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	<title>Vidráguas &#187; elisa lucinda</title>
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		<title>Educação para vida, uma carta-crônica de Elisa Lucinda&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 15:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EDUCAÇÃO PARA A VIDA por Elisa Lucinda *Uma foto antiga,mas bom recordar este abraço na Jornada Literária de Passo Fundo Psiu! Um recado, um convite e uma crônica de Elisa Lucinda Olá, queridos amigos! É com muito carinho que a Casa Poema abre suas portas mais uma vez para o nosso divertidíssimo Sarau, como vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EDUCAÇÃO PARA A VIDA<br />
por <a href="http://casapoema.com.br/">Elisa Lucinda</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Elisa-Lucinda.jpg" rel="lightbox[12945]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Elisa-Lucinda-300x225.jpg" alt="" title="Elisa Lucinda" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-12946" /></a><br />
*Uma foto antiga,mas bom recordar este abraço na Jornada Literária de Passo Fundo<br />
<br />
Psiu! Um recado, um convite e uma crônica de Elisa Lucinda<br />
<br />
Olá, queridos amigos!<br />
<br />
É com muito carinho que a Casa Poema abre suas portas mais uma vez para o nosso divertidíssimo Sarau, como vem acontecendo toda última quinta-feira de cada mês. O próximo é agora, dia 24 a partir das 20h. A entrada é somente um livro de poesia novo ou usado para nossa singela biblioteca poética.<br />
<br />
O endereço da Casa Poema é: Rua Paulino Fernandes, nº 15 – Botafogo – bem pertinho do metrô. Saída pela Voluntários<br />
<br />
Não vou cansar de falar do tema enquanto achar necessário: Não há outro propósito na existência de qualquer instituição educativa a não ser a função de educar para a vida. Não bastassem as afinidades do nosso sistema escolar com os cárceres (uniformes, grade curricular, pátios áridos, altos muros, sirene entre as aulas), seu ensino continua estanque, longe do ser humano e esse conceito forma a sociedade. Por isso corremos o risco permanente quando vamos ao médico de joelho, por exemplo, que nos medica com um antiinflamatório que há de arrasar a flora intestinal, ofender o fígado, para salvar o joelho.<br />
<br />
É como se o resto do corpo não fosse assunto desse médico, como se um joelho fosse não uma parte, mas um paciente inteiro (por sinal incompleto). Por causa dessa contradição o aluno tem diarréia no dia da prova sobre aparelho digestivo sem saber que na prática a prova já começou. Nele. No corpo dele. Sigo na certeza de que os mais simples conhecimentos da ciência, da medicina, precisam estar na sala de aula.<br />
<br />
Leia toda a carta-crônica e hoje tem <a href="http://portalliteral.terra.com.br/artigos/casa-poema-elisa-lucinda">Sarau na Casa do Poema</a>, 20h!<br />
<br />
<span id="more-12945"></span><br />
<br />
Todo menino deveria aprender a medir a pressão, contar batimento do pulso, saber respiração boca-a-boca, reconhecer a emergência para tirar de uma crise ou salvar seu semelhante e até ele próprio. É dever da escola &#8220;ensinar sobre as drogas, explicar cientificamente o que acontece com o cérebro quando usamos cada uma delas: cocaína, crack, álcool,maconha, ecstasy e etc&#8221;, diz a minha querida  poeta Roseana Murray.  E&#8221; mostrar os dois lados, sem ter medo da verdade&#8221;.  Penso que é também dever da escola a interdisciplinaridade entre as matérias porque não há Geografia sem História, nem História sem Biologia, nem Biologia sem Física, nem Física sem Química. Assim como há Matemática na Música e Português na Medicina. Não faz sentido que essas matérias sigam dissociadas feito o joelho e o fígado de um paciente dissecado por uma noção equivocada da saúde e de bem estar da civilização.<br />
<br />
Da mesma maneira tanto a família quanto a escola se complicam quando o assunto é sexo. Ensinamos aos nossos filhos e alunos os nomes da nossa composição: olho, boca, orelha, nariz. Mas ao chegar na pélvis fica todo mundo gago e com milhões de inexplicáveis apelidos: bumbum, pipi, pintinho, perereca, papica, e um desfilar de adjetivos sem fim cujo o único fim é tapar o sol com a peneira.<br />
<br />
Por que tanto problema com a sagrada portinha por onde a humanidade entra e sai? Por que há tantos bonecos ainda sem penisinho? Por que tanta preocupação com o ânus se todos os gêneros têm o seu? Coitado do ânus! Tratamo-lo com o mesmo desprezo e preconceito com que tratamos os nossos resíduos urbanos e seus cuidadores. Palavrões continuam a desestruturar e tirar o equilíbrio dos conservadores, porque todos sabemos que o que ralmente assusta a esses senhores é o fundo sexual ao qual todo palavrão remete.<br />
<br />
O que bebemos e o que comemos será eliminado por nós, mas os orifícios e órgãos responsáveis por esse serviço fundamental para a dinâmica metabólica de nossa saúde não tem glamour nem nobreza e a sexualidade ainda piora sua reputação.<br />
<br />
É grave. Está resultando numa sociedade cheia de prisão de ventre, preconceitos e contradições aumentando o número de receitas tarja preta. Reparou como tudo está na educação? Reparou que um país que não tiver uma política educacional consistente e conseqüente para um futuro são,  não se estabelecerá sem a violência e a dificuldade de convivência que continuamos a assistir? O certo é que também a nutrição, como base da saúde está fora da informação escolar.<br />
<br />
Felizmente, visionários, competentes profissionais de cada área, sonhadores e artistas de plantão, furam o esquema e mudam o rumo dessa prosa. Esses dias mesmo assistindo a novela &#8220;Aquele Beijo&#8221;, do Miguel Falabela, mais meus olhos se revelaram atentíssimos à aquela obra em cartaz num horário em que muitos jovens estão com os olhos colados na TV.<br />
<br />
A personagem Cláudia, vivida pela atriz Geovana Antonelli, em mais uma excelente atuação, diz com a naturalidade e displicência coloquial que o texto pedia:&#8221; pera aí que eu vou fazer xixi&#8221;. Foi a primeira vez que vi. Em anos de novela jamais vi essa cena. Talvez seja pioneira mesmo na dramaturgia da televisão brasileira, diga-se de passagem, a mais avançada do mundo.<br />
<br />
Aliás, é raro alguém ir ao banheiro nessas tramas. Raro também é ver alguém lendo um livro, é merchandising de livro dentro da história, uma coisa de tão fácil inserção!<br />
<br />
É raro  uma biblioteca compondo o ambiente, a não ser como fundo de escuros escritórios. Umas bibliotecas mortas. Aliás, poucas vezes livro é assunto. É Miguel Falabella quem de novo nos socorre. Além de suas poéticas narrativas, vi no mesmo capítulo um personagem adolescente que cita alguma coisa muito bonita, comparando o amor com um rio que sempre volta ao seu leito original, cujo  curso ninguém é capaz de impedir ou mudar. Perguntado pelo pai onde aprendera tais bonitos e profundos pensamentos o jovem respondeu com um singelo sorriso: &#8220;onde meu pai? ora, onde seria? nos livros, nos livros!&#8221;Alô, alô televisão, escola, família, é a vida a matéria da educação. Melhorar o mundo é a sua razão.<br />
<br />
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		<title>que o beijo siga em todos os dias&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 12:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reconstituição Tive de repente saudade da bebida que eu estava bebendo&#8230; tive saudade e tentei me lembrar que gosto faltava, qual era a bebida&#8230; Fui procurando entre copos e móveis e dei com sua boca. A saudade era dela A bebida era o beijo. Poema de Elisa Lucinda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reconstituição<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/que-o-beijo-siga-todos-os-dias.jpg" rel="lightbox[9555]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/que-o-beijo-siga-todos-os-dias.jpg" alt="" title="que o beijo siga todos os dias" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9713" /></a><br />
<br />
Tive de repente<br />
saudade da bebida que eu estava bebendo&#8230;<br />
tive saudade e tentei me lembrar que gosto faltava,<br />
qual era a bebida&#8230;<br />
Fui procurando entre copos e móveis<br />
e dei com sua boca.<br />
<br />
A saudade era dela<br />
A bebida era o beijo.<br />
<br />
Poema de Elisa Lucinda</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ô danada e Divino Botequim, um show e uma receita de Elisa Lucinda</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 15:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DIVINO BOTEQUIM por Elisa Lucinda Neste templo e no meu tempo escrevo o céu e o inferno de mim. Sei que todo ser humano é assim: uma hora vem pra cá, uma hora vem parar num bar. Porque , para alguns, é uma espécie de lar o botequim. Aquele cara da mesa ao lado talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DIVINO BOTEQUIM<br />
por Elisa Lucinda<br />
<br /> <br />
Neste templo e no meu tempo escrevo o céu e o inferno de mim.<br />
Sei que todo ser humano é assim: uma hora vem pra cá, uma hora vem parar num bar.<br />
Porque , para alguns, é uma espécie de lar o botequim.<br />
Aquele cara da mesa ao lado talvez se chame Eduardo e, pelo jeito concentrado , está sonhando acordado, sob a luz do pôr do sol cor de cereja  refratada  no copo de cerveja.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cerveja01.jpg" rel="lightbox[7127]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cerveja01.jpg" alt="cerveja01" title="cerveja01" width="403" height="336" class="alignnone size-full wp-image-7128" /></a><br />
Copo de Cerveja de Theodora<br />
<br />
Aqui, nasceu de mim e de muita gente que não conheço nome ou fato,<br />
muita poesia de  guardanapo, que é  o caderno, avulso e à mão,<br />
que verte em literatura o que sai do peito da gente.<br />
<br />
Quem disser que não, mente:<br />
Há uma hora em que um bar fica fazendo parte da vida da gente!<br />
Lugar de encontrar amigos, de brindar com a tribo, de fazer novos parentes.<br />
Lugar de restauração para momentos de solidão.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bar02.jpg" rel="lightbox[7127]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bar02.jpg" alt="bar02" title="bar02" width="403" height="336" class="alignnone size-full wp-image-7129" /></a><br />
Mesa de Bar de Claudio Niederauer<br />
<br />
Sentar-se diante de si à mesa, repensar a vida,  afogar as mágoas,<br />
organizar  a folia interna do Bloco do Eu mesmo.<br />
<br />
Leiam toda a receita<br />
<br />
<span id="more-7127"></span><br />
<br />
Aquele da mesa ao fundo, parece que se chama Raimundo e, do jeito que entorna o pote, vai deixar a ver navios a fogosa namorada com olhos de amor e noitada.<br />
<br />
Da vida aprendo tanta coisa, e ainda não sei quase nada!<br />
<br />
Em pleno devaneio, alguém me coloca à frente um prato de quitutes,<br />
num gesto  gentil de um homem  bom. Ora, quem é?  Só pode ser o garçom!<br />
Aquele que, de ilustre desconhecido pode passar rapidamente a  melhor amigo;O que recomenda, agrada , atende, confia e compreende.<br />
Por isso é que eu gosto daqui, agora você me entende?<br />
Lugar de prazer tem a garantia das escolhas. Aqui só vem quem quer.<br />
Cada um faz o lazer que preferir, por isso montei no lombo do livre arbítrio e desembarquei aqui.<br />
Vim escrever estas palavras, estas dionisíacas palavras que não escolhi.<br />
Quem o fez foi meu ébrio coração que de romantismo se embriaga<br />
na birosca da ilusão erguida na terra fértil da emoção.<br />
A linda morena escuta na mesa em frente, o namorado  que para ela numa poesia canta palavras de congo e promessas: “madalena, madalena, você é meu bem querer, eu vou falar pra todo mundo, vou falar para todo mundo que eu só quero é você”<br />
O tamborim assuntou o tema e ninguém de nada mais quis saber.<br />
<br />
Quando a música trouxe o samba e a batucada, a lua da madrugada<br />
mais  brilhou para quem quisesse ver , farrear, namorar ou simplesmente agradecer.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bar03.jpg" rel="lightbox[7127]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bar03.jpg" alt="bar03" title="bar03" width="336" height="424" class="alignnone size-full wp-image-7130" /></a><br />
Arantes de Juliana Jacyntho Cadeira Meira<br />
<br />
Escrevo neste ambiente de garrafas, passageiros, temperos, conversas e beijos, continuando o gracejo de Noel, Cartola e Vinicius, cujos versos  dinamizados em Nelson  Cavaquinho, acertaram em minha alma romântica  a dose de Tom Jobim que bebi.<br />
<br />
É noite, na igreja dos boêmios, na capixaba catedral dos sonhadores.<br />
Ouve-se os tambores batendo nos corações dos homens de bem<br />
querendo por bem a paz do mundo, enfim.<br />
<br />
Pois bem, que seja esta a filosofia do nosso DIVINO BOTEQUIM!<br />
<br /> <br />
Psiu! Recado de Elisa Lucinda dando a origem desta receita que nos embriaga:<br />
&#8220;Veja só como é a vida de um poeta. Alexandre, com quem faço parcerias desde que inaugurei com um recital o Hotel Pasárgada, desta vez me fez a encomenda de um poema para figurar no cardápio de seu novo sonho-bar. Pois está provado que  tudo é matéria de poesia. Bebam-na!&#8221;<br />
E<br />
As boas novas de setembro é que o show  “ô danada”, com Elisa Lucinda e Marcus segue hoje em única apresentação no planetário da Gávea. O projeto  é o Astros em cena que entre poesias e lindas canções, farão uma noite iluminada pelas estrelas e pelo luar de setembro. Não percam!</p>
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		<title>pensando a Poesia com Rubem Alves e Elisa Lucinda</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 16:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="450" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ySR69XniQb0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ySR69XniQb0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Ferreira Gullar e Elisa Lucinda entre-vistas e voz, imperdíveis!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 21:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ferreira Gullar, a poesia que nasce do espanto Durante um encontro com a poeta e atriz Elisa Lucinda, na Casa Poema, no Rio de Janeiro, o poeta Ferreira Gullar, nos concedeu uma descontraída entrevista, onde falou, entre outras coisas sobre arte, e a sua arte específica , a poesia, que passou por mudanças notáveis ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ferreira Gullar, a poesia que nasce do espanto<br />
<br />
Durante um encontro com a poeta e atriz Elisa Lucinda, na Casa Poema, no Rio de Janeiro, o poeta Ferreira Gullar, nos concedeu uma descontraída entrevista, onde falou, entre outras coisas sobre arte, e a sua arte específica , a poesia, que passou por mudanças notáveis ao longo do anos. “Porque você vai descobrindo outras coisas, indagando outras coisas, e isso se reflete no modo de fazer poesia.”<br />
<br />
Uma das vozes mais importantes da arte brasileira, Ferreira Gullar é um exemplo de vigor intelectual – é crítico de arte, poeta, tradutor, biógrafo, memorialista e ensaísta.  Aos 79 anos, numa trajetória que atravessa momentos decisivos da formação da nossa cultura, Gullar ainda permite se espantar com o dia-a-dia. A gênese da obra do poeta está nas surpresas que a vida reserva.<br />
<br />
<object width="450" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DTi-rcf_S6A&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/DTi-rcf_S6A&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="340"></embed></object><br />
<br />
Leia todo o artigo<br />
<span id="more-4251"></span><br />
<br />
“A minha poesia, costumo dizer, nasce no espanto. Precisa de alguma coisa que me surpreenda – que eu não tenha descoberto ainda na vida, com minha experiência de vida.”, confessa Gullar, defensor da prática da simplicidade na escrita do poema.<br />
<br />
“Eu só, realmente, não gosto de uma certa tendência, que às vezes se manifesta, de uma poesia hermética, uma poesia incompreensível. Acho que isso não é um caminho certo. Poesia não é “vou ao mercado comprar banana”. Não é isso. Não é o óbvio. Mas não deve ser uma coisa que a pessoa lê e não compreende.”<br />
<br />
Nascido em São Luís do Maranhão, e radicado no Rio de Janeiro desde 1951, José Ribamar Ferreira é um cidadão atuante, político. Atento à educação e à arte, consciente da força de suas palavras, o poeta não poupa críticas ao governo Lula.<br />
<br />
“O Brasil corre um risco grave. O Lula, que é um sindicalista, junto com os companheiros de sindicato, está ocupando setores importantes da sociedade – fundos de pensão, as grandes empresas estatais. Eles pretendem ficar no governo para sempre, fazendo uma política de caráter sindicalista, oportunista e demagógica”, afirma.<br />
<br />
Antes do término da entrevista, Elisa Lucinda é convidada a ler alguns versos para Ferreira Gullar. O poema escolhido é &#8220;Ao rés do chão&#8221;, escrito durante o exílio em Buenos Aires, nos anos 1970.<br />
<br />
O motivo do encontro? Entre sorrisos, Elisa justifica: “A Escola [Lucinda de Poesia Viva] sempre teve o Gullar como referência. Ferreira é um poeta afinado com o seu tempo. O poeta é o tradutor dos sentimentos humanos, dá testemunho. Gullar é receitado e recitado”. (Ramon Mello)<br />
<br />
Leia toda entrevista:</p>
<p>http://www.saraivaconteudo.com.br/Artigo.aspx?id=154</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>hoje é dia de Viver de Poesia com Elisa Lucinda, no StudioClio</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/11/05/hoje-e-dia-de-viver-poesia-de-elisa-lucinda-no-studioclio/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ruy carlos ostermann]]></category>

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		<description><![CDATA[Viver de Poesia Há tanto o que fazer com a poesia que eu quase não dou conta das tarefas. Trazê-la em estado de circulação é mais que assumi-la sangue de tanto me afundar no mangue decorei o caminho do emergir a volta do desmaio do cair em si em mi e mais todas as notas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/1256754886_encontros_elisa_lucinda.jpg" alt="1256754886_encontros_elisa_lucinda" title="1256754886_encontros_elisa_lucinda" width="250" height="374" class="alignnone size-full wp-image-4064" /><br />
<br />
Viver de Poesia<br />
<br /> <br />
Há tanto o que fazer com a poesia<br />
que eu quase não dou conta das tarefas.<br />
Trazê-la em estado de circulação<br />
é mais que assumi-la sangue<br />
de tanto me afundar no mangue<br />
decorei o caminho do emergir<br />
a volta do desmaio<br />
do cair em si em mi<br />
e mais todas as notas do percurso e escola.<br />
Há tanto o que transar com a poesia<br />
que tenho estado com ela sem nenhum projeto de anticoncepção<br />
falá-la então é o VT desse sexo explícito de procriação<br />
com direito a prazer e gozo em cada dobra de rima<br />
Trazendo-a em estado vivo exerço a alquimia<br />
de atropelar o efêmero<br />
com o doce trator da perpetuação<br />
agarrada aos motivos eternos<br />
dos versos que eu escrevi<br />
latejante exposição em estado de música e fotografia<br />
é o que faço aqui<br />
e aqui chego com meus cães:<br />
sigo tudo de acordo com as ordens do Deus poema<br />
que é o fiel domador.<br />
<br />
Corro, sento, busco ossos<br />
e inda faço gracinhas<br />
elefante, golfinho, leão, macaquinho,<br />
sopro, tambor, teclado, cavaquinho<br />
vou bebendo vinho.<br />
Há tanto o que fazer com a poesia<br />
Há tanto o que namorar com a poesia<br />
Há tanto o que compreender com a poesia<br />
Há tanto o que viajar com a poesia<br />
que eu com esse excesso de bagagem<br />
passo na cara do vigia<br />
de mãos vazias.<br />
Mas tamanha é a magia<br />
que toda a muamba que ninguém via<br />
agora se esparrama no palco:<br />
ela rainha, galinha<br />
sambando no pedaço,<br />
minha rainha poesia<br />
e de salto alto.<br />
Elisa Lucinda -(Rio, verão de 1991)<br />
<br />
Psiu! Hoje a poesia de Elisa Lucinda tem encontro marcado com o Professor  Ruy Carlos Ostermann no StudioClio&#8230;<br />
<br />
Saibam mais visitando o site: www.studioclio.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vidráguas ao Manguarê Poético!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/08/07/vidraguas-ao-manguare-poetico/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 21:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>

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		<description><![CDATA[Cecaes e Elisa Lucinda apresentam Manguerê Poético Local: Theatro Carlos Gomes – Vitória – ES, dia 13 de agosto, às 20:00hs. A entrada é franca, para confirmar presença, liguem do dia 10 ao dia 13 – segunda à quinta, das 10 às 16h, para: 21 2286 5976/77 ou pelo email &#8211; casapoema@casapoema.com.br Esta iniciativa integra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cecaes e Elisa Lucinda apresentam<br />
Manguerê Poético<br />
 <img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/web_convite_manguerepoetico.jpg" alt="web_convite_manguerepoetico" title="web_convite_manguerepoetico" width="289" height="448" class="alignnone size-full wp-image-3601" /></p>
<p>Local: Theatro Carlos Gomes – Vitória – ES, dia 13 de agosto, às 20:00hs. A entrada é franca, para confirmar presença, liguem do dia 10 ao dia 13 – segunda à quinta, das 10 às 16h, para:<br />
21 2286 5976/77  ou pelo email &#8211; casapoema@casapoema.com.br<br />
<br />
Esta iniciativa integra o prêmio Interação Estética – residências artísticas em Pontos de Cultura.<br />
<br />
Saibam mais deste projeto, lendo:<br />
<span id="more-3600"></span><br />
Olá meus queridos,<br />
<br />
Dentro desse primeiro semestre, realizamos um projeto quentíssimo, chamado “Manguerê Poético”, que é fruto do Interações Estéticas, iniciativa da Funarte. Está posto que quando chega a palavra na boca de um menino que nunca a teve como instrumento de mudança e transformação, tudo muda; o mundo dela, que é o de todos nós, muda. Por cinco meses, eu e o professor Daniel Rolim, grande pilar da Escola Lucinda de Poesia Viva, estivemos na ilha das Caieiras, dentro da ONG Cecaes, muito bem capitaneada por Alcione Dias e Fábio Carvalho, e fizemos com os alunos um intenso trabalho de expressão com a palavra poética com a tão desprezada comunicação oral. Um luxo! O rendimento daqueles meninos e meninas, adolescentes, usando palavras de Drummond, Pessoa, Adélia e outros grandes poetas, para falar deles próprios, confirma a tese de que a única revolução efetiva é por meio da educação. Vivendo em uma área de risco e violência, mas já iniciados pelas outras atividades artísticas que o Cecaes promove, nossos alunos se atiraram de maneira emocionante à experiência de se traduzirem, se inspirarem, se contarem através da poesia. Só vendo para crer. E quem quiser ver, vai ser no Theatro Carlos Gomes, em Vitória do Espírito Santo, no dia 13 de agosto. O serviço com endereço, horário e informações segue abaixo e anexo.<br />
<br />
Beijos<br />
<br />
Elisa Lucinda</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Caso você não queira mais receber e-mails desse remetente ou se esse e-mail não foi solicitado, descadastre-se.</p>
<p>If you do not wish to receive any more e-mails from this sender or if this is an unsolicited e-mail, unregister here. </p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida.<br />
Verificado por AVG &#8211; www.avgbrasil.com.br<br />
Versão: 8.5.392 / Banco de dados de vírus: 270.13.45/2287 &#8211; Data de Lançamento: 08/07/09 06:22:00</p>
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		<title>&#8220;parem de falar mal da rotina&#8221; em mais dias, não percam&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 03:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>

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		<description><![CDATA[Há sete anos em cartaz , viajando pelo Brasil em 2007 e 2008, e aplaudido por mais de meio milhão de espectadores o “Parem de falar mal da rotina” é um sucesso de público e diversão, e a temporada no Rio de Janeiro não podia ser diferente. Para quem ainda não viu, vale uma ida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/elisa-lucinda.jpg" alt="elisa-lucinda" title="elisa-lucinda" width="358" height="236" class="alignnone size-full wp-image-3291" /><br />
<br />
Há sete anos em cartaz , viajando pelo Brasil em 2007 e 2008, e aplaudido por mais de meio milhão de espectadores o “Parem de falar mal da rotina” é um sucesso de público e diversão, e a temporada no Rio de Janeiro não podia ser diferente.<br />
<br />
<span id="more-3290"></span><br />
Para quem ainda não viu, vale uma ida ao centro, da cidade e de si mesmo. A peça fica em cartaz até 02 de agosto.<br />
Não perca essa oportunidade de dar boas gargalhadas e apreciar esse belo trabalho. Garanta seu ingresso comprando antecipadamente!<br />
<br />
Teatro SESI Centro<br />
Graça Aranha, 01<br />
Dias: Sextas, Sábados e Domingos às 19h<br />
Ingressos: R$30,00 (sextas e domingos) e R$40,00 (sábados)</p>
<p>EXCEPCIONALMENTE NO DIA 26 DE JUNHO (SEXTA-FEIRA) NÃO HAVERÁ ESPETÁCULO.</p>
]]></content:encoded>
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