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Vidráguas aos 109 anos de Carlos Drummond de Andrade, poema reEditado por Carmen Vidráguas, vivas!!

E agora, José?
por Carmen Silvia Presotto, em reediCão(rs)


Arte de Américo Conte

Hei! Não digam nunca não…
Drummond?
Cadê a minha matéria que é feita de outros?

E o povo, José?

Ver nada é pouco para tamanho vazio,
por isso, quando a noite cai, visto-me de lua
não digo não, nem nunca…
Apenas, adorno-me para abocanhar o sol
sei que nos amanheceres, nem perceberei o tilintar das moedas, nem o tempo, nem a distância.

Não digo não nem nunca…
Apenas, preencho brancos espaços com febris palavras.
Sei que elas anestesiam lobos e cordeiros
LobOdeirOS que amenesiam latentes universos
Zeros covardes pulsam, mas não amortecerei a um nunca, nem a uma imagem, nem a um mundo de míseras horas…

Hei! Não digam nunca não…
Já houve um tempo
já houve um verde espaço
sem hipocrisias…
Já houve um Norte
já houve um Einstein

Tempaço!

E cadê nós, José?

Sem alma tudo é lama ou carne petrificada…
Santa Hipocrisia…
Esse é o povo que me quer pura e alva?
Quem são esses mortais, José?

Baco
Hermes
Dionísicos momentos?

Cálices Insanos!
Marcaram-me com sangue para colher minha única brancura.
E Agora derreti, sou neve no gelo, livro no ar…

Hei! Não digam nunca não…

José, querem nossas vidas, mas agora feito de povo escrevemos…

psiu, e mais José agora há quem escute, e viva o dia D..rummond!!!! E também o sempre poesia…Quintana, Drummond e Scliar sorriem lá das nuvens(rs).

conVersando com Carmen Presotto…

ConVersando
por Carmen Silvia Presotto


Foto minha(ih)…mais vale o olhar.

Hey, boas novidades para o Sr. Livro, este cidadãos de mundos. Lia hoje, que pela primeira vez, chega à Feira do Livro de Porto Alegre, um Presidente… Enfim, Dilma, virá como sempre veio todos os anos, uma grande leitora, e disso sabemos e desta vez vem para abraçar outra guerreira a Patrona Jane Tutikian que há muito vem lutando por mais leituras, mais projetos sociais junto a Educação.

Então, quando o “Batalhão de Letras”, se encontram algo há de acontecer, encontros, conversa e nonos projetos certamente a caminho. Dilma vem para lançar o programa o Livro Popular… Bem, sabemos, falar é fácil, por isso estaremos atentos e cobrando sim, por mais atos poéticos .

Leiam toda a conVersa

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Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar… mais uma Cartografia Poética em Vidráguas

Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar…
Por Carmen silvia Presotto


* Esta foto, é em Verona, imaginem, estava eu na casa de Julieta, esperando os Bardos chamarem e não é que deu certo, o telefone tocou e…

Psiu, hoje meu telefone vai tocar! Hoje é dia de publicarmos mais um poema enRedados Vidráguas, no entanto Luana Neres, vidraguense amiga, dona da Arte de nosso projeto está em um Congresso de História da Arte no Rio, por isso o atraso…

Amanhã deverá estar nossa homenagem ao Poeta Amado Armindo Trevisan, outro, entre tantos é o Poeta, tradutor e tanto mais…Professor Donaldo Shuler, com trema, sim, que além de nos desnudar Joyce, escreveu Chimarrita, onde nos mostra um Cândido tão moderno que até Joyce se assustaria(rs).



Enquanto isso, anuncio nossa próximo enredo será com Bruna Lombardi, que além de Musa de Quintana como Cecília Meireles, o que é muito!… pois cá, para nós quem não amaria estar naquelas sinapses poéticas, no labirinto deste Fauno Quintana, hein?

Leiam toda a Cartografia Poética Vidráguas, esta e outras que tecemos no site Read more »

“Quem faz um poema salva um afogado”, diz Mario Quinta nas reflexões de Sandrio Cândido

Quando o silêncio conVersa, despertamos
por Sandrio Cândido


Rosa meditativa – Arte de Salvador Dalí

Não há nada mais silencioso do que os corredores do seminário a esta hora da noite. Um silêncio de vozes que abandonaram muitas história inacabados, alguns sonhos e também desejos e pesadelos também. O mesmo silêncio dos livros. Um livro não e mais do que vários silêncios agrupados em palavras. Agora estava lendo os redentores um livro que fala sobre as varias pessoas que de alguma forma contribuíram para a revolução na América latina, e emociona-me pensar que ali repousa o silêncio de muitos que ousaram sonhar com um mundo mais humano – um sonho tão antigo e tão contemporâneo – um sonho que carregamos em nossos corredores, quando nos perguntamos quem foi Jesus e percebemos que também ele teve este sonho.


Não apenas por influência do concilio vaticano II com a sua bela Gaudium et spes, tão pouco apenas pela influencia do Leonardo Boff, mas que isto, a idéia que me atormenta ao pensar a figura de Jesus vem dos próprios relatos bíblicos. Eu me pergunto como posso ajudar a missão que um dia cristo confiou aos apóstolos e só consigo como resposta o silêncio dos livros e dos poemas que me visitam com musas adormecidas que necessitam do calor da minha solidão para ganharem vida e corpo na forma de um poema. Sim eu quero ajudar na missão, eu quero escrever não apenas para formular uma nova estética na poesia, mas também para dizer ao mundo que ainda e possível conceber a vida.

Leia toda a crônica reflexão de Sandrio e ainda seu poemas em seus blog A Alma e a Rosa
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Quintana em quadrinhos por Luiza Maciel, projeto PontuAção em Vidráguas


Para ler cliquem na imagem

Logo teremos mais novidades do Projetoto PontuAção com poesia em quadrinhos nas Escolas, aguardem.