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	<title>Vidráguas &#187; luiz coronel</title>
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		<title>Salve 20 de Setembro! Salve a Revolução Farroupilha!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 14:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coração Farroupilha Ninguém doma a esperança, liberdade não se encilha. Galopa livre em meu peito um coração farroupilha. Olha a tropa de lanceiros, pela noite adentro avança. Sob a luz clara da Lua, cada estrela é uma lança. Pelos mares da campanha, pelas ondas da coxilha, juntas de bois puxam barcos da Esquadra Farroupilha. Doze [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Saudade.jpg" rel="lightbox[11800]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Saudade-300x235.jpg" alt="" title="Saudade" width="300" height="235" class="alignnone size-medium wp-image-11801" /></a><br />
<br />
Coração Farroupilha<br />
<br />
Ninguém doma a esperança,<br />
liberdade não se encilha.<br />
Galopa livre em meu peito<br />
um coração farroupilha.<br />
<br />
Olha a tropa de lanceiros,<br />
pela noite adentro avança.<br />
Sob a luz clara da Lua,<br />
cada estrela é uma lança.<br />
<br />
Pelos mares da campanha,<br />
pelas ondas da coxilha,<br />
juntas de bois puxam barcos<br />
da Esquadra Farroupilha.<br />
<br />
Doze homens contra um<br />
não é guerra é uma guerrilha.<br />
Galopa livre em meu peito<br />
um coração farroupilha.<br />
<br />
No pendão verde-amarelo<br />
o carmim também cintila.<br />
Tremula no azul do Pampa<br />
a Bandeira Farroupilha.<br />
<br /> <br />
Poema de Luiz Coronel<br />
<br /> <br />
CORREIO DO POVO<br />
Arte &#038; Agenda<br />
ANO 116 Nº 352 &#8211; PORTO ALEGRE, SÁBADO, 17 DE SETEMBRO DE 2011</p>
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		<title>A barca do entardecer em Anáguas-Vidráguas</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 15:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A barca do entardecer Nas cidades putanas, as avenidas abrem as pernas e os seios das montanhas se soltam da lingerie das nuvens despudoradamente. As cidades coristas ornam-se com o colar das luzes perimetrais e as árvores de minissaia dançam ao sabor dos ventos. As cidades recatadas, carece conquistá-las. Em minha cidade, o sol vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/poa.jpg" rel="lightbox[11267]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/poa-300x162.jpg" alt="" title="poa" width="448" height="336" class="alignnone size-medium wp-image-11268" /></a><br />
<br />
A barca do entardecer<br />
<br />
Nas cidades putanas,<br />
as avenidas abrem as pernas<br />
e os seios das montanhas<br />
se soltam da lingerie das nuvens<br />
despudoradamente.<br />
<br />
As cidades coristas<br />
ornam-se com o colar<br />
das luzes perimetrais<br />
e as árvores de minissaia<br />
dançam ao sabor dos ventos.<br />
<br />
As cidades recatadas,<br />
carece conquistá-las.<br />
<br />
Em minha cidade,<br />
o sol vem esquiando<br />
a barca do entardecer.<br />
<br />
Atravessa o rio,<br />
caminha pelas ruas<br />
com um balde de tintas<br />
conferindo nuanças inesperadas<br />
ao casario.<br />
Uma vida não basta<br />
para decifrar os mistérios<br />
de Porto Alegre.<br />
<br />
Poema de Luiz Coronel<br />
<br />
Fonte:Correio do Povo<br />
Arte &#038; Agenda<br />
ANO 116 Nº 296 &#8211; PORTO ALEGRE, SÁBADO, 23 DE JULHO DE 2011</p>
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		<item>
		<title>parabéns Porto Alegre, Vidráguas!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/03/26/parabens-porto-alegre-vidraguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/03/26/parabens-porto-alegre-vidraguas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 14:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porto Alegre, que bem me faz o bem que te quero por Luiz Coronel Ah! Porto Alegre na rótula do tempo são nítidas tuas estações. Miro meu rosto no espelho das águas e a lua cheia sorri. Porto Alegre, no verão és úmida e tórrida como as mulheres abandonadas. Mas quando chega o outono esparramas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/parabéns-Porto-Alegre-poema-de-Luiz-Coronel.jpg" rel="lightbox[9316]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/parabéns-Porto-Alegre-poema-de-Luiz-Coronel.jpg" alt="" title="parabéns Porto Alegre - poema de Luiz Coronel" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9812" /></a><br />
<br />
Porto Alegre, que bem me faz o bem que te quero<br />
por Luiz Coronel<br />
<br /> <br />
Ah! Porto Alegre<br />
na rótula do tempo<br />
são nítidas tuas estações.<br />
<br />
Miro meu rosto<br />
no espelho das águas<br />
e a lua cheia sorri.<br />
<br />
Porto Alegre,<br />
no verão és úmida<br />
e tórrida<br />
como as mulheres<br />
abandonadas.<br />
<br />
Mas quando chega<br />
o outono<br />
esparramas<br />
o ouro<br />
incandescente<br />
de teu entardecer<br />
pelos casebres da Glória,<br />
pelos bangalôs da Tristeza.<br />
<br />
Quando me perco<br />
na melancolia deserta<br />
de tuas noites de inverno<br />
tu me cobres<br />
com a colcha de paina<br />
de tua cerração.<br />
<br />
Na primavera<br />
Porto Alegre assovia<br />
milongas<br />
pelos verdes túneis<br />
das ruas de Petrópolis.<br />
<br />
Ah! Porto Alegre<br />
que bem me faz<br />
o bem que te quero!<br />
<br />
Poema de Luiz Coronel aos 239 anos de Porto Alegre, Correio do Povo,Arte &#038; Agenda,ANO 116 Nº 177 &#8211; PORTO ALEGRE, SÁBADO, 26 DE MARÇO DE 2011<br />
<br />
* Obrigada Mauro pelo envio deste poema à Vidráguas em homenagem a nossa Cidade. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>hoje, mais poesia e canção nas ruas e nos olhares de todos&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/04/19/hoje-mais-poesia-nas-ruas/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 15:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tatiane Druck]]></category>

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		<description><![CDATA[Às 20 horas, no Café de la Musique, Av. Tarso Dutra, 135, os poetas Luiz Coronel e Tatiane Druck estarão autografando e conVersando Quirelas &#038; Cintilações e Par e Ímpar, ambos editados pela Mecenas. O lançamento contará com uma performace poética musical da atriz Fernanda Carvalho Leite e do músico Sérgio Rojas. * Vidráguas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Luiz-Coronel-e-Tatiana-Druck.jpg" alt="Luiz Coronel e Tatiana Druck" title="Luiz Coronel e Tatiana Druck" width="336" height="442" class="alignnone size-full wp-image-5306" /><br />
<br />
Às 20 horas, no Café de la Musique, Av. Tarso Dutra, 135, os poetas Luiz Coronel e Tatiane Druck estarão autografando  e conVersando <em>Quirelas &#038; Cintilações</em> e <em>Par e Ímpar</em>, ambos editados pela Mecenas.<br />
O lançamento contará com uma performace poética musical da atriz Fernanda Carvalho Leite e do músico Sérgio Rojas.<br />
<br />
* Vidráguas a mais poesia que conVersa e canta&#8230; Parabéns Poetas!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ave Fauna, um livro, um canto de amor à natureza</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/10/26/ave-fauna-um-livro-um-canto-de-amor-a-natureza/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A aranha nasce do ventre das pedras. A ARANHA A aranha tem mil artimanhas. A aranha trafega com passo de sombra. A aranha tem modos de fêmea que se requebra. Luiz Coronel, Ave Fauna &#8211; Um canto de amor à natureza, 4ª edição, editora Mecenas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/aranha.jpg" alt="aranha" title="aranha" width="400" height="284" class="alignnone size-full wp-image-4003" /><br />
<br />
A aranha<br />
nasce<br />
do ventre das pedras.<br />
<br />
A ARANHA<br />
<br />
A aranha<br />
tem mil artimanhas.<br />
<br />
A aranha trafega<br />
com passo de sombra.<br />
<br />
A aranha tem modos<br />
de fêmea que se requebra.<br />
<br />
Luiz Coronel, Ave Fauna &#8211; Um canto de amor à natureza, 4ª edição, editora Mecenas </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poesia ao dia das crianças</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/10/10/poesia-ao-dia-das-criancas/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 15:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[luiz coronel]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia da inauguração do mundo O mundo estava pronto ao findar do sexto dia. Água e terra, lado a lado na mais perfeita harmonia. Então uma pedra falou com sua voz um tanto aguda: “eu gostaria de andar”! E Deus fez a tartaruga. E depois uma montanha com sua voz trovejante pediu para ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dia da inauguração do mundo<br />
<br />
O mundo estava pronto<br />
ao findar do sexto dia.<br />
Água e terra, lado a lado<br />
na mais perfeita harmonia.<br />
<br />
Então uma pedra falou<br />
com sua voz um tanto aguda:<br />
“eu gostaria de andar”!<br />
E Deus fez a tartaruga.<br />
<br />
E depois uma montanha<br />
com sua voz trovejante<br />
pediu para ser bicho,<br />
e Deus criou o elefante.<br />
<br />
 E a lua que se refletia<br />
em águas claras, pacatas<br />
disse que queria nadar<br />
e se fez peixe de prata.<br />
<br />
E quando a folhinha verde<br />
expressou os sonhos seus<br />
de saltitar entre os galhos<br />
se tornou um louva-a-deus.<br />
<br />
E as nuvens que cobriam<br />
de branco o céu inteiro<br />
resolveram se transformar<br />
num rebanho de cordeiros.<br />
<br />
E o sol, com pinta de rei,<br />
quis também sua mutação:<br />
por ter uma juba dourada<br />
Deus fez do sol um leão.<br />
<br />
E no seu galho uma flor<br />
com vozinha de opereta<br />
pediu que queria voar.<br />
E Deus fez a borboleta.<br />
<br />
E a estrela brilhante<br />
vendo a onda se elevar<br />
pediu para descer às águas<br />
e hoje é “estrela-do-mar”.<br />
<br />
E um anjo que estava perto<br />
(até nem me lembro o nome),<br />
gritou que queria ser Deus.<br />
De castigo virou homem.<br />
<br />
<strong>Luiz Coronel</strong><br />
III Patrono da Feira do livro infantil do Jardim Botânico</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ao dia dos pais, sempre Poesia&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/08/08/ao-dia-dos-pais-sempre-poesia/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 16:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia dos Pais Feliz és tu que não precisas fechar os olhos para encontrar teu pai. Ele abre o jornal quando abres a porta. Teu pequeno Atlas tem o mundo em suas mãos. Deixa de lado a lufada dos fatos e vêm ao teu encontro. Abraço de mãe é travesseiro. E árvore o pai. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia dos Pais</strong><br />
<br /> <br />
Feliz és tu<br />
que não precisas fechar os olhos<br />
para encontrar teu pai.<br />
<br /> <br />
Ele abre o jornal<br />
quando abres a porta.<br />
<br /> <br />
Teu pequeno Atlas<br />
tem o mundo em suas mãos.<br />
<br /> <br />
Deixa de lado<br />
a lufada dos fatos<br />
e vêm ao teu encontro.<br />
<br /> <br />
Abraço de mãe<br />
é travesseiro.<br />
E árvore o pai.<br />
<br /> <br />
A gente sempre fica<br />
com algumas palavras<br />
trancadas na garganta.<br />
<br /> <br />
O pai não quer arroubos<br />
nem proclamas.<br />
<br /> <br />
A roupa do pai tem<br />
tantos bolsos.<br />
É neles que guarda<br />
pequenas humilhações<br />
e desditas.<br />
<br /> <br />
Mas em seu olhar brilha<br />
um grande sonho.<br />
Um mundo melhor para seu filho.<br />
<br /> <br />
Às vezes dá vontade<br />
de dizer ao pai<br />
que nós também pisamos o barro,<br />
sujamos a alma e os sapatos.<br />
Mãe é teto.<br />
Pai é viga.<br />
<br /> <br />
Há resíduos de nossa infância<br />
em todos os cantos.<br />
Até no cheirinho de água de barba<br />
que vem com seu abraço.<br />
<br /> <br />
Ele cantava<br />
no chuveiro.<br />
<br /> <br />
Deixas sob o travesseiro<br />
uma caixa de CDs.<br />
<br /> <br />
A noite avança,<br />
toca o telefone.<br />
O pai agradece. Ao fundo,<br />
ainda ouves, o som enternecido<br />
de um bolero.<br />
<br /> <br />
No escuro avalias<br />
o filho que és.<br />
<br /> <br />
Carece ser mais companheiro,<br />
jantar, ir ao cinema.<br />
<br /> <br />
Dormes e sonhas<br />
com teu pai.<br />
<br /> <br />
Chove na manhã de inverno.<br />
E como é bom vir da escola<br />
em seu colo,<br />
os pingos d’agua cantando<br />
sobre o guarda-chuva.<br />
<br /> <br />
<strong>Luiz Coronel<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>um poema que é um convite a embalar à Cidade aos olhos de todos, Elis Regina!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/03/25/um-poema-que-e-um-convite-a-embalar-a-cidade-caros-amigos-elis-regina/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/03/25/um-poema-que-e-um-convite-a-embalar-a-cidade-caros-amigos-elis-regina/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 15:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário de porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[elis regina]]></category>
		<category><![CDATA[luiz coronel]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma canção para Elis por Luiz Coronel Elis, tua canção sempre me diz: importa ser verdadeiro muito mais que ser feliz. Havia pássaros e sinos em tua voz cristalina. Bravos gestos de guerreira, frágil corpo de menina. Ainda te escuto nas ruas pelas tardes de neblina. A tua voz continua oh, minha estrela sulina. Oh, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma canção para Elis</strong><br />
por Luiz Coronel</p>
<p>Elis, tua canção<br />
sempre me diz:<br />
importa ser verdadeiro<br />
muito mais que ser feliz.</p>
<p>Havia pássaros e sinos<br />
em tua voz cristalina.<br />
Bravos gestos de guerreira,<br />
frágil corpo de menina.</p>
<p>Ainda te escuto nas ruas<br />
pelas tardes de neblina.<br />
A tua voz continua<br />
oh, minha estrela sulina.</p>
<p>Oh, madrinha dos aflitos,<br />
oh, bizarra bailarina,<br />
agora brilhas mais longe<br />
mas tua voz me ilumina.</p>
<p>Veludo, pétala e faca<br />
a tua voz não termina.<br />
Cantar é abrir viveiros<br />
oh, minha estrela sulina.</p>
<p> <img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/elis-regina.jpg" alt="elis-regina" title="elis-regina" width="450" height="337" class="alignnone size-full wp-image-2394" /><br />
Vidráguas a mais Cultura nas Praças, Poeta!, obrigada pela lembrança carinhosa e parabéns por mais este feito Cultural, onde a Canção ecoa&#8230;<br />
E<br />
Caros Amigos, para brindar este encontro poético-cultural um convite:</p>
<p><span id="more-2393"></span></p>
<p>O Prefeito de Porto Alegre, José Fogaça,<br />
tem a satisfação de convidar Vossa Senhoria para a cerimônia de<br />
Inauguração da Estátua em homenagem à cantora  Elis Regina,<br />
a realizar-se às 17 horas do dia 26 de março de 2009,<br />
na área externa da Usina do Gasômetro, Av. João Goulart, 551. </p>
<p>O evento integra as comemorações do aniversário da cidade.</p>
<p>O conjunto escultório em homenagem a Elis Regina, doação à municipalidade de Porto Alegre realizada pelo Grupo Zaffari, será inaugurado nesta  quinta-feira, dia 26 de março, às 17 horas  na Usina do Gasômetro. Curador da obra: Luiz Coronel, Agência Matriz.</p>
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