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	<title>Vidráguas &#187; dobras</title>
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		<title>Dobras do anoitecer&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[anoitecer]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[dobras]]></category>
		<category><![CDATA[foto do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Bourdin]]></category>
		<category><![CDATA[poemas com eros]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Dobras do anoitecer por Carmen Silvia Presotto Dobro os lençóis da noite enfeito com flores de mel o dia retoco os sentimentos coloco asas em teus sussurros silêncio do vento absurdas cordas vozes ao pé do ouvido : vestígios do anoitecer recolho tuas pegadas sacudo os poros barulhos do tempo absurda sou mais que minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dobras do anoitecer<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy6.jpg" rel="lightbox[13375]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy6-300x201.jpg" alt="" title="guy6" width="300" height="201" class="alignnone size-medium wp-image-13376" /></a><br />
<br />
Dobro os lençóis da noite<br />
enfeito com flores de mel o dia<br />
retoco os sentimentos<br />
coloco asas em teus sussurros<br />
<br />
silêncio do vento<br />
absurdas cordas<br />
vozes ao pé do ouvido<br />
<br />
:<br />
<br />
vestígios do anoitecer<br />
recolho tuas pegadas<br />
sacudo os poros<br />
<br />
barulhos do tempo<br />
absurda sou mais<br />
que minha voz<br />
amas, ecoo<br />
<br />
me horizonto&#8230;<br />
<br />
Trago para cá, em nossa caixa de Pandora, este poema, já publicado lá em Vidráguas.<br />
</p>
<p>a foto é de Guy Bourdin!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>dobras do tempo, um livro, uma crônica</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/11/08/dobras-do-tempo-um-livro-uma-cronica/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/11/08/dobras-do-tempo-um-livro-uma-cronica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[dobras]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[“DOBRAS DO TEMPO” por Tânia Du Bois Meu dia é uma caixa de surpresas. Passo lendo e relendo livros. Gosto do que faço. Chego passar vários dias sem sair de casa. Apenas passeio em imaginação. O difícil é driblar o tempo. Orídes Fontela escreveu que”.. há um tempo para desviver o tempo”. Entendo como valorizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“DOBRAS DO TEMPO”<br />
por Tânia Du Bois<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSCN37491.jpg" alt="DSCN3749" title="DSCN3749" width="401" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4087" /><br />
<br />
Meu dia é uma caixa de surpresas. Passo lendo e relendo livros. Gosto do que faço. Chego passar vários dias sem sair de casa.  Apenas passeio em imaginação. O difícil é driblar o tempo.  Orídes Fontela escreveu que”.. há um tempo para desviver o tempo”.<br />
<br />
Entendo como valorizar a literatura, porque ela me dá liberdade e é simples representação da passagem do tempo.<br />
<br />
Boa surpresa é o livro DOBRAS DO TEMPO, de Carmen Silvia Presotto, que nos mostra os passos da liberdade nas lembranças de um tempo que embalou encontros, onde Uma Porta se Abre:<br />
“&#8230; degusto a vida entendida sob meus olhos. / Matizo essa grande aquarela e coloco uma foto minha na capa do livro. / Nele me vejo tão diferente. //&#8230; Números, registros e funções, palavras soltas ou / codificadas que abrem a porta para sair o que / quem sou.<br />
<br />
leia toda a crônica<br />
<span id="more-4088"></span><br />
<br />
Dobras do Tempo deixa claro que a mudança principal ocorre dentro de nós, em nossa alma, e mantém certo poder de encantamento, reproduzido em Dobras Naturais:<br />
“&#8230; Dobras naturais / abrigo de madrugadas / ao chegar o inverno, / não me deixes sem sol.”<br />
<br />
No livro, encontro detalhadamente as suas memórias, refletidas em Fardos de Memória:<br />
“&#8230; Fabriquei fortes paredes. / Isolei o vento, porém a casa aumentou. / Espiei a alma&#8230;/ Perdi as fendas da infância. / Dou aos olhos outros caminhos.”<br />
<br />
Os poemas recordam um tempo presente que nos permite compreender o sentido da vida, como histórias entrecruzadas em sua passagem,<br />
Passo da Liberdade:<br />
 “&#8230; Rastreamos velhos fantasmas e / cicatrizando uma sangrenta história / perpetuamos nossas paradas&#8230;”<br />
<br />
Ao participar um pouco mais desse mundo temporal sinto sensações especiais, ainda, presenteada com momentos únicos, “Se escrevo é para um dia renascer” e ”um dia do futuro viveria sem mim&#8230;”<br />
<br />
Um mundo invisível onde existem segredos que vão além da imaginação; a superação realizando transformações, que nos levam a uma viagem sonhadora, ao ponto de criarmos fantasias ao redor dos poemas, que tornam esses momentos, onde os seus cantos vão além das portas e janelas, expressão dos dias, todos, aqui passados, iluminados em estelares caminhos.<br />
<br /> <br />
“&#8230; Recrio o inventado / revivo minhas criaturas / e me descalço dessa dimensão. // Feito anjo não caído / Sobreponho-me // Feito poeta / visto-me de humanidade.”</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>lendo&#8230;uma porta se abre, Vidráguas ao Livro!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/10/29/lendo-uma-porta-se-abre-vidraguas-ao-livro/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 02:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[dobras]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma porta se abre Intrigante Fechei os livros, mas continuam as minhas leituras. Leio nuvens rabiscando céus, pássaros desenhando o horizonte, árvores dançando com o vento. Leio uma mistura de gente, piscar de olhos. Leio loiros, ruivos, morenos, homens, mulheres. Leio raças. Leio sexos. Degusto a vida estendida sob meus olhos. Matizo essa grande aquarela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma porta se abre<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/lendo....jpg" alt="lendo..." title="lendo..." width="401" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4021" /><br />
<br />
Intrigante<br />
Fechei  os livros, mas continuam as minhas leituras.<br />
Leio nuvens rabiscando céus, pássaros desenhando o horizonte,<br />
árvores dançando com o vento.<br />
<br />
Leio uma mistura de gente, piscar de olhos.<br />
Leio loiros, ruivos, morenos, homens, mulheres.<br />
Leio raças. Leio sexos.<br />
<br />
Degusto a vida estendida sob meus olhos.<br />
Matizo essa grande aquarela e coloco uma foto minha<br />
na capa do livro.<br />
Nele me vejo tão diferente.<br />
Encontro nas entrelinhas  um espelho, o qual me escancara<br />
sua campainha presa na garganta.<br />
Aciono-a: Há alguém em casa?<br />
Nada!<br />
<br />
leia toda a crônica<br />
<span id="more-4022"></span><br />
<br />
E quando uma porta fechada se abre, abro mais a boca:<br />
- genoma!<br />
<br />
Intrigante!<br />
Lerei meu mapa astral, lerei meu mapa genético, outros me<br />
lerão enquanto um eu teimoso ainda se esconde de mim.<br />
Surpreendente sujeito que me faz sonhar e recordar.<br />
Sorrateiro passado que vive em busca de quem sou.<br />
<br />
Intrigante!<br />
<br />
Sei que a ciência pode me transformar em Cinderela e<br />
Andróide.<br />
No entanto, um eco sussurra-me que os tempos mudaram&#8230;<br />
Acordo com os cataclismos!<br />
Não posso construir castelos na areia. Os ventos varreram<br />
todos esses desejos para o deserto e por mais que tente,<br />
nada, nem mesmo bisturis, farão eu voltar ou escapar do<br />
Senhor Eu que me movimenta.<br />
<br />
Intrigante!<br />
<br />
Cadencio emoção com pensamento para deslizar no túnel<br />
que vejo através do peito e então me leio: nome próprio<br />
com mapa astral com mapa genético com genoma  com<br />
identidade.<br />
Números, registros e funções, palavras soltas ou<br />
codificadas que abrem a porta para sair o que/ quem sou.<br />
<br />
E leio&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, <em>Dobras do Tempo</em>-2001.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dobras Naturais</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/03/20/dobras-naturais/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/03/20/dobras-naturais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 02:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[dobras]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[madrugada]]></category>
		<category><![CDATA[plátano]]></category>

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		<description><![CDATA[. (foto- arquivopessoal-Vidráguas) Plátano outonal fogo dourado que remexe folhas secas. Seiva da vida galhos musculosos caule torneado que reanima dormentes entranhas. Dobras naturais abrigo de madrugadas ao chegar o inverno, não me deixes sem sol. Sem calor&#8230; Serei mais um cadáver no tempo. Carmen Silvia Presotto em Dobras do Tempo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></em>.<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/platano-outonal.jpg" alt="platano-outonal" title="platano-outonal" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-2349" /><br />
(foto- arquivopessoal-Vidráguas)</p>
<p>Plátano outonal<br />
fogo dourado<br />
que remexe folhas secas.</p>
<p>Seiva da vida<br />
galhos musculosos<br />
caule torneado<br />
que reanima dormentes entranhas.</p>
<p>Dobras naturais<br />
abrigo de madrugadas<br />
ao chegar o inverno,<br />
não me deixes sem sol.</p>
<p>Sem calor&#8230;<br />
Serei mais um cadáver no tempo.</p>
<p>Carmen Silvia Presotto em <em>Dobras do Tempo</p>
]]></content:encoded>
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