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	<title>Vidráguas &#187; livro</title>
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		<title>LIVRO: Constrangimento ou aprendizado?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 15:41:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[LIVRO: Constrangimento ou aprendizado? por Tânia Du Bois Nós, enquanto leitores, imersos na obra, somos capazes de fazer uma viagem pelo mundo da linguagem, onde autores criam asas para a nossa liberdade. Abrir um livro faz com que o leitor abra o arco da imaginação, vivência e sensibilidade, cujo objetivo é, ou era, vencer as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/livro_poesia.jpg" rel="lightbox[10263]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/livro_poesia.jpg" alt="" title="livro_poesia" width="336" height="336" class="alignnone size-full wp-image-10264" /></a><br />
LIVRO: Constrangimento ou aprendizado?<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br />
Nós, enquanto leitores, imersos na obra, somos capazes de fazer uma viagem pelo mundo da linguagem, onde autores criam asas para a nossa liberdade.<br />
<br />
Abrir um livro faz com que o leitor abra o arco da imaginação, vivência e sensibilidade, cujo objetivo é, ou era, vencer as barreiras culturais, já que a autora Heloísa Ramos, em seu livro “Por uma vida melhor”, da Coleção Viver, aprender, fez-nos pensar que a razão pela qual aprendemos apenas deve nos levar aos espaços em branco, vazios.<br />
<br />
Leia toda a crônica-ensaio<br />
<span id="more-10263"></span><br />
<br />
Ela, em sua obra, mostra as variantes regionais e sociais – como conhecimento, penso que a diversidade de linguagem é reconhecida em suas diferenças, mas, como aprendizagem, ela fere as crianças, julgando-as incapazes de aprender a forma correta, ou simplesmente o “plural” das palavras. Pergunto, onde fica a responsabilidade das políticas governamentais e das escolas? A correção é a preparação para a vida. E no vestibular, por exemplo, só são aceitas palavras escritas e contextualizadas de acordo com as regras ortográficas, gramaticais e verbais previamente aprovadas. O referido livro, portanto, está posto para constranger ou ensinar aos alunos?<br />
<br />
Sérgio Nogueira, professor de português, diz que “devemos respeitar as variantes linguísticas – a linguística moderna -, mas que o certo e o errado, no presente caso, foi abandonado, desservindo aos necessários critérios de aprendizagem; e comenta não ser possível alguém acreditar que as crianças sejam incapazes de aprender.<br />
<br />
Marli Siqueira Leite manifesta-se sobre o livro: “&#8230;uma coisa é respeitar as variantes e trabalhar o conteúdo em sala de aula&#8230; Não se pode marcar o ensino da língua portuguesa como certo ou errado. Mas, outra coisa, pelo que pude ver, é o que colocaram na possibilidade de viável&#8230; A língua é viva e está em momento. Mas deve haver equilíbrio. Se cada um falar de um jeito, logo não será possível entender os livros.”<br />
<br />
Devemos chamar a atenção para a inversão dos valores, o que não tem nada a ver com a invenção de novos preconceitos; claro que é necessário conhecer a nossa língua padrão e suas linguagens regionais, como cultura; dizer que a linguagem como literatura está vencendo sua longa luta contra o tempo, porque ela tem vínculo com os diversos contextos da vida, mas, daí a adotar tais diferenças como representação da língua portuguesa é querer fazer delas a finalização das transformações e as considerar como legítimas inversões de valores. Assim, o livro “Por uma vida melhor” apenas serve como condutor – a todos – do constrangimento como aprendizagem.</p>
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		<title>oba é hoje, mais um livro de poesia Vidráguas nas ruas</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 13:41:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cogumelo que nasce na bosta da vaca O livro O Cogumelo que Nasce na Bosta da Vaca Profana é o segundo da escritora e economista Lou Albergaria. A obra é composta por poemas que apresentam como foco o ser humano urbano e suas principais dificuldades de ser e agir no mundo. Escritos em 2010, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa2.jpg" rel="lightbox[9626]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa2.jpg" alt="" title="capa_cogumelo_finalizada_CURVAS" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9678" /></a><br />
<br />
O Cogumelo que nasce na bosta da vaca<br />
<br />
O livro O Cogumelo que Nasce na Bosta da Vaca Profana é o segundo da escritora e economista Lou Albergaria. A obra é composta por poemas que apresentam como foco o ser humano urbano e suas principais dificuldades de ser e agir no mundo. Escritos em 2010, os poemas trazem uma forma de linguagem contemporânea e iconoclasta.<br />
<br />
Saibam mais do Livro, que está à venda na Livrarias <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/busca/busca.asp?par=OPAIXX&#038;tipo_pesq=autor&#038;bmodo=&#038;precomax=0&#038;orde">Cultura </a>e <a href="http://www.cafecomletras.com.br/">Café Com Letras</a>,  e da Autora:<br />
<br />
<span id="more-9626"></span><br />
<br />
A autora apresenta um lirismo bastante peculiar ao juntar em suas principais influências Manoel de Barros, Quintana, Cora Coralina, Thiago de Mello, Leminsky, Andy Warhol e Rimbaud. E ainda muitas influências advindas do Cinema, como Fassbinder, Almodóvar, Glauber, Scorsese e Neville D&#8217;Almeida, entre outros.<br />
<br />
Inferimos disso que se trata de um lirismo dinâmico que retrata o atual cotidiano de nossas vidas a partir das recentes linguagens tecnológicas incorporadas a uma rotina mais informatizada. Um novo lirismo resultante dessa ampliação da percepção quando mergulhamos nas grandes redes sociais via Internet.<br />
<br />
De certa forma, a poesia de Lou Albergaria tenta resgatar a essência desse ser humano tão diluído na massa fluida das novas tecnologias, mesmo que ela própria também seja parte integrante dessa massa gigantesca de milhões de gigabytes.<br />
<br />
O livro conta com o prefácio escrito por Herculano Neto &#8211; poeta, contista e letrista de música popular radicado em Salvador/BA &#8211; e ilustrações de Américo Conte do Rio Grande do Sul. Além disso, é a mais recente obra da editora Vidráguas, de Porto Alegre.<br />
<br />
Sobre a autora<br />
<br />
Lou Albergaria é Economista de formação &#8211; PUC/MG 1992 -, mas é nas Letras e na Filosofia que encontrou sua melhor forma de expressão. Atualmente, cursa Filosofia na FAFICH/UFMG e mantém dois blogs muito visitados na rede &#8211; http://sementedeamora.blogspot.com/  e http://lobaderayban.blogspot.com/ , SEMENTE DE AMORA e A LOBA DE RAY-BAN, respectivamente, em que apresenta seus textos e poesias.<br />
<br />
Atenciosamente,<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
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		<title>oba, mais um livro de poesia vidráguas pelas ruas&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 18:07:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É uma alegria compartilhar com vocês mais um livro de poesia Vidráguas, quem estiver em Belo Horizonte apareça, a todos uma boa semana e seguimos&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Convite-lançamento-do-livro-O-Cogumelo....jpg" rel="lightbox[9455]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Convite-lançamento-do-livro-O-Cogumelo....jpg" alt="" title="Convite, lançamento do livro O Cogumelo..." width="450" height="903" class="alignnone size-full wp-image-9759" /></a><br />
<br />
É uma alegria compartilhar com vocês mais um livro de poesia Vidráguas, quem estiver em Belo Horizonte apareça, a todos uma boa semana e seguimos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>um livro pode transformar mundos, vamos participar?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 15:50:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Uma sala sem livros é um corpo sem alma&#8221; E seguindo o que nos diz Cícero, pensador e político romano, convido a todos a ler a carta de Anabelle e se engajar nesta campanha e no trabalho de levar livros, vida, às crianças de Nova Friburgo. Livros de literatura infantil e juvenil, gibis, revistinhas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Uma sala sem livros é um corpo sem alma&#8221;<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/IMG_4913-1.jpg" rel="lightbox[8728]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/IMG_4913-1.jpg" alt="" title="IMG_4913-" width="448" height="298" class="alignnone size-full wp-image-8730" /></a><br />
<br />
E seguindo o que nos diz Cícero, pensador e político romano, convido a todos a ler a carta de Anabelle e se engajar nesta campanha e no trabalho de levar livros, vida, às crianças de Nova Friburgo.<br />
<br />
Livros de literatura infantil e juvenil, gibis, revistinhas para colorir (para os pequeninos que ainda não sabem ler), livrinhos de pano<br />
ou de plástico, coleções didáticas ou bíblicas, palavras cruzadas, tudo! Podem ser encaminhados para o endereço abaixo:<br />
Estrada Engenheiro Pacheco de Carvalho, 900, bl. 2. ap. 303, bairro Maceió, Niterói-RJ. CEP.: 24.310-090.<br />
<br />
Para mais informações escrevam para analoivos@terra.com.br<br />
<br />
Leitura para as crianças famintas: reencantamento do presente, fé no que virá<br />
<br />
Leiam toda a carta a seguir e participem!<br />
<br />
<span id="more-8728"></span><br />
<br />
Sempre fui de contar histórias. E de recontá-las depois, porque bem-aventurados são, de fato, os que sabem ouvir. Por isso, andei ouvindo com coração e estômago todas as histórias que me chegam sobre Nova Friburgo, minha casa amada, onde tive minha formação leitora aguçada pelas Doroteias da Monsenhor Miranda.<br />
<br />
Histórias duras de ouvir, por certo; no entanto, é preciso cantar pra alegrar a cidade: recontar a margem de seus rios, suas cheias, seus entornos, seus enleios. A geografia poética de uma terra de gente boa de trabalho, de pensamento, de alma – coisas de quem descende de peregrinos e sabe que é preciso reinventar sempre o caminho, e a passos rápidos pra dar mais alento.<br />
<br />
Várias histórias apontam para os meus ouvidos, por vezes débeis, sem vontade de acreditarem no que escutam. O Dr. João Madeira me fala de um silêncio oco que impera pelos bairros, traduzindo o inexorável da catástrofe. Ele acha que os friburguenses ainda não estão chorando seus mortos como deveriam&#8230; A Prof.a Lucia Ramineli me conta de uma legião de voluntários que formigam pelas escolas, igrejas, anonimamente compartindo a dor dos que não conseguem sequer chorar suas desventuras. A Amanda Heiderich me diz que ficou sem ver a filha por três dias, com os avós isolada em lugar “seguro”, mas que perdeu colegas e alunos – ainda tenta localizar alguns deles, duas semanas depois. A Prof.a Geni Nader me relata sobre a perda de 30% do patrimônio histórico da cidade, tombado ou em vias de receber o tombamento. A Evelyne e o Felipe Ferreira me falam da orfandade de centenas de animais de estimação. Tantas histórias, águas, águas.<br />
<br />
Mas a história mais impressionante que me chega de Nova Friburgo é contada por Jane Ayrão, do Colégio Anchieta. Hoje, ela saiu para sua ação habitual de voluntariado, e se encontrou com outro andarilho, Álvaro Ottoni, escritor e contador de histórias. Ele acabava de retornar do Alto do Floresta, onde visitara a única edificação que ficou de pé – a Escola  Municipal Messias de Moraes Teixeira. Pois o resto “desceu”: casas, morros, vidas. Com a determinação de educador que é, Álvaro levou para o abrigo improvisado água, roupas, remédios, fraldas e LIVROS. Não imaginava que este último item da cesta básica mataria a fome daquelas crianças de forma tão pujante.<br />
<br />
Em meio a caixas e sacolas de mantimentos, colchonetes e cobertores, além de sacos funerários com corpos dentro (sim, a escola é o ÚNICO local para guardar gente, pão e mortos), hordas de crianças silenciosas ficaram barulhentas quando o “Tio” Álvaro começou a ler e a contar outras histórias. E o cardápio ficou mais variado: nesta manhã, as crianças tomaram suco com Monteiro Lobato, comeram pudim de leite com A bruxinha que era boa e se deliciaram com o prato principal: poesia, poesia. A palavra encantada que pode alimentar uma infância estupidamente afetada pela tragédia.<br />
<br />
Jane me conta tudo isso com a voz embargada, ao telefone. Diz que viu, em outros abrigos, cenas semelhantes. Crianças pegando os livrinhos, querendo mexer neles, chamando-os a si como os amigos que lhes faltam – porque os pais se ausentaram, o Estado se ausentou, e a imagem de sacos pretos espalhados pelos cantos precisa metaforizar o recomeço de outra história para Nova Friburgo e seus pequeninos.<br />
<br />
Então, ouvidos aguçados, eu senti a bem-aventurança: ora, sou professora de literatura, filha da região serrana e absolutamente convicta do poder de reencantar que a palavra tem! Jane e Álvaro me desafiaram com o tamanho de sua generosidade. Eu não sei cozinhar, não sei plantar alfaces nem rosas, não sei fazer curativos, podia até comprar uma galocha e sair corajosamente pelas ruas de Friburgo, como fazem a Jane e tantos deliciosos poetas do amanhã que habitam aquelas plagas, mas eu agora sei como estar presente. Semeando livros à mancheia, reencantando o agora, tendo fé no que virá.<br />
<br />
Mas, para isso, conto com a ajuda de vocês, colegas professores, alunos e ex-alunos, amigos de longa e de curta data, amantes da literatura, leitores destas linhas que, enviesadamente, lerão também os olhos e ouvidos famintos das crianças de Nova Friburgo. Recolho, a partir de já, doações particulares de gibis, livros infantis e juvenis e congêneres, para enviar à Jane Ayrão e sua equipe (o Colégio Anchieta, lá em Friburgo, centralizará essas doações para fazer chegar os livros às comunidades desabrigadas). Valem também livrinhos de plástico e de pano ou aqueles que a gente recebe das editoras para avaliar e adotar, no início do ano letivo&#8230; Minha casa e meu escaninho na Faculdade de Educação estão à disposição de vocês. Quem souber de algum contato interessante em órgãos públicos e privados ligados à difusão da leitura, por favor, diga “presente”! Basta me mandar um e-mail que eu faço o contato “oficial”.<br />
<br />
Até a pequenina aqui de casa, senhorita Aymée, do alto de seus quase 10 meses e extrema intimidade com os livrinhos, vai mandar para um/a amiguinho/a da serra um livro com um monte de espelhinhos dentro, para que ele/a possa se admirar e ver que a sua história de vida apenas começou &#8230; E, quem sabe, mais pra frente, quando minha filha estiver a tagarelar em bom português, ela consiga contar aquela historinha maneira, que começa assim: “Era uma vez uma linda cidade chamada Nova Friburgo, que tinha uma pracinha cheia de árvores e banquinhos, vovós e crianças, pássaros e&#8230;”.<br />
<br />
Anabelle Loivos Considera Conde Sangenis<br />
Professora adjunta da Faculdade de Educação da UFRJ, friburguense por adoção.<br />
<br />
Niterói, 26 de janeiro de 2011.</p>
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		<title>Poesia Volátil &#8211; amor e versos em expansão em Brasília</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 16:19:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SONETO DA LIOFILIZAÇÃO Hoje abracei o clima quente e seco do cerrado E senti o peito desidratar É como se, como o ar do Planalto, que me resseca a pele, O amor tivesse drenado minha água Não faz sentido: tão pouco tempo, tanta saudade Mas se um dia qualquer eu já soube Hoje esqueci como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SONETO DA LIOFILIZAÇÃO<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/liofilizacao.jpg" rel="lightbox[8413]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/liofilizacao.jpg" alt="" title="liofilizacao" width="319" height="320" class="alignnone size-full wp-image-8414" /></a><br />
<br />
Hoje abracei o clima quente e seco do cerrado<br />
E senti o peito desidratar<br />
É como se, como o ar do Planalto, que me resseca a pele,<br />
O amor tivesse drenado minha água<br />
<br />
Não faz sentido: tão pouco tempo, tanta saudade<br />
Mas se um dia qualquer eu já soube<br />
Hoje esqueci como dormir sem teu cheiro,<br />
Temperatura, textura, pele, lábios e cabelos<br />
<br />
Assoreado pelas próprias margens<br />
O amor é rio, que luta contra a distância<br />
Até que em dias, horas, encontra o mar<br />
<br />
Em contato com a água salgada do teu suor<br />
Meu coração liofilizado vai se encher de amor<br />
Voltar ao normal, recompor, explodir<br />
<br />
Poema de Daniel F. Nunes de Oliveira<br />
Fotografia de Candice Kipper Klemm<br />
<br />
Leiam mais poesia no blog do autor:<br />
<a href="http://www.poesiavolatil.com.br/">http://www.poesiavolatil.com.br/</a><br />
<br />
<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=5099194&#038;tknOrigem=1&#038;tknSearchIdLog=9512879&#038;tknRanking=1&#038;sid=0016930211361234754265518&#038;k5=8DC0084&#038;uid=">http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=5099194&#038;tknOrigem=1&#038;tknSearchIdLog=9512879&#038;tknRanking=1&#038;sid=0016930211361234754265518&#038;k5=8DC0084&#038;uid=</a></p>
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		<title>porque ler Postigos</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/01/13/porque-ler-postigos/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 14:07:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque ler POSTIGOS por Tânia Du Bois “Redesenho o cotidiano // pontos / e tramas // &#8211; corda absurda &#8211; / me ouço em outros poemas / feito sussurro ao vento.” Dê uma pausa no seu cotidiano para ler POSTIGOS; será um ato invariavelmente ligado à emoção na possibilidade de ver a poesia como estilo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque ler POSTIGOS<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen-postigos2.jpg" rel="lightbox[8404]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/carmen-postigos2.jpg" alt="" title="carmen-postigos" width="336" height="448" class="alignnone size-full wp-image-8405" /></a><br />
<br />
“Redesenho o cotidiano // pontos / e tramas // &#8211; corda absurda &#8211; /<br />
me ouço em outros poemas / feito sussurro ao vento.”<br />
<br /> <br />
	Dê uma pausa no seu cotidiano para ler POSTIGOS; será um ato invariavelmente ligado à emoção na possibilidade de ver a poesia como estilo na palavra, e de mergulhar no prazer da arte literária. POSTIGOS não é apenas conquista, mas também desafio, porque nos mobiliza para seguirmos lendo poesia. Essa é a essência que a obra de Carmen nos lega: o prazer de momentos poéticos e mágicos na inspiração de novas e emocionantes experiências linguísticas.<br />
 <br />
“Ao longe, / com nossa teia, / tomamos os remos / e feito postigos<br />
destes suspiros / desabitamos pessoa do nada&#8230;”<br />
<br />
Leia toda a resenha<br />
<span id="more-8404"></span><br />
<br /> <br />
	POSTIGOS é poesia diferenciada, desenvolvendo o apuro para com experiências expressivas, onde realimentamos nossa capacidade de alterar as nossas preferências – incrível viagem ao tempo através de uma janela que nos permite espreitar a poesia.<br />
 <br />
“Leitura // sem sol / nem lua // sangue aquático /<br />
Claroscuro momento // Livros / semânticas poeiras /<br />
fluindo corpos em nomes, / eternas viagens&#8230;”<br />
 <br />
Ao viver o cotidiano, com certeza há poesia, porque buscamos equilíbrio entre a vida e a leitura de POSTIGOS, acendendo a luz do nosso dia a dia, melhorando e ativando a criatividade entre coisas e palavras, para conquistarmos a liberdade. A poesia é a linguagem da liberdade e, com ela, podemos ser o que quisermos. O que sonhamos é poesia. Os momentos que vivemos é poesia.<br />
 <br />
“Há dias tão cinzas / que assombro céus / condenso<br />
paredes / escuto fantasmas / nas folhas em pauta /<br />
me reencosto à Lua.”<br />
<br /> <br />
Ler POSTIGOS é opção dentro da poesia, para quem gosta de desafios. É também estar na companhia de Cecília Meireles, “&#8230; com teus lábios danço / tombo páginas / e me reescrevo luares em clara idades&#8230;”, e de Gullar, “&#8230; em minhas mãos / giros de folhas / retocam a face do tempo&#8230;”. O livro se divide entre os Postigos Naturais e os Postigos Lunares, juntamente com poetas convidados, versando com o livro e com Vidráguas, onde revelam a força da poesia de Carmen Sílvia Presotto.<br />
<br /> <br />
“Entre / o fim e o serei / está o é /<br />
- flor umedecida d’eus &#8211; /<br />
desensimesmando-se por viver&#8230;”</p>
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		<title>em Vidráguas O Cadafalso Final, livro de Evan do Carmo</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 04:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Boa leitura e conheçam mais do autor e sua obra, no blog: http://evandocarmo.wordpress.com/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="BookessReader" width="400" height="400" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/swflash.cab"><param name="movie" value="reader.swf"/><param name="quality" value="high"/><param name="bgcolor" value="#f2f2f2"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="src" value="http://www.bookess.com/tools/reader/reader.swf?book=6574"/><param name="flashVars" value="xmlConfig=http://www.bookess.com/book/6574/xml/reader/"/>Boa leitura e conheçam mais do autor e sua obra, no blog:<br />
<a href="http://evandocarmo.wordpress.com">http://evandocarmo.wordpress.com</a>/<br />
<param name="base" value="http://www.bookess.com/tools/reader/"/><embed src="http://www.bookess.com/tools/reader/reader.swf?book=6574" width="400" height="400" name="BookessReader" align="middle" play="true" loop="false" quality="high" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash" base="http://www.bookess.com/tools/reader/" flashVars="xmlConfig=http://www.bookess.com/book/6574/xml/reader/" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer"/><br />
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		<title>O Que Meu Coração Postou, Vidráguas a mais Poesia nas ruas, na tela, nos corações&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 21:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="BookessReader" width="400" height="400" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/swflash.cab"><param name="movie" value="reader.swf"/><param name="quality" value="high"/><param name="bgcolor" value="#f2f2f2"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="src" value="http://www.bookess.com/tools/reader/reader.swf?book=6720"/><param name="flashVars" value="xmlConfig=http://www.bookess.com/book/6720/xml/reader/"/><param name="base" value="http://www.bookess.com/tools/reader/"/><embed src="http://www.bookess.com/tools/reader/reader.swf?book=6720" width="400" height="400" name="BookessReader" align="middle" play="true" loop="false" quality="high" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash" base="http://www.bookess.com/tools/reader/" flashVars="xmlConfig=http://www.bookess.com/book/6720/xml/reader/" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer"/><br />
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		<title>ler é um caminho, vamos ler Poesia?</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/12/20/ler-e-uma-tentativa-vamos-ler-poesia/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 02:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ler, é uma tentativa, é uma busca que pode nos levar a muitos caminhos&#8230; Vamos ler mais Poesia nas escolas, nas ruas, nas praças&#8230; por Carmen Silvia Presotto Muito se fala sobre o fim do livro e o descaso para com a Poesia, mas o que viemos escutando e trabalhando junto a cada movimento que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ler, é uma tentativa, é uma busca que pode nos levar a muitos caminhos&#8230; Vamos ler mais Poesia nas escolas, nas ruas, nas praças&#8230;<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picasso.Guernica221.jpg" rel="lightbox[8098]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picasso.Guernica221.jpg" alt="" title="Picasso.Guernica22" width="448" height="199" class="alignnone size-full wp-image-8099" /></a><br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
Muito se fala sobre o fim do livro e o descaso para com a Poesia, mas o que viemos escutando e trabalhando junto a cada movimento que participamos é de que o leitor e a poesia serão sempre uma construção possível dentro do campo cultural.<br />
<br />
Em outras palavras, sabemos que a melhor Educação se dá por exemplos: isto é, ensinar a ler, ensinar a pesquisar, ensinar o valor de uma biblioteca são atos que acreditamos que devam ser transmitidos lendo, folhando páginas, escrevendo&#8230; Assim, o livro sempre existirá pelo desejo de ser lido e a Poesia também.<br />
<br />
Leia todo o artigo<br />
<br />
<span id="more-8098"></span><br />
<br />
Nunca se escreveu tanto poemas quanto hoje, melhor, nunca se publicou tanto poemas quanto hoje em dia, o que demonstra que o Livro  de Poesia está diretamente implicado com o leitor. Causa e efeito e vice-versa, blogues, interatividades em rede sociais.<br />
<br />
Sabemos que a Poesia e  todo livro é essencial à cidadania, pois assim como o corpo precisa de alimentos, a alma, a construção do sujeito  grita por histórias, por poemas, por escritos, por aventuras, por metáforas, por deslocamentos&#8230;<br />
<br />
Também sabemos que não adianta recomendar livros, menos ainda adotar Livros Didáticos como auxiliares para-didáticos em sala-de-aula, se não houver um empenho de quem transmite. Por isso, é importante que se leve poesia às Escolas<br />
<br />
Também sabemos que cada vez mais o tempo de leituras está contaminado por práxis educacionais frias, instantâneas, reflexos do tempo em que vivemos e sabemos que a Poesia pode transfromar isso, pois quando a escuta é poética a palavra não será vazia&#8230; Por isso, sabemos que um livro, um poema, sempre serão mundos a ser desvendados, a ser dialogados, a ser conquistados&#8230;<br />
<br />
Também sabemos que Ler é poder buscar em outros o que nos é necessário: Leitura de Poemas  como produção de mais leituras, mais escritos, mais encontros e isso não é novidade. Mas ao pensarmos a Poesia na internet, veremos que algo está mudando com as publicações em blogues e a interatividade.<br />
<br />
Talvez, com a internet, a Poesia comece a ter um destaque, uma vibração, uma simultaneidade, um  contexto para brincar, versar, cantar, conversar com outros, tornando possível o que escutamos como impossível: publicar, conversar, perder o medo da própria voz ao jogar palavras ao tempo e aos outros para existir em versos!!!<br />
<br />
E por saber o valor de um poema, de um livro, de uma biblioteca, por saber o valor da Educação, por saber o valor da Poesia, compartilho o desejo por mais leitura e encontros construtivos através de palavras e versos, porque se conseguimos transmitir “drogas”, vírus;com dedicação, amor e desejo, poderemos conseguir melhores encontros para nós e para outros no crédito de um mundo melhor e mais poético a todos.<br />
<br />
Então, se ler é viver como dizem as feiras dos Livros e Congressos, também quero fazer parte desta maré, para prosseguir o projeto de vida, onde a linguagem poética seja sempre esse carrossel em que todos queiram jogar, lançar, rodar, escrever, ler, reler&#8230; emendar-se!<br />
Então, hoje, amanhã e  em 2011, vamos ler Poesia junto com Vidráguas?<br />
<br />
Quem sabe, com este ato, rodemos menos na vida? </p>
]]></content:encoded>
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		<title>neste Natal, doe um livro</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 16:51:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para saber mais como participar desta genial campanha, acesse o site: http://www.doeumlivrononatal.blogspot.com/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/use_a_imaginacao.jpg" rel="lightbox[8078]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/use_a_imaginacao.jpg" alt="" title="use_a_imaginacao" width="448" height="326" class="alignnone size-full wp-image-8079" /></a><br />
<br />
Para saber mais como participar desta genial campanha, acesse o site:<br />
<a href="http://www.doeumlivrononatal.blogspot.com/">http://www.doeumlivrononatal.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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