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	<title>Vidráguas &#187; livros</title>
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		<title>Motivos para ler por Tânia Du Bois</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:08:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MOTIVOS PARA LER por Tânia Du Bois Alana fotografada por Vanessa Vieira “Quando a primeira palavra / romper a mortalha da página, / a luz escapará&#8230;” (Francisco Alvim) É inevitável lembrar que a língua é patrimônio cultural. Que a língua é caráter. Ela une e identifica um povo; foi muito mais importante do que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MOTIVOS PARA LER<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/alana-235x3001.jpg" rel="lightbox[13515]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/alana-235x3001.jpg" alt="" title="alana-235x300" width="235" height="300" class="alignnone size-full wp-image-13516" /></a><br />
Alana fotografada por Vanessa Vieira<br />
<br />
“Quando a primeira palavra / romper a mortalha da página, / a luz escapará&#8230;”<br />
(Francisco Alvim)<br />
 <br />
É inevitável lembrar que a língua é patrimônio cultural. Que a língua é caráter. Ela une e identifica um povo; foi muito mais importante do que se pensa na história dos descobrimentos. Relembro que o domínio de norma culta é a marca da diferenciação social, sinal de boa formação e inteligência.<br />
<br />
Segundo Luís Fernando Veríssimo, “o caráter de um povo decorre da sua língua” e, para Pedro Du Bois, “Livros //&#8230; / ele não faz parte da vida: / exige atenção, capricho, conhecimento / maior que o simples passar de olhos”.<br />
<br />
Leia toda a crônica poética<br />
<span id="more-13515"></span><br />
<br />
Ler é um desejo, motivo que compartilho para a superação de maus momentos e de fazer entender uma situação real de fala, leitura e escrita. Luiz Prazeres disse que “A pessoa que lê com frequência se torna mais apta a enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e a dialogar com ele. Em nossa sociedade letrada, ler é uma questão de sobrevivência.”<br />
<br />
Viver o dia a dia com intensidade significa experimentar cada minuto que a leitura faz com você, mostrando como pode ser gratificante desvendar verdades ocultas e descobrir o mundo nas entrelinhas, criando expectativas e fatos. Confiar em seu poder facilita, amplia o conhecimento e o senso crítico.<br />
<br />
Para viver bem é necessário simplificar a compreensão das coisas e dos fatos. Um livro abre mentes questionadoras que buscam se libertar de ideias pré-concebidas e verdades absolutas, para encontrar a felicidade baseada na razão. O importante é criar e nunca perder de vista o potencial do texto, como universo sem fronteiras para a imaginação, juntando desejo e ação. Utilizar-se da realidade que o cerca para apresentar suas impressões sobre o mundo, como em Salete Aguiar, “&#8230; Se os livros que escrevi / não forem lidos, // os vermes me expandirão pelo universo.”<br />
<br />
O principal é ter iniciativa e acabamento para os dias de hoje. Segundo Stephen Kannitz, “Iniciativa é a capacidade que todos temos de criar, iniciar projetos e conceber novas ideias. Acabativa significa a capacidade de colocar em prática uma ideia e levá-la até o fim”, ou seja, enxergar à frente do que acreditamos e descobrir o que realmente nos cerca.<br />
<br />
Algumas pessoas têm muita iniciativa e outras, poucas. Alguns possuem a capacidade de concluir o que começaram. Iniciativos são criativos e o acabamento é o ponto fraco deles. Existem mais pessoas com ideias do que pessoas capazes de implantá-las. O principal é valorizar as iniciativas, mostrando o potencial e valorizando cada passo e cada ação, porque “&#8230; a vida nos espreita / em cada volume / que deixamos de ler”, na visão de Pedro Du Bois.<br />
<br />
Ler estimula o lado criativo e com coração nobre e talento é possível a realização de grandes sonhos, sempre valorizando a nossa língua. O livro é destinado a conquistar os corações e mentes dos leitores, como expressado por Gilberto Mendonça Teles, “&#8230; Tome este livro, toma e lê&#8230; / não só um tomo, a obra inteira soma / à solidão maior que te protege / como um corpo de baile no idioma. // E toma ao pé da letra o que combina / com teu gosto e prazer: / o cimo, a suma / de todos os sabores&#8230;”</p>
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		<title>Bibliotecas uma crônica de Tânia Du Bois&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 14:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[BIBLIOTECAS por Tânia Du Bois Folheando a revista, li: “Bibliotecas não se restringem ao espaço em que se instala a coleção de livros&#8230; elas também se transformam em eficientes elementos decorativos&#8230;” Essa sugestão é insensata, porque a criação de uma biblioteca predispõe deixar os livros expostos nas prateleiras, para facilitar o manuseio. O ideal é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BIBLIOTECAS<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ZZ03A6BB38.jpg" rel="lightbox[13435]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ZZ03A6BB38-300x225.jpg" alt="" title="ZZ03A6BB38" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-13436" /></a><br />
<br /> <br />
Folheando a revista, li: “Bibliotecas não se restringem ao espaço em que se instala a coleção de livros&#8230; elas também se transformam em eficientes elementos decorativos&#8230;”<br />
<br />
Essa sugestão é insensata, porque a criação de uma biblioteca predispõe deixar os livros expostos nas prateleiras, para facilitar o manuseio. O ideal é tê-los para lê-los e não para decorar o ambiente. Entretanto, por muitas vezes, ficamos reduzidos a ler e ouvir esse tipo de tragédia. É preferível transformar essa tragédia em suposto olhar, com profundidade, num passe de gestos e sentidos, onde historicamente permaneceria a alegria da leitura e o mistério das palavras, no hábito como fórmula simples e preciosa.<br />
<br />
Pedro Du Bois expressa que, “Na biblioteca / os livros se espreitam / pelas lombadas //&#8230;as palavras encadernadas / encerradas em cada volume / encarceradas em parágrafos / circunscritos // nas bibliotecas / a vida nos espreita / em cada volume/ que deixamos de ler.”<br />
<br />
Pergunto se é possível, para quem gosta de ler, viver num mundo sem livros. A resposta está na biblioteca que reúne as obras e é onde encontro o que procuro: emoção.<br />
<br />
Leia toda a crônica<br />
<span id="more-13435"></span><br />
<br />
Na biblioteca, os livros se sobressaem no espaço, me atraem visualmente. As obras são destacadas em jogo de luz e sombra, curiosidade e vontade, prazer e lazer. Desse olhar, a biblioteca traduz o ambiente: estar na companhia dos escritores (mesmo depois de mortos). Ao considerar o gosto de cada leitor, o estilo está impresso no imaginário, para vivenciar a fase marcada pelo livro.<br />
<br />
É fácil ler o que os outros escrevem; ninguém muda a condição de única arte: a sabedoria se conquista com as mãos, no momento em que pegamos o livro na estante. Conciliar o hábito de ler com o prazer das descobertas é como se o olhar fosse um espelho, a postura está na força do reflexo da arte.<br />
<br />
O fundamental em nossos atos é que eles determinam as linhas de nossos caminhos; é pela leitura que nossa divindade se revela. Ler revela processos do pensamento e tem como resultado a sensível imagem sobre nós mesmos, então, o verbo se faz voz, como em Claudinei Vieira, “Literatura não é produção da realidade (assim como nenhuma arte). É um reflexo, um comentário, uma postura, um ponto de vista do autor para o que lhe acontece ao redor.”<br />
<br />
O que me provoca o desejo de ler, o saber, a descoberta ao pegar o livro na estante? A cor e a textura da capa? O livro com lombada? O livro barco? Para mim, todos os livros são ousados, dão personalidade às palavras e aos autores. Sobre o poema, penso ser configurado em momento especial, com visão de nova perspectiva e com a possibilidade de realizar a troca entre autor e leitor.<br />
<br />
A busca na literatura é sempre pela obra que combina com o leitor. A escolha acertada possibilita conviver mais com os escritores, e isso nos leva a não abandonar o livro e nem deixar de frequentar a biblioteca. Até porque, o livro é o retrato emocionante e verdadeiro da imaginação, e consequentemente, da arte de viver, como em Nilto Maciel, “&#8230; o carteiro, dia sim, dia não, grita meu nome. Ocupado, também grito: Pode jogar por cima do muro. Não posso, seu Nilto; é LIVRO. Zeloso não quer deformar o objeto.”</p>
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		<title>Amanhã Vidráguas na 57 Feira do Livro de Porto Alegre, apareçam&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 14:04:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E hoje nossa Querida Dona Elma, nossa Cora Coralina está no Jornal Correio do Povo, eba&#8230; beijos e bom sábado a todos. Leiam: http://www.correiodopovo.com.br/ArteAgenda/?Noticia=356389]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-vidraguas-na-feira-do-livro1.jpg" rel="lightbox[12535]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-vidraguas-na-feira-do-livro1-190x300.jpg" alt="" title="convite vidraguas na feira do livro" width="190" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12536" /></a><br />
<br />
E hoje nossa Querida Dona Elma, nossa Cora Coralina está no Jornal Correio do Povo, eba&#8230; beijos e bom sábado a todos.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/thumb.aspx_.jpeg" rel="lightbox[12535]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/thumb.aspx_-300x243.jpg" alt="" title="thumb.aspx" width="300" height="243" class="alignnone size-medium wp-image-12537" /></a><br />
<br />
Leiam:<br />
<a href="http://www.correiodopovo.com.br/ArteAgenda/?Noticia=356389">http://www.correiodopovo.com.br/ArteAgenda/?Noticia=356389</a></p>
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		<title>Poesia Vidráguas na Feira do Livro, vamos conVersar?!!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 19:53:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para ler, clica, amplia a imagem e, claro, divulga&#8230; Eba, Poesia Vidráguas na Feira do Livro de Porto Alegre,neste domingo, dia 6/11, desde às 16h 30. Vamos lá, brindar, conVersar?!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-vidraguas-na-feira-do-livro.jpg" rel="lightbox[12463]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-vidraguas-na-feira-do-livro-190x300.jpg" alt="" title="convite vidraguas na feira do livro" width="190" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12464" /></a><br />
<br />
Para ler, clica, amplia a imagem e, claro, divulga&#8230;<br />
<br />
Eba, Poesia Vidráguas na Feira do Livro de Porto Alegre,neste domingo, dia 6/11, desde às 16h 30. Vamos lá, brindar, conVersar?!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vidráguas à Biblioteca Pública do Estado Do Rio Grande do Sul, 140 anos!!</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 18:37:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hey, ainda em tempo&#8230;140 anos, é uma grande História, que hoje começa a ser ressignificada, a abertura é dia 4 de novembro, eba!!, confiram e gracias Morgana pelo convite à Vidráguas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey, ainda em tempo&#8230;140 anos, é uma grande História, que hoje começa a ser ressignificada, a abertura é dia 4 de novembro, eba!!, confiram e  gracias Morgana pelo convite à Vidráguas!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer3.png" rel="lightbox[12404]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer3-300x214.png" alt="" title="viewer" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-12405" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer21.png" rel="lightbox[12404]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer21-300x214.png" alt="" title="viewer2" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-12406" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>conVersando com Carmen Presotto&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 18:45:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ConVersando por Carmen Silvia Presotto Foto minha(ih)&#8230;mais vale o olhar. Hey, boas novidades para o Sr. Livro, este cidadãos de mundos. Lia hoje, que pela primeira vez, chega à Feira do Livro de Porto Alegre, um Presidente&#8230; Enfim, Dilma, virá como sempre veio todos os anos, uma grande leitora, e disso sabemos e desta vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ConVersando<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Imagem-016.jpg" rel="lightbox[12348]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Imagem-016-300x225.jpg" alt="" title="Imagem 016" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-12350" /></a><br />
Foto minha(ih)&#8230;mais vale o olhar.<br />
<br />
Hey, boas novidades para o Sr. Livro, este cidadãos de mundos. Lia hoje, que pela primeira vez, chega à Feira do Livro de Porto Alegre, um Presidente&#8230; Enfim, Dilma, virá como sempre veio todos os anos, uma grande leitora, e disso sabemos e desta vez vem para abraçar outra guerreira a Patrona Jane Tutikian que há muito vem lutando por mais leituras, mais projetos sociais junto a Educação.<br />
<br />
Então, quando o “Batalhão de Letras”, se encontram algo há de acontecer, encontros, conversa e nonos projetos certamente a caminho. Dilma vem para lançar o programa o Livro Popular&#8230; Bem, sabemos, falar é fácil, por isso estaremos atentos e cobrando sim, por mais atos poéticos .<br />
<br />
Leiam toda a conVersa<br />
<br />
<span id="more-12348"></span><br />
<br />
Então está Feira promete um salto, por isso sapatilhas nas bolsas, porque entre um salto e outro, haverá muitas páginas, muitos caminhos, muitos livros, muitos avanços&#8230; e não por serem mulheres a estar no comando, porque o Livro não tem sexo, e sim sexualidade, linguagem, amor de construção, por isso as mãos que escrevem, bordam, cozinham, leem, se juntam para seguir a caminhada, verso a verso, passo a passo..<br />
<br />
E , Vidráguas estará lá, no dia 6/11, às 16h30, no pavilhão de Lançamentos com Postigos(meus), Poesia Volátil- amor e expansão de Daniel F. Nunes de Oliveira  e Minha Vida Meus Amores de Elma Neves de Moraes, que ao 83 anos lança seu primeiro livro de poesia, também pela Editora Vidráguas&#8230;eba!<br />
<br />
Quintana e Drummond, estejam na nuvem que estiverem devem estar sorrindo, pois suas Musa(s) os escutaram e postiguaram em Busca do Tempo Perdido, claro!, que elas leram sua tradução de Proust. E nós seguimos lendo e convivendo com nossos amados Muso(s), não há mais guerra entre sexos, Simone!, hoje buscamos juntos a língua que age, a linguagem&#8230;<br />
<br />
Ah, e brinco sempre, o Sr. Cidadão, Livro e coisas e tais, é de todos e para todos, por isso, a brincadeira com o feminino. Porque cá pra nós, coloquem mulheres no Vaticano, no mínimo esvaziariam os cofres em ajuda aos necessitados. No máximo, ainda não se sabe, mas que abririam os pergaminhos, isso sim, a curiosidade feminina é um SPAMto(rs)&#8230;e amanhã estarei em Sarandi, conversando e tomando um Café amigo com amigos e Ave Poesia!!<br />
<br />
e psiu,leiam minha entrevsita com Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa, no Fala Brasil&#8230;<br />
<br<<br />
Beijos bom dia a todos.<br />
Carmen Vidráguas!!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>VERDADES E MENTIRAS: o livro, crônicas de Tânia Du Bois</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 14:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[VERDADES E MENTIRAS: o livro por Tânia Du Bois Foto de Luana Neres “De quantas verdades se faz uma mentira?” (José E. Agualusa) “Mentiu o compromisso / de trazer a luz da manhã / presente no movimento /e no descompromisso / em que a natureza / produz seus fatos&#8230; não mentiu o sonho / de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VERDADES E MENTIRAS: o livro<br />
por Tânia Du Bois<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P10186751.jpg" rel="lightbox[12335]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P10186751-300x225.jpg" alt="" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-12337" /></a><br />
Foto de Luana Neres<br />
<br />
“De quantas verdades se faz uma mentira?”<br />
(José E. Agualusa)<br />
<br />
“Mentiu o compromisso / de trazer a luz da manhã / presente no movimento /e no descompromisso / em que a natureza / produz seus fatos&#8230; não mentiu o sonho / de transfiguração do corpo / e nele a luz / permanece inconstante”.(Pedro Du Bois)<br />
<br /> <br />
 Pedro Du Bois é escritor reconhecido pela sua inventividade. O seu livro, Verdades e Mentiras, é baseado nas facetas da falsidade, onde revela asinceridade e a insinceridade, desencadeando um jogo onde a mentira mostra que a situação se torna grave se a máscara sobre o rosto for encoberta de recordações vividas –<br />
<br />
“&#8230; mente para si / ao acaso do encontro / acasalado casal / acometido do sexo / limpo e fora de casa esclarece / seus desejos e como gostaria / de encontrar a amante / sobre a cama.”<br />
<br />
Leia toda a crônica poética<br />
<span id="more-12335"></span><br />
<br />
Nesse jogo de mostra e esconde, finge dizer a verdade, mostrando algopara esconder outras coisas, refere-se ao ato de produzir uma falsa aparência e esconde os mistérios dos mascarados sem máscaras.<br />
<br />
Nada além de literatura, uma construção baseada no discurso e através do que inventa provas de existência, como: o bem e o mal; a complexidade do que inventa provas de existência, como: o bem e o mal; a complexidade da verdade e da mentira.<br />
<br />
Roberto Pompeu Toledo, pergunta: “Que é a verdade? Que é a mentira?A mentira é um discurso que começa invocando a verdade a sustentar-se numa mentira”.<br />
<Br><br />
Gosto do jogo proposto por Pedro porque é a revelação de um modo ilusionista. Onde o encoberto, perdido em dúvidas e obscuridades, tem um lado visível e o outro imobilizado pela ilegitimidade, e os iluminados cunham a ilusãoe a impostura com mitos e contrários sentidos. Como acreditam os autores de<br />
Martins ao Cubo: “O poeta não mente só diz o que sente.”<br />
<br />
Noel Rosa já cantava: “Prá que mentir / se tu ainda não tens / esse dom /de saber iludir?/ Prá que?”. E encontro em Vinícius de Moraes: “&#8230;Amar sem mentir / nem sofrer / existiria a verdade / verdade que ninguém vê”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jane Tutikian é a patrona da 57ª Feira do Livro de Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 22:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Legal ter mais uma Patrona na Feira do Livro de Porto Alegre, antes de Jane Tutikian, tivemos Maria Dinorah (1989), Lya Luft (1996) e Patrícia Bins(1998). E para comemorar os 30 anos de carreira, Jane vai lançar na Feira deste ano uma antologia com seus melhores contos, intitulada Uma Coisa Viva &#8211; título que resume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/jane-tutikian.jpg" rel="lightbox[11893]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/jane-tutikian-198x300.jpg" alt="" title="jane-tutikian" width="198" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-11894" /></a><br />
<br />
Legal ter mais uma Patrona na Feira do Livro de Porto Alegre, antes de Jane Tutikian, tivemos Maria Dinorah (1989), Lya Luft (1996) e Patrícia Bins(1998).<br />
<br />
E para comemorar os 30 anos de carreira, Jane vai lançar na Feira deste ano uma antologia com seus melhores contos, intitulada Uma Coisa Viva &#8211; título que resume uma concepção da literatura.<br />
<br />
Saibam mais no link abaixo de onde colei esta imagem:<br />
<a href="http://sul21.com.br/jornal/2011/09/jane-tutikian-e-eleita-primeira-mulher-patrona-da-feira-do-livro-de-porto-alegre/">http://sul21.com.br/jornal/2011/09/jane-tutikian-e-eleita-primeira-mulher-patrona-da-feira-do-livro-de-porto-alegre/</a></p>
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		<title>hoje é dia de Luz Vermelha que se Azula, um livro de Nilto Maciel</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 09:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luz Vermelha que se Azula (Expressão Gráfica e Editora) de Nilto Maciel — ganhador do Prêmio Literário para Autor (a) Cearense – Prêmio Moreira Campos, de CONTOS, da SECULT/CE — Data: 30 de agosto de 2011 (terça-feira) Horário: a partir das 19h Local: Galeria do Teatro SESC Emiliano de Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/clip_image00221.jpg" rel="lightbox[11616]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/clip_image00221-197x300.jpg" alt="" title="clip_image002[2]" width="197" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-11618" /></a><br />
<br />
Luz Vermelha que se Azula<br />
(Expressão Gráfica e Editora)<br />
de Nilto Maciel<br />
— ganhador do Prêmio Literário para Autor (a) Cearense –<br />
Prêmio Moreira Campos, de CONTOS, da SECULT/CE —<br />
<br /> <br />
Data: 30 de agosto de 2011 (terça-feira)<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Galeria do Teatro SESC Emiliano de Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701,  — em frente ao DNOCS —  informações: (85) 3452.9032)<br />
Apresentação da Obra e do Autor: Carlos Roberto Vazconcelos, escritor, em entrevista no projeto Bazar das Letras do SESC<br />
Preço de lançamento: R$ 20,00<br />
Para contato com o Autor: niltomaciel@uol.com.br<br />
<br />
Saibam mais aqui ou no <a href="http://literaturasemfronteiras.blogspot.com/">Literatura sem Fronteiras</a><br />
<br />
<span id="more-11616"></span><br />
<br /> <br />
Para adquirir Luz Vermelha que se Azula (para ausentes ao lançamento e fora do Estado): R$ 25,00 (incluso valor de envio correio)<br />
<br /> <br />
Depósito em conta – Banco do Brasil &#8211; agência: 4885-2/ Conta: 671.063-8, em nome de Nilto Fernando Maciel</p>
<p>Após o depósito, envie e-mail (anexo o comprovante de depósito) para o endereço eletrônico do Autor (acima) com o endereço postal completo (não esquecer o CEP) do destinatário. Qualquer dúvida ou informação, com o Autor.<br />
<br /> <br />
Sobre a Obra de Nilto Maciel:<br />
<br /> <br />
“Nilto Maciel é, em verdade, um autor imprevisível, quase estilhaçante. Mas, ao mesmo tempo, humaníssimo e preso aos seus fantasmas conscientes e inconscientes, que latejam e volatizam da alma e do coração de um artista com lugar de destaque e definido na literatura brasileira.” (Caio Porfírio Carneiro)<br />
“Nilto Maciel permanece fiel ao seu artesanato meticuloso. A cada livro publicado, verificam-se novas descobertas e uma outra luz se acendendo às possibilidades do leitor.” (João Carlos Taveira)<br />
<br /> <br />
“(&#8230;) puxa o leitor por caminhos inusitados e consegue, sem exauri-lo no longo percurso que se impõe da primeira à última página, prendê-lo espontaneamente ao universo de seres alucinados e fatigados de sua aventura existencial.” (Aíla Sampaio)<br />
<br /> <br />
“(&#8230;) prova a versatilidade de Nilto Maciel em trabalhar assuntos aparentemente tão díspares, mas que no fundo convergem para a unificação de uma temática que se vem cristalizando como pano de fundo na elaboração da sua atividade ficcional, que é a capacidade de fundir a carnavalização do picaresco com a atmosfera do alegórico.” (Dimas Macedo)</p>
<p>“Seu discurso literário é o triunfo da expressividade sobre as estruturas lineares do idioma.” (Francisco Carvalho)<br />
<br /> <br />
Sobre o Autor: NILTO MACIEL nasceu em Baturité, Ceará, em 1945. Cursou Direito na UFC. Em 1976, um dos criadores da revista O Saco. Mudou-se para Brasília em 1977, onde deu início, em 1992, à publicação da Literatura: revista do escritor brasileiro, regressando a Fortaleza em 2002.<br />
Entre os melhores contistas brasileiros, obteve primeiro lugar em vários concursos literários nacionais e estaduais. Organizou, com Glauco Mattoso, Queda de Braço: uma antologia do conto marginal (Rio de Janeiro/Fortaleza, 1977). Participou de diversas coletâneas e antologias, entre elas: Quartas Histórias: contos baseados em narrativas de Guimarães Rosa e Capitu Mandou Flores, ambas organizadas por Rinaldo de Fernandes, e “O Cravo Roxo do Diabo”: o conto fantástico no Ceará, organizado por Pedro Salgueiro.<br />
O Cabra que Virou Bode foi transposto para a tela pelo cineasta Clébio Viriato Ribeiro, em 1993.<br />
Publicou nos mais diversos gêneros literários e em diversas línguas (esperanto, italiano, espanhol e francês): Tempos de Mula Preta, Itinerário, Punhalzinho Cravado de Ódio, Os Guerreiros de Monte-Mor (a ser relançado em breve pelo Armazém da Cultura), As Insolentes Patas do Cão, A Guerra da Donzela, Carnavalha, Vasto Abismo, A Rosa Gótica, Pescoço de Girafa na Poeira, A Última Noite de Helena, A Leste da Morte, dentre outros. Como pesquisador do gênero CONTO, publicou: Panorama do Conto Cearense e Contistas do Ceará: d’A Quinzena ao CAOS Portátil.</p>
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		<title>A Senhora Selvagem um livro, um comentário&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 03:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[À senhora selvagem, Berenice Sica Lamas por Luiz Olyntho Telles da Silva Braque &#8211; Paciência Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste! Criança! Não veras nenhum pais como este! Olha que céu! Que mar! Que rios! Que floresta! A natureza, aqui perpetuamente em festa, É um seio de mãe a transbordar carinhos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À senhora selvagem, Berenice Sica Lamas<br />
por Luiz  Olyntho Telles da Silva<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-1-A-Senhora-Selvagem.jpg" rel="lightbox[11586]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-1-A-Senhora-Selvagem-195x300.jpg" alt="" title="capa 1 A Senhora Selvagem" width="195" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-11587" /></a><br />
<br />
Braque &#8211; Paciência<br />
<br />
Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!<br />
Criança! Não veras nenhum pais como este!<br />
Olha que céu! Que mar! Que rios! Que floresta!<br />
A natureza, aqui perpetuamente em festa,<br />
É um seio de mãe a transbordar carinhos.<br />
Vê que a vida há no chão! Vê que vida há nos ninhos,<br />
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!<br />
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!<br />
Vê que grande extensão de matas, onde impera<br />
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!<br />
Boa terra! Jamais negou a quem trabalha<br />
O pão que mata a fome, o teto que agasalha&#8230;<br />
Quem com o seu suor a fecunda e umedece,<br />
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece.<br />
Criança! Não veras nenhum pais como este!<br />
Imita na grandeza a terra em que nasceste!<br />
<br />
OLAVO BILAC – Soneto à Pátria<br />
<br />
Um livro de poemas? De prosa? Autobiografia? Talvez uma historia do mundo, uma parte da história do mundo, do ottocento aos nossos dias. A senhora selvagem é um pouco como ver o retrato lírico de nossos avòs, ainda em preto e branco, passando pelo sépia, ganhando cores e começando a quebrar formas, decompondo-se, como em quadro de Braque, talvez para melhor nos deixar ver o que a forma fechada fecha.<br />
<br />
Leia todo o artigo<br />
<br />
<span id="more-11586"></span><br />
<br />
Há um movimento, anterior, de ida, e um novo movimento, com as cores do nostos grego, mas sempre ida. Uma repetição sempre diferente. De Bolonha ao santo canal de São Gonçalo e volta, mas pelas Canárias, por Lanzarote, a mais oriental de suas ilhas, onde viveu seus últimos anos José Saraamago, por Veneza, inspiradora do bardo, o Lido, o Gran Canale, onde me perdi, as pedras, cabralinas, as vinhas, da ira, mas também da vida. Aportar a si mesmo é uma viagem-de-[v]ida, ida ao conhecido desconhecido, ida ao norte, despedida a tarde finda às cinco, para Lorca, mas ainda em direção ao azul do cobalto para começar, pontualmente, às cinco, fino all’alba, para mais uma volta. Os plácidos flamboyants da praça, a memória longínqua das guerras, o presidente Julio de Castilhos dando-se ao luxo de bisbilhotar o footing. Quando eu pensaria uma coisa dessas?! A escansão do porto perturbado fascina, conturba!<br />
<br />
O poeta navega às margens do futuro desfazendo as matas ciliares. Nel mezzo del cammin de nostra vita desperta um novo olhar. A decifração dos conflitos exige a alegoria. A dor faz entender na fome o nome. É preciso chegar ao inferno de si mesmo, custe o que custar! A senhora selvagem, Lilith, feiticeira da noite, fada do sol, vai sempre até o fundo. Sendo todas, é única. E o método da escrita, pronto para todos, possibilita a cada um, na investigação das inquietudes, o encontro de um estilo, permitindo ao belo vicejar em campo aberto.<br />
<br />
Um encontro feliz das alucinações e dos sonhos nos fungos. Freud encontrou aí um lugar comum: os sonhos nascem, do mesmo modo que os cogumelos, de seu micélio, da multidão de raízes necessárias para conformar tanto uns quanto outros. Afinal, como dizia Shakespeare, somos feitos da mesma consistência dos sonhos.<br />
<br />
Agora, minh’alma tem sede.<br />
<br /> <br />
Luiz  Olyntho Telles da Silva                                                          </p>
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