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quintaneando com Vidráguas, poesia em quadrinhos



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Hosamis obrigada pela companhia e uma semana sim e outra não, cá estaremos com o Projeto Pontuação.

Leiam mais poemas da autora em seu blog:
http://hosamis-causasui.blogspot.com/

poema enRedados XI

Psiu! Seguimos enredando os versos no domingo, agora começamos conVersar com grande Poetas, desta vez nosso ninho e voo foi Quintana, leiam, e a todos que aqui estão um beijo, gracias pela companhia e seguimos…



Cliquem na imagem para ampliar e confiram também lá no blog de Luana Neres, autora da arte que nos enreda.

Das Utopias

Se as coisas são inatingíveis… ora!
não é motivo para não querê-las…
Que tristes os caminhos, se não fora
a mágica presença das estrelas!

Quintana

E no próximo domingo estaremos enRedados à Poesia de Gullar, oba!!

pensando a Poesia com Quintana

A Poesia é necessária



Título de uma antiga seção do velho Braga na Manchete. Pois eu vou mais longe ainda do que ele. Eu acho que todos deveriam fazer versos. Ainda que saiam maus. É preferível, para a alma humana, fazer mal versos a não fazer nenhum. O Exercício da arte poética é sempre um esforço de auto-superação e, assim, o refinamento do estilo acaba trazendo a melhoria da alma.

E, mesmo para os simples leitores de poemas, que são todos eles uns poetas inéditos, a poesia é a única novidade possível. Pois tudo já está nas enciclopédias, que só repetem estupidamente, como robô, o que lhes foi incutido. Ou embutido, Ah, mas um poema, um poema é outra coisa…

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canções a Quintana, crônica de Tânia Du Bois

CANÇÕES
por Tânia Du Bois



Lembro o grande nome na poesia infantil, marcante para as letras riograndenses e brasileiras, Mário Quintana, com seu livro Canções, de 1986, em edição comemorativa ao 80º aniversário de nascimento do autor, com ilustração de Noêmia Mourão. Segundo a Editora Globo, essa edição é fac-símile do volume Canções, publicado em 1946, onde preservadas as características originais.

O livro possui 35 poemas e seus versos são simples e livres: na valorização do cotidiano e do olhar infantil, em que a infância continua sendo o eixo. Segundo Guilhermino César, “Canções livro no qual o som é o elemento dominante do sistema encantatório.”

Leia toda a crônica ensaio

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pensando a Poesia de Quintana com Sidnei Schneider

MARIO QUINTANA: PRA QUE VIVER ASSIM NUM OUTRO PLANO?
por Sidnei Schneider

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A comemoração dos 100 anos de nascimento de Mario Quintana, além de colocar obra e poeta em evidência, é momento adequado para indagações e releituras. Coroado poeta mais importante do Rio Grande do Sul, contribuição do estado para a plêiade nacional, diante do qual devem se posicionar obrigatoriamente os novos autores e as novas gerações de leitores, sua poética merece respeito e exame, saudação e crítica, única maneira de homenageá-lo sem rapapés e ingenuidades, detestadas por ele.

No primeiro livro, A Rua dos Cataventos (1940), espécie de filme de cenas sucessivas compostas por sonetos, é possível identificar os dois vetores que o levariam a ser um poeta do cotidiano, das pequenas coisas da vida de onde pretendeu arrancar uma revelação e, função direta de toda poesia, uma maneira nova de sentir o mundo. Para tanto, recusou o isolamento da torre de marfim, o lugar em que deveria ficar o poeta segundo escolas literárias tão voltadas para o respectivo aspecto formal quanto despreocupadas da realidade, como o parnasianismo e, tirante o melhor de Cruz e Sousa, o simbolismo. Assim, a proposta anterior era clara:

Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino, escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!

(A um poeta – Olavo Bilac)

leia todo o artigo aqui ou no blog:
http://umbigodolago.blogspot.com

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