logo estaremos com o material recuperado de volta, e com o Vidráguas atualizado, enquanto isso, boas leituras&#8230;<br />
<br />
A todos um beijo, bom dia, bom final de semana e seguimos! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>maresias, marevidas&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/04/18/maresias-marevidas/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 17:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen presotto]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[maresias]]></category>
		<category><![CDATA[marevidas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Beber o Mar é um caminho que sem paredes debruçará outras vibrações e quem mergulha sabe: viver é como se encurralar a cada respiração do Oceano&#8230; abrir uma janela a cada onda Poema de Carmen Silvia Presotto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/maresia-maerVidas-em-Vidráguas-poema-de-Carmen-Presotto.jpg" rel="lightbox[9607]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/maresia-maerVidas-em-Vidráguas-poema-de-Carmen-Presotto.jpg" alt="" title="maresia, maerVidas em Vidráguas, poema de Carmen Presotto" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9689" /></a><br />
<br />
Beber o Mar é um caminho<br />
que sem paredes<br />
debruçará outras vibrações<br />
<br />
e quem mergulha sabe:<br />
viver é como se encurralar a cada respiração do Oceano&#8230;<br />
<br />
abrir uma janela a cada onda<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>um dia&#8230; varreria a curva da idade</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 17:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen presotto]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Aznavour]]></category>
		<category><![CDATA[Dobras do Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia&#8230; Um dia do futuro viveria sem mim Inflaria o infinito em busca de realidades Voaria de minha solidão Varreria a curva da idade Alisaria as pregas da vida Vestiria com tua pele as madrugadas. Um dia do futuro fugiria de mim Rejuvenesceria a velhice de vésperas e Só pararia ao me ouvir em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" width="450" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/3Lx_VyjrpUk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Um dia&#8230;<br />
<br />
<em>Um dia do futuro viveria sem mim</em><br />
Inflaria o infinito em busca de realidades<br />
Voaria de minha solidão<br />
Varreria a curva da idade<br />
Alisaria as pregas da vida<br />
Vestiria com tua pele as madrugadas.<br />
<br />
Um dia do futuro fugiria de mim<br />
Rejuvenesceria a velhice de vésperas e<br />
Só pararia ao me ouvir em tuas palavras.<br />
Amor&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, Dobras do tempo, vidráguas. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vidráguas a 2011, a todos Feliz Natal e um sonho que não nos mate&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 15:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Keegan Gibbs]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas de Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[tempo-poesia-amor-verso-reverso]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sangue de Poeta Jamais dormiremos sem um sonho que não nos mate loucas seguirão as horas e que venha 2011 despertos de noites refeitos de ondas poemas pulsações gotas de sangue deixaremos no profundo o fracasso do corpo e nosso pior medo palavras nos dias seguiremos buscando outras terras outros rastros nem começo nem fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sangue de Poeta<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/1c2a9kgibbs-7183-keegan-gibbs-via-aubrey-road.jpg" rel="lightbox[8103]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/1c2a9kgibbs-7183-keegan-gibbs-via-aubrey-road.jpg" alt="vidráguas" title="1c2a9kgibbs-7183 keegan gibbs via aubrey road" width="448" height="296" class="alignnone size-full wp-image-8104" /></a><br />
<br />
Jamais dormiremos<br />
sem um sonho que não nos mate<br />
loucas seguirão as horas<br />
e que venha 2011<br />
<br />
despertos de noites<br />
refeitos de ondas<br />
poemas<br />
<br />
pulsações<br />
gotas de sangue<br />
deixaremos no profundo<br />
o fracasso do corpo<br />
e nosso pior medo<br />
<br />
palavras nos dias<br />
seguiremos buscando<br />
outras terras<br />
outros rastros<br />
nem começo nem fim<br />
bordas<br />
franjas<br />
de um naufrágio constante<br />
novidades<br />
apagaremos as sombras rasgadas pelo silêncio<br />
<br />
Logo será Natal<br />
e que venha o novo ano<br />
com um sonho que não nos mate&#8230;<br />
<br />
A todos Feliz Natal e 2011!<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto<br />
Fotografia:Keegan Gibbs</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>vidráguas no Semente de Amora</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/12/03/vidraguas-no-semente-de-amora/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/12/03/vidraguas-no-semente-de-amora/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 14:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Lou Albergaria]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vidráguas para Carmen Sílvia Presotto Vidro nas águas queDA lágrimas postigos corTAM seMENTES secas cruas esCORREM celeiro clanDESTINO O poema sujo! Escondido lufar de versos abrem folhas nas portas desdobram letras cansadas o escuro azul da alma asas iluminam&#8230; Poema: Lou Albergaria Tela: Vino Morais Leiam mais poemas no blog da autora: http://sementedeamora.blogspot.com/ Um beijo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vidráguas<br />
para Carmen Sílvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vino-1.jpg" rel="lightbox[7853]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vino-1.jpg" alt="" title="vino 1" width="257" height="380" class="alignnone size-full wp-image-7854" /></a><br />
<br />
Vidro nas águas<br />
queDA lágrimas<br />
postigos corTAM<br />
seMENTES secas<br />
cruas esCORREM<br />
celeiro clanDESTINO<br />
<br />
O poema sujo!<br />
<br />
Escondido<br />
lufar de versos abrem<br />
folhas nas portas<br />
desdobram letras cansadas<br />
o escuro azul da alma<br />
asas iluminam&#8230;<br />
<br />
Poema: Lou Albergaria<br />
Tela: Vino Morais<br />
<br />
Leiam mais poemas no blog da autora:<br />
<a href="http://sementedeamora.blogspot.com/">http://sementedeamora.blogspot.com/</a><br />
<br />
Um beijo Lou, o poema é muito lindo, fala de mim, fala comigo, conVersa!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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