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	<title>Vidráguas &#187; Luiz Otávio Oliani</title>
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		<title>Poesia falada de Varginha, saibam mais&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 18:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poeta de Poços de Caldas leva prêmios de melhor autora e melhor intérprete no Festival de Poesia Falada de Varginha. A cerimônia de encerramento do Festival foi realizada na noite de sábado, no Teatro Marista Mestrinho, e contou com a presença de todos os autores e seus intérpretes classificados para a grande noite literária varginhense. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poeta de Poços de Caldas leva prêmios de melhor autora e melhor intérprete no Festival de Poesia Falada de Varginha.<br />
<br />
A cerimônia de encerramento do Festival foi realizada na noite de sábado, no Teatro Marista Mestrinho, e contou com a presença de todos os autores e seus intérpretes classificados para a grande noite literária varginhense.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Wallace-Rocha-Crisna-Imhof-Magali-Guidugli-e-Luiz-Otavio-Oliani-vencedores-do-Festival-de-Poesia-Falada-de-Varginha-2011.jpg" rel="lightbox[11016]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Wallace-Rocha-Crisna-Imhof-Magali-Guidugli-e-Luiz-Otavio-Oliani-vencedores-do-Festival-de-Poesia-Falada-de-Varginha-2011.jpg" alt="" title="Wallace Rocha, Crisna Imhof, Magali Guidugli  e Luiz Otavio Oliani vencedores do Festival de Poesia Falada de Varginha 2011" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-11017" /></a><br />
<br />
E trago aqui um poema do livro Espiral de Luiz Otávio Oliani, um dos poetas vencedores, juntamente com a foto dos outros autores vencedores<br />
<br />
Receita<br />
<br />
na mesa dos poetas<br />
rabisco<br />
<br />
guardá-los<br />
para quê?<br />
<br />
o texto<br />
a  nascer<br />
da memória<br />
<br />
o poema<br />
é libertação<br />
<br />
Saibam mais sobre o Concurso, parabéns Oliani e gracias por compartilhar<br />
<br />
<span id="more-11016"></span><br />
<br />
“Magali Guidugli” foi a vencedora dos dois principais prêmios do “Festival Nacional de Poesia Falada de Varginha 5ª Edição” com o poema “Gestação. Ela arrebatou o prêmio de “melhor autor e melhor intérprete” disputando com mais 21 poetas na finalíssima no teatro Marista Mestrinho neste sábado. A abertura do evento contou  com a apresentação do “Grupo Vocal Varginha” que encantou todos os presentes numa noite inesquecível da literatura Varginhense.<br />
<br />
O segundo lugar do festival ficou com “Crisna Imhof”, de Ibotirama-BA que defendeu a poesia “Versos de Amansar Amor”, levando também o 2º lugar de “melhor intérprete” cabendo a terceira classificação a “Luiz Otávio Oliani”, que escreveu “Construção”. O terceiro prêmio de “melhor intérprete” ficou para Wallace Rocha de Varginha que interpretou a obra “Poema dos Conjuntos” da poetisa Maria Apparecida Coquemala de Itararé-SP. A premiação foi de R$ 2.400,00, além dos troféus.<br />
<br />
O festival contou esse ano com 223 inscrições recebidas de todo Brasil. Integraram o corpo de jurados o poeta e escritor Dr. Adilson Marciano Rosa, o ator, diretor e poeta Messias Balboni e a poetisa Graça Ribeiro.<br />
<br />
Os troféus receberam o nome da poetisa e colunista Social do Jornal Correio Sul “Wanda Rezende”. A sobrinha de Wanda; Lú Rezende,  esteve presente na noite e ficou muito emocionada com a homenagem. As homenagens especiais do festival foram para Dr. Walter Pedro dos Santos e Graça Ribeiro pelo apoio ao projeto, desde sua 1ª edição.<br />
<br />
A realização do projeto é de Tadeu Terra, apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Comic, Prefeitura Municipal de Varginha, Fundação Cultural com produção de Marcos Misael &#038; Lindon Lopes, e divulgação da Associação Artística Janet Finatti.<br />
<br />
Marcos Misael  &#038; Lindon Lopes<br />
Jornalistas e Empreendedores Culturais</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desatino, poema de Oliani premiado em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 14:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[DESATINO por Luiz Otávio Oliani dentro de mim uma caixa de sapatos meia dúzia de pipas um gibi meu pai virou rio deixou seu inventário o que ficou além da herança? Saibam mais da obra de Oliani no site de Antônio Miranda: http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/luiz_otavio.html Saibam mais da premiação do poema &#8220;Desatino&#8221; Em 27 de março de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Índice.jpg" rel="lightbox[9479]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Índice.jpg" alt="" title="Desatino poema divulgação por Oliani em Vidráguas" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9754" /></a><br />
<br />
DESATINO<br />
por Luiz Otávio Oliani<br />
<br />
dentro de mim<br />
uma caixa de sapatos<br />
meia dúzia de pipas<br />
um gibi<br />
<br />
meu pai virou rio<br />
deixou seu inventário<br />
<br />
o que ficou<br />
além da herança?<br />
<br />
Saibam mais da obra de Oliani no site de Antônio Miranda:<br />
<a href="http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/luiz_otavio.html">http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/luiz_otavio.html</a><br />
<br />
Saibam mais da premiação do poema &#8220;Desatino&#8221;<br />
<br />
<span id="more-9479"></span><br />
<br />
Em 27 de março de 2011, os poetas Augusto Sérgio Bastos e Luiz Otávio Oliani compareceram à premiação do 28º Concurso Literário Yoshio Takemoto, categoria poesia em língua portuguesa, promovido pela Associação Cultural e Literária Nikkei Bungaku do Brasil, em São Paulo. Os poemas vencedores, “O Vaso de Murano” de Augusto Sérgio Bastos e “Desatino” de Luiz Otávio Oliani foram publicados na revista da associação, no mês de março vigente.<br />
<br />
Os autores fizeram jus a prêmio em dinheiro, medalha e à publicação dos textos.<br /></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>alto-mar, poema de Luiz Otávio Oliani</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 01:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ALTO- MAR teias de solidão no oceano o navio não mais atraca de nada servem a âncora enferrujada o mastro sem bandeira a quilha o radar todos se foram só o mar permanece cúmplice dos desamores do mundo POEMAS DO LIVRO ESPIRAL, DE LUIZ OTÁVIO OLIANI, EDITORA DA PALAVRA, 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" width="450" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/MDFacQZZI2g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
ALTO- MAR<br />
<br />
teias de solidão<br />
no oceano<br />
<br />
o navio não mais atraca<br />
<br />
de nada servem<br />
a âncora enferrujada<br />
o mastro sem bandeira<br />
a quilha<br />
o radar<br />
<br />
todos se foram<br />
<br />
só o mar permanece<br />
cúmplice dos desamores do mundo<br />
<br />
POEMAS DO LIVRO ESPIRAL, DE LUIZ OTÁVIO OLIANI, EDITORA DA PALAVRA, 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>lição de português, poema de Luiz Otávio Oliani</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/08/14/licao-de-portugues-poema-de-luiz-otavio-oliani/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/08/14/licao-de-portugues-poema-de-luiz-otavio-oliani/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 04:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LIÇÃO DE PORTUGUÊS A Patrícia Blower amar, verbo transitivo? amar é verbo de ligação entre dois sujeitos Poema de Luiz Otávio Oliani, Espiral, Editora da Palavra, Rio de Janeiro, 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LIÇÃO DE PORTUGUÊS<br />
        A Patrícia Blower<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Amar.jpg" rel="lightbox[6588]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Amar.jpg" alt="Amar" title="Amar" width="422" height="336" class="alignnone size-full wp-image-6589" /></a><br />
<br />
amar, verbo transitivo?<br />
amar é verbo de ligação<br />
entre dois sujeitos<br />
<br />
Poema de Luiz Otávio Oliani, <em>Espiral</em>, Editora da Palavra, Rio de Janeiro, 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>descoberta, esvai-se o tempo&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/08/03/descoberta-esvai-se-o-tempo/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 15:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DESCOBERTA nada detém a vida esvai-se o tempo o tempo em mim caramujo do imo guardo porta-retratos aqueço a memória: a infância me foi roubada Poema de Luiz Otávio Oliani, Fora de órbita, Editora da Palavra, 2007. Fotografia: Sebastião Salgado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/images5.jpeg" rel="lightbox[6498]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/images5.jpeg" alt="images" title="images" width="448" height="294" class="alignnone size-full wp-image-6874" /></a><br />
<br />
DESCOBERTA<br />
<br />
nada detém a vida<br />
<br />
esvai-se o tempo<br />
o tempo em mim<br />
<br />
caramujo do imo<br />
guardo porta-retratos<br />
<br />
aqueço a memória:<br />
a infância me foi roubada<br />
<br />
Poema de Luiz Otávio Oliani, <em>Fora de órbita</em>, Editora da Palavra, 2007.<br />
<br />
Fotografia: Sebastião Salgado</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>edificação, poema homenagem de Luiz Otávio Oliani</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/07/26/edificacoes-poema-homenagem-de-luiz-otavio-oliani/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
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		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotografia de Ricardo Hegenbart *Obrigada Oliani pelo poema homenagem e pela leitura sobre minha poesia, assim confirmamos que há versos que conVersam e seguimos! EDIFICAÇÃO “Se escrevo, é para um dia renascer” Carmen Silvia Presotto escrever não é juntar signos mas o que é senão o ato milenar de edificar civilizações? sim, o poeta não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Foto_Ricardo_Hegenbart1.JPG" rel="lightbox[6426]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Foto_Ricardo_Hegenbart1.JPG" alt="Foto_Ricardo_Hegenbart" title="Foto_Ricardo_Hegenbart" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-6428" /></a><br />
Fotografia de Ricardo Hegenbart<br />
<br />
*Obrigada Oliani pelo poema homenagem e pela leitura sobre minha poesia, assim confirmamos que há versos que conVersam e seguimos!<br />
<br />
EDIFICAÇÃO<br />
<br />
“Se escrevo, é para um dia renascer”<br />
Carmen  Silvia Presotto<br />
<br />
escrever<br />
não é juntar signos<br />
<br />
mas<br />
o que é<br />
senão o ato milenar<br />
de edificar civilizações?<br />
<br />
sim, o poeta<br />
não gasta papel à toa<br />
- ecológica<br />
a escrita deve ser séria<br />
em respeito à natureza<br />
<br />
abaixo a literatura vazia<br />
ao discurso inepto<br />
<br />
 só os bons poemas<br />
atravessam o tempo<br />
<br />
* Poema de Luiz Otávio Oliani para dialogar com Vidráguas.<br />
<br />
<span id="more-6426"></span><br />
<br />
* Luiz Otávio Oliani cursou Letras e Direito. Consta em mais de quarenta antologias de literatura. Participação intensa em eventos literários, jornais, revistas do País e do exterior. Recebeu mais de 50 prêmios. Publicou &#8220;Fora de órbita&#8221;, Editora da Palavra, poesia, 2007, orelhas de Teresa Drummond e prefácio de Igor Fagundes; livro recomendado pelo Jornal de Letras, editoria dos acadêmicos Arnaldo Niskier e Antonio Olinto, em outubro de 2007. Em 2008, teve o poema &#8220;Teresa&#8221; musicado por Maury Santana no CD Música em Poesia, volume 1. &#8220;Espiral&#8221;, com prefácio de Reynaldo Valinho Alvarez, orelhas de Astrid Cabral e foto do autor por Eloísa Batelli, é o segundo livro de poemas do escritor, publicação da Editora da Palavra, 2009. Tem poemas traduzidos para o inglês, francês, italiano e espanhol na Revista Ponto Doc número 7, edição de 2009. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>fome, poema de Luiz Otávio Oliani</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/07/13/fome-poema-de-luiz-otavio-oliani/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 12:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Otávio Oliani]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[* Artigo do Jornal de Letras, número 142. FOME ao roçar a boca da solidão entre auroras e estrelas mastigo minha dor em que língua nos falamos? POEMAS DO LIVRO ESPIRAL, DE LUIZ OTÁVIO OLIANI, EDITORA DA PALAVRA, 2009]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Novos-038.jpg" rel="lightbox[6282]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Novos-038.jpg" alt="Novos 038" title="Novos 038" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-6283" /></a><br />
* Artigo do Jornal de Letras, número 142.<br />
<br />
FOME<br />
<br />
ao roçar a boca da solidão<br />
entre auroras e estrelas<br />
mastigo minha dor<br />
<br />
em que língua nos falamos?<br />
<br />
POEMAS DO LIVRO ESPIRAL, DE LUIZ OTÁVIO OLIANI, EDITORA DA PALAVRA, 2009</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>território, um poema de Oliani em Vidráguas</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/06/15/territorio-um-poema-de-oliani-em-vidraguas/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 03:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Otávio Oliani]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[TERRITÓRIO “O que não sei fazer desmancho em frases” Manoel de Barros brota em mim o verbo com suas pessoas desconjugá-las não posso em mim a palavra se faz morada Poema: Luiz Otávio Oliani Fotografia: Ricardo Hegenbart]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/barcelona1.jpg" alt="barcelona" title="barcelona" width="401" height="301" class="alignnone size-full wp-image-5984" /><br />
<br />
TERRITÓRIO<br />
<br />
         “O que não sei fazer desmancho em frases”<br />
            Manoel de Barros<br />
<br />
brota em mim o verbo<br />
com suas pessoas<br />
<br />
desconjugá-las não posso<br />
<br />
em mim<br />
a palavra<br />
se faz morada<br />
<br />
Poema: Luiz Otávio Oliani<br />
Fotografia: Ricardo Hegenbart</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>quando os versos conVersam ampliamos a Poesia&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/05/28/quando-os-versos-conversam-ampliamos-a-poesia/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 03:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[António Amaral Tavares]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Otávio Oliani]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma leitura em Espiral, poemas de Luiz Otávio Oliani por António Amaral Tavares (Portugal)http://acasaquecaminha.blogspot.com/ “Na poesia de Luiz Otávio Oliani, não se ouve o escopro ou o cinzel trabalhando a pedra, nem o polir da madeira ou o cortar das sebes. Abafa-se esse ruído. Esse é de bastidores, de mãos a trabalhar, de um progredir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma leitura em <em>Espiral</em>, poemas de Luiz Otávio Oliani<br />
por António Amaral Tavares (Portugal)<a href="http://acasaquecaminha.blogspot.com/">http://acasaquecaminha.blogspot.com/</a><br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/CAPA-ESPIRAL-LUIZ-OTVIO-OLIANI.jpg" alt="CAPA ESPIRAL, LUIZ OTVIO OLIANI" title="CAPA ESPIRAL, LUIZ OTVIO OLIANI" width="279" height="400" class="alignnone size-full wp-image-5793" /><br />
“Na poesia de Luiz Otávio Oliani, não se ouve o escopro ou o cinzel trabalhando a pedra, nem o polir da madeira ou o cortar das sebes. Abafa-se esse ruído. Esse é de bastidores, de mãos a trabalhar, de um progredir de ideias.<br />
<br />
Na sua poesia as palavras saiem para a rua limpas de sangue e de poeiras de oficina ou de caminhar, para que nada desvie a atenção do leitor do núcleo do poema. Exige para isso, economia nas palavras e síntese nas emoções. E por acreditar que o leitor é inteligente, liberta o poema de pontuação excessiva, grafismos ou palavras supérfluas, holofotes que lhes apontem a primazia de uma face, uma estrada, uma parede do poema; na pele do poema não se vêem marcas de esforço ou cicatrizes da luta com o poeta, pelo que as palavras aparentam não terem a importância que realmente têm e que uma leitura atenta atestará.<br />
<br />
Os poemas de Oliani são curtos, não por toda esta economia linguística, mas porque, na maior parte das vezes, o poeta procura a luz indivisível dos elementos que lhe compõem a colheita. Não encontrarão vastos lamaçais na poesia de Oliani.<br />
<br />
E os poemas de Oliani são curtos, não porque o poeta se faça ouvir no silêncio entre as palavras (essa é uma tarefa mais para o leitor), mas porque as palavras que escreve são varas incontornáveis no caminho do poema: “a poesia não dorme / enquanto o verbo não sacia / a fome louca de gritar” (Enigma).”<br />
</p>
<p>Leia mais<br />
<span id="more-5792"></span><br />
<br />
* Enigma<br />
      Luiz Otávio Oliani<br />
<br />
a poesia não dorme<br />
enquanto o verbo não sacia<br />
a fome louca de gritar<br />
<br />
a poesia é grito<br />
feito em surdina<br />
<br />
clausura<br />
nascida das mãos<br />
<br />
sinônimo<br />
do silêncio<br />
entrecortado em raízes<br />
<br />
lenitivo,<br />
espera, soluço:<br />
é tudo que não se define<br />
<br />
* In: Espiral, Editora da Palavra, Rio de Janeiro, 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>resgate, um poema de Luiz Otávio Oliani</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Otávio Oliani]]></category>
		<category><![CDATA[M.C. Escher]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[RESGATE como posso resgatar o que não existe em mim? ao beijar a solidão eu me dispo por inteiro da escória que é o homem na inútil tentativa de ser Deus por um minuto Poema de Luiz Otávio Oliani, Fora de Órbita, Editora da Palavra &#8211; Rio de Janeiro, 2007. Gravura de M.C. Escher, Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RESGATE<br />
<br />
como posso resgatar<br />
o que não existe em mim?<br />
ao beijar a solidão<br />
eu me dispo por inteiro<br />
da escória que é o homem<br />
na inútil tentativa<br />
de ser Deus por um minuto<br />
<br />
Poema de Luiz Otávio Oliani, <em>Fora de Órbita</em>, Editora da Palavra &#8211; Rio de Janeiro, 2007.<br />
<br />
Gravura de M.C. Escher, Um Outro Mundo, 1947.<br />
<br /> <br />
Psiu saibam mais do Poeta e sua Obra:<br />
<span id="more-5664"></span><br />
<br />
A POESIA DE LUIZ OTÁVIO OLIANI está em:</p>
<p>http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/luiz_otavio.html</p>
<p>e<br />
<br />
A Revista Ponto Doc publicou dois poemas de Luiz Otávio Oliani e respectivas traduções para o inglês, francês, italiano e espanhol. Na página da revista é possível ler “BIOGRAFIA” e a versão inglesa; bem como o poema “TERESA” em versões francesa, italiana e espanhola. Basta acessar o endereço abaixo e procurar a seção POEMAS.</p>
<p>http://www.revistapontodoc.com/7.htm</p>
]]></content:encoded>
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