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conVersando com Carmen Presotto…

ConVersando
por Carmen Silvia Presotto


Foto minha(ih)…mais vale o olhar.

Hey, boas novidades para o Sr. Livro, este cidadãos de mundos. Lia hoje, que pela primeira vez, chega à Feira do Livro de Porto Alegre, um Presidente… Enfim, Dilma, virá como sempre veio todos os anos, uma grande leitora, e disso sabemos e desta vez vem para abraçar outra guerreira a Patrona Jane Tutikian que há muito vem lutando por mais leituras, mais projetos sociais junto a Educação.

Então, quando o “Batalhão de Letras”, se encontram algo há de acontecer, encontros, conversa e nonos projetos certamente a caminho. Dilma vem para lançar o programa o Livro Popular… Bem, sabemos, falar é fácil, por isso estaremos atentos e cobrando sim, por mais atos poéticos .

Leiam toda a conVersa

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VERDADES E MENTIRAS: o livro, crônicas de Tânia Du Bois

VERDADES E MENTIRAS: o livro
por Tânia Du Bois

Foto de Luana Neres

“De quantas verdades se faz uma mentira?”
(José E. Agualusa)

“Mentiu o compromisso / de trazer a luz da manhã / presente no movimento /e no descompromisso / em que a natureza / produz seus fatos… não mentiu o sonho / de transfiguração do corpo / e nele a luz / permanece inconstante”.(Pedro Du Bois)


Pedro Du Bois é escritor reconhecido pela sua inventividade. O seu livro, Verdades e Mentiras, é baseado nas facetas da falsidade, onde revela asinceridade e a insinceridade, desencadeando um jogo onde a mentira mostra que a situação se torna grave se a máscara sobre o rosto for encoberta de recordações vividas –

“… mente para si / ao acaso do encontro / acasalado casal / acometido do sexo / limpo e fora de casa esclarece / seus desejos e como gostaria / de encontrar a amante / sobre a cama.”

Leia toda a crônica poética
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Jane Tutikian é a patrona da 57ª Feira do Livro de Porto Alegre



Legal ter mais uma Patrona na Feira do Livro de Porto Alegre, antes de Jane Tutikian, tivemos Maria Dinorah (1989), Lya Luft (1996) e Patrícia Bins(1998).

E para comemorar os 30 anos de carreira, Jane vai lançar na Feira deste ano uma antologia com seus melhores contos, intitulada Uma Coisa Viva – título que resume uma concepção da literatura.

Saibam mais no link abaixo de onde colei esta imagem:
http://sul21.com.br/jornal/2011/09/jane-tutikian-e-eleita-primeira-mulher-patrona-da-feira-do-livro-de-porto-alegre/

hoje é dia de Luz Vermelha que se Azula, um livro de Nilto Maciel



Luz Vermelha que se Azula
(Expressão Gráfica e Editora)
de Nilto Maciel
— ganhador do Prêmio Literário para Autor (a) Cearense –
Prêmio Moreira Campos, de CONTOS, da SECULT/CE —


Data: 30 de agosto de 2011 (terça-feira)
Horário: a partir das 19h
Local: Galeria do Teatro SESC Emiliano de Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, — em frente ao DNOCS — informações: (85) 3452.9032)
Apresentação da Obra e do Autor: Carlos Roberto Vazconcelos, escritor, em entrevista no projeto Bazar das Letras do SESC
Preço de lançamento: R$ 20,00
Para contato com o Autor: niltomaciel@uol.com.br

Saibam mais aqui ou no Literatura sem Fronteiras

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A Senhora Selvagem um livro, um comentário…

À senhora selvagem, Berenice Sica Lamas
por Luiz Olyntho Telles da Silva



Braque – Paciência

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! Não veras nenhum pais como este!
Olha que céu! Que mar! Que rios! Que floresta!
A natureza, aqui perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que a vida há no chão! Vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
Boa terra! Jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha…
Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece.
Criança! Não veras nenhum pais como este!
Imita na grandeza a terra em que nasceste!

OLAVO BILAC – Soneto à Pátria

Um livro de poemas? De prosa? Autobiografia? Talvez uma historia do mundo, uma parte da história do mundo, do ottocento aos nossos dias. A senhora selvagem é um pouco como ver o retrato lírico de nossos avòs, ainda em preto e branco, passando pelo sépia, ganhando cores e começando a quebrar formas, decompondo-se, como em quadro de Braque, talvez para melhor nos deixar ver o que a forma fechada fecha.

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