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	<title>Vidráguas &#187; palavra</title>
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		<title>A palavra inacabada em pensando a Poesia &#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 04:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A palavra inacabada por Sandrio Cândido Indizível é uma palavra que me fascina. Sempre me perguntei até onde vai o poder da palavra, tudo que existe pode ser dito? Só existe o que é dito? Pode a palavra conter toda a verdade do que pensamos e sentimento ao longo de nossa experiência? São questões que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra inacabada<br />
por Sandrio Cândido<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/palavra3.jpg" rel="lightbox[11128]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/palavra3-300x217.jpg" alt="" title="palavra..Vidráguas" width="448" height="336" class="alignnone size-medium wp-image-11129" /></a><br />
<br />
Indizível é uma palavra que me fascina. Sempre me perguntei até onde vai o poder da palavra, tudo que existe pode ser dito? Só existe o que é dito? Pode a palavra conter toda a verdade do que pensamos e sentimento ao longo de nossa experiência?  São questões que me dominas quando inicio a escrita de algum poema, pois sei que a palavra está sempre a mercê da interpretação dentro do contexto no qual ela está sendo lida e por quem a lê. Será mesmo que tudo é linguagem?<br />
<br /> <br />
Em suas cartas a um jovem poeta Rilke diz: &#8221; As coisas em geral não são tão fáceis de aprender e dizer como normalmente nos querem levar a acreditar; a maioria dos acontecimentos é indizível,realiza-se em um espaço que nunca uma palavra penetrou.&#8221;¹  Hoje parece-me que tudo é linguagem para alguns grupos, a palavra ganhou um pedestal. A reflexão sobre a palavra chegou a um ponto em que muito tem a crença de que só existe o que é dizível. Porem nem tudo que é dizível existem e nem tudo que existe cabe em uma palavra. Um exemplo eu posso dizer uma casa voando, mas ela não existe- se existe é só no pensamento- mas na realidade nunca. Do mesmo modo há sentimentos que não conseguimos exprimir em sua totalidade, por mais que eu saiba o que é o amor, o tempo, a morte a vida, as palavras jamais conseguiram dizer o todo destas realidades.<br />
<br />
Leia toda a reflexão<br />
<span id="more-11128"></span><br />
<br /> <br />
 A palavra a meu ver é sempre inacabada. Carrega em si uma realidade, mas nunca o todo desta realidade. A palavra que abarca o todo fecha se dentro de si mesmo, destruindo assim a possibilidade de dialogo e de transcendência, e o homem é um ser que se constrói pelo dialogo. Jean Paul Sartre reconhecia que o homem é um ser de abertura, um ser que se abre a outra realidade. Mas para ele não há um objeto além, outros pensadores reconhecem a abertura e reconhecem o objeto. ² Por isto a palavra nunca contem toda a realidade do que se pensa e do que se quer dizer, a poesia está exatamente neste espaço não dito, o tempo da poesia é o tempo do que se queria dizer e não se consegue- usamos para designar isto a palavra entrelinhas- aquilo que está entre, ou seja o que não se consegue dizer. É por ser inacabado, indizível que as coisas permitem que haja possibilidades de se dizer a mesma sensação de varias formas- reconhecendo que aquela não é a única forma- dai nasce o dialogo, tão preciso para o fundamentalismo de nossas épocas, que não está apenas no meio religioso mas também no intelectual, artístico e cientifico.<br />
<br /> <br />
A palavra permanece em uma esfera que apenas capta um lado das coisas, o homem não necessita apenas da palavra para viver, esta complementa a sua busca. O homem precisa da imagem, da poesia, da mística, da psicologia, do sexo, da razão e do pensamento, da fisiologia entre outras. A palavra só tem valor ao meu entender se esta não tiver a pretensão horrível de dizer tudo, pois toda palavra é também uma forma de se dizer a palavra, será sempre uma metáfora, uma construção humana. A começar por este texto que sendo tecido por palavras não disse tudo, mas permanecem assim inacabados, aqueles que o lêem é que serão capazes de refletir e de continuar a tecê-lo em sua própria existência.<br />
<br />
1- Rilke Rainer Maria- cartas a um jovem poeta. Lepm Pocket.<br />
2- A transcendência humana é um assunto vasto, que não pretendia falar aqui. Vale lembrar que somos seres de abertura, que nos abrimos para algo além de nós- o absoluto ou o nada?- desde Sócrates a filosofia vem tratando disto. Recomendo a quem quiser iniciar na questão ler um pequeno livro Chamado Tempos de Transcendência do autor Leonardo Boff, depois tem as obras mais densas sobre o assunto. Mas este artigo não é sobre a transcendência, mas sobre o dizer da palavra. </p>
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		<title>O verbo, a cura&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 14:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O verbo, a cura por Abel Sidney &#8230;a palavra também é cura, alguém me disse. corri, pois, ao dicionário, para desvendar todos os sentidos que tal verbo possa sustentar. cura, além de vigário em alguma aldeia, povoado é processo de tratamento para se apurar para curtir, secar, enfim, algo melhorar como tornar, no entanto, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O verbo, a cura<br />
por Abel Sidney<br />
<br />
<iframe width="450" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xlgsdtLgW3k" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
&#8230;a palavra também é cura, alguém me disse.<br />
corri, pois, ao dicionário, para desvendar<br />
todos os sentidos que tal verbo possa sustentar.<br />
<br />
cura, além de vigário em alguma aldeia, povoado<br />
é processo de tratamento para se apurar<br />
para curtir, secar, enfim, algo melhorar<br />
<br />
como tornar, no entanto, uma palavra curativo?<br />
como colocá-la direto sobre a ferida?<br />
<br />
eis que naquela madrugada, matutando<br />
ouça uma resposta também em verso<br />
de alguém que tinha noção do que dizia:<br />
<br />
à palavra boa não basta estar alinhada<br />
bem vestida, segundo a gramática regular<br />
pois além da fina vestidura a revestir<br />
ou da embalagem com o belo a estampar<br />
há sentimentos que precisam se fazer sentir,<br />
acionado pela vontade de acolher, de servir&#8230;<br />
<br />
com estes últimos versos ainda vagueando<br />
pus-me a me lembrar dos vínculos que se faz<br />
do verbo em ação, cordial, com o algo mais<br />
que poucos desejam, ousam expressar<br />
<br />
lembrei-me de almofada, de cetim, de aconchegar<br />
de ombro amigo, de fino trato, gentileza<br />
mesmo de duras verdades , ditas com jeito<br />
que curam se faladas com delicadeza&#8230;<br />
<br />
não importará pois discutir ou nos debatermos<br />
nos embaraços em torno da sintomatologia<br />
pois ao conhecido, ao familiar ou amigo<br />
pouco lhe dirá questões de geografia&#8230;<br />
<br />
próximos ou distantes estejam eles<br />
o certo é que as palavras que correm frouxas,<br />
pelo correio, emeio ou qualquer canal<br />
há de tocá-los, livrando-os de muito mal &#8211;<br />
doenças imaginárias ou reais, seja o que for<br />
de coceiras que pó-de-mico mental traz<br />
a preocupações que o verbo amigo desfaz&#8230;<br />
<br />
assim encerro este poema, conclamando<br />
os amigos que de prosa e verso vissem se expressando:<br />
há feridas a se curar aqui tão perto!<br />
<br />
É isso.<br />
<br />
Leiam mais poemas e escritos no blog do autor:<br />
<a href="http://abelsidney.blogspot.com/">http://abelsidney.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>palavras do interTextual, aqui e lá</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 18:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[literal mente por Marcio Nicolau leiam aqui e lá: http://www.espacointertextual.blogspot.com/ “(&#8230;) Só o poeta é que tem de lidar com a ingrata linguagem alheia&#8230; A impura linguagem dos homens” (Mário Quintana). Nítida ou não, toda impressão dada constitui um dado. A fala impressa, diverso lado, o pensamento, cuidado, peça adaptável desmonta e a princípio dificilmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>literal mente<br />
por Marcio Nicolau<br />
<br />
leiam aqui e lá:<br />
<a href="http://www.espacointertextual.blogspot.com/">http://www.espacointertextual.blogspot.com/</a><br />
<br />
<object width="450" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/75pwlMogDwM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/75pwlMogDwM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object><br />
<br />
“(&#8230;) Só o poeta é que tem de lidar com a ingrata linguagem alheia&#8230;<br />
A impura linguagem dos homens” (Mário Quintana).<br />
<br />
Nítida ou não, toda impressão dada constitui um dado. A fala impressa, diverso lado, o pensamento, cuidado, peça adaptável desmonta e a princípio dificilmente remonta. Num dado contexto vasto sentido, difícil o texto, subtexto a mente aponta.<br />
<br />
Toda via é possível ler. Transferidas, todavia, expostas, sob outra luz são lidas pesadas projeções às pensadas palavras postas. Salvas em tintas fortes e em caixa alta saltam a vista e o que está claro se mostra. Por pouco tempo hoje, entrementes, a salvo, entrelinhas amarradas estão em caixas de entrada e saída, e-mails, meio soltos, dados recados inteiros que partem rumo adverso a diversas rotas.<br />
No passado, cunhadas de próprio punho cartas eram cuidadosamente remetidas às caixas postais ou metidas pulsando ainda por debaixo da porta e depois de lidas as falas, impulso: guardadas mensagens eram escritas de volta. Na pressa rascunhadas agora, mensagens portam vagas verdades às pressas impressas e vagam, não voltam, para sempre jogadas, dispostas.<br />
<br />
Leiam toda a crônica comentário<br />
<span id="more-7508"></span><br />
<br />
Eu que não sou dado a jogos, prefiro sobre a mesa as cartas, mas sem apostas, salvo se ao diálogo competem, respostas. Digitais na era digital, caracteres são palavras, salvo o caráter literal, ressalvas quase mortas. Meias palavras inteiras sentenças de vida ou morte agora, antíteses e extremos lugares ermos árduos meio termos, nada disso, sei, ao princípio reporta.<br />
<br />
Argumentos de fato são provas textuais, mas ao provar a dialética, não raro hoje se perdem os verbos que acionam metáforas e esfinges nos devoram. Discursos e orações, preces ditas, bem ou mal desenhadas figuras de linguagem nos assaltam.   Armas, apontam caminhos em curso e também alterados os trilhos, desvios, trilhas, escuros becos sem saída e de saída, vias, linhas tortas transportam.<br />
Ao pé da letra, verdades repisadas e o verbo outrora rasgado agora literal mente e na ânsia descostura a aliteração e a assonância, corta rente. Por um fio, em desalinho, por pouco se perde o fio da meada e o pensamento a mente. Sobre o fio da navalha afiada a língua e os dentes, devoro ainda assim alheio texto e escrevo, gasto, palavra por palavra gasta, manifesto ansiado lastro, rastro evidente. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poesia é vida! Ela nos brinda com palavras mágicas&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 13:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PALAVRA: poesia por Tânia Du Bois Concordo quando Chico Buarque disse que “agora posso cuidar da poesia”, pois, ela trata a palavra em seu momento mais inspirado, no inteligente jogo de significado e significante. O brasileiro desvenda os segredos das palavras através da poesia, comunicando-se com a linguagem da liberdade, podendo criar novos ideais, voar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PALAVRA: poesia<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> 
</param>
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<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OC3ky2pGuLA?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object><br />
<br />
          Concordo quando Chico Buarque disse que “agora posso cuidar da poesia”, pois, ela trata a palavra em seu momento mais inspirado, no inteligente jogo de significado e significante.<br />
O brasileiro desvenda os segredos das palavras através da poesia, comunicando-se com a linguagem da liberdade, podendo criar novos ideais, voar, sonhar e até mesmo vivenciá-la.<br />
<br /> <br />
        POESIA É VIDA! Ela nos brinda com palavras mágicas. Então, pergunto: qual é o segredo que elas guardam? Lêdo Ivo responde: “A poesia é um segredo / feito de êxtase e medo / que não confio a ninguém &#8211; nem a mim mesmo&#8221;.<br />
 <br />
 Leia toda a crônica-comentário<br />
<br />
<span id="more-7403"></span><br />
<br /> <br />
          E como cada um de nós ao ler um poema sente esse segredo? Bem, magicamente, o inatingível torna-se palpável. De alguma forma participamos vivenciando momentos e emoções. Destacar a palavra “poesia” mostra a sua importância e como ela muda as nossas vidas, tornando-nos novos amantes da poesia.<br />
     <br /> <br />
       Desejamos segredo maior que o contido nas expressões poéticas?<br />
           “&#8230; você foi o melhor dos meus erros //&#8230; você foi a mentira sincera /<br />
             &#8230; esqueci de tentar te esquecer.” (Outra Vez, de Isolda)<br />
            Sentir a energia que emana do relacionamento direto entre o escritor e a sua obra, do letrista com sua lírica, é algo imperdível para as pessoas de sensibilidade.<br />
      <br /> <br />
          Como escreveu o poeta Ferreira Gullar, “&#8230; pretendo que a poesia tenha a virtude de, em meio ao sofrimento e ao desamparo, acender uma luz qualquer”. E, Jorge Luis Borges, arremata que “a poesia não é alheia, a poesia está logo ali, a espreita. Pode saltar sobre nós a qualquer instante. E a vida, tenho certeza, é feita de poesia.”<br />
     <br /> <br />
        Poesia é descobrir a essência mágica das palavras. A linguagem como significado, como expressões que avessas ao poema destacam o fascínio do código em si. Seu ingrediente fundamental é despertar nossa atenção para ser explorada em papel literário e transformada em magia.<br />
   <br /> <br />
       Encontro em Edson Cruz: “&#8230; vendo o escritor não como construtor, mas como colecionador que se comunica com o mundo ao conquistar sua coleção de palavras”.<br />
  <br /> <br />
     Assim, os temas viram releituras, na medida para os amantes da poesia, como em Pedro Du Bois:“Poesia de palavras simples / rimas simples: / expressa sentimentos<br />
explora sentimentos / sente / o fazer feliz /   deixar feliz. // Poesia de<br />
palavras certas / em seus significados&#8230;”</p>
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		<title>palavra acesa, um poema</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[palavra]]></category>
		<category><![CDATA[valmor bordin]]></category>

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		<description><![CDATA[Palavra Acesa Ontem palavra De amor partido, Hoje sem sentido Não amar ou querer assim, Como se o mundo inteiro, fosse sonho dentro de mim Promessa de ontem, Amanhã esquecido, Dia antes do agora Tudo é decerto A soma do todo incerto, Do querer que não nos quer Brasa acesa indo embora Tudo a mudar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavra<br />
Acesa<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-virtual1.jpg" alt="convite-virtual" title="convite-virtual" width="448" height="300" class="alignnone size-full wp-image-4124" /><br />
<br />
Ontem palavra<br />
De amor partido,<br />
Hoje sem sentido<br />
<br />
Não amar ou querer assim,<br />
Como se o mundo inteiro, fosse<br />
sonho dentro de mim<br />
<br />
Promessa de ontem,<br />
Amanhã esquecido,<br />
Dia antes do agora<br />
<br />
Tudo é decerto<br />
A soma do todo incerto,<br />
Do querer que não nos quer<br />
Brasa acesa indo embora<br />
<br />
Tudo a mudar, senão demora<br />
Que a gente não quer sarar<br />
<br />
Poema de Valmor Bordin, <em>Voo Rumo às Asas  &#8211; A Arte E O VÍNCULO COMO REMÉDIO</em>, p. 152, Nova Prova.<br />
<br />
* o convite traz a Capa do Livro que teve lançamento na Feira do Livro em Porto Alegre no dia 8/11.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>palavras, poeta, poesia, uma crônica&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/11/15/palavras-poeta-poesia-uma-cronica/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 16:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[palavra]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poeta]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>

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		<description><![CDATA[“O POETA E AS PALAVRAS” por Tânia Du Bois “A vida do poeta tem ritmo diferente / Ele conduz errante pelos caminhos / pisando a terra e olhando o céu&#8230; // Clareando como um raio de / sol e paisagem da vida” (Vinícius de Moraes) Palavras, poeta, poesia são apenas jogos lúdicos da literatura. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O POETA E AS PALAVRAS”<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br />
“A vida do poeta tem ritmo diferente / Ele conduz errante pelos caminhos / pisando a terra e olhando o céu&#8230; // Clareando como um raio de / sol e paisagem da vida”    (Vinícius de Moraes)<br />
<br />
Palavras, poeta, poesia são apenas jogos lúdicos da literatura. A poesia é uma ferramenta importante em nossa vida, seja ela simples ou não. Por ordem de importância nos permite ganhar horas de entretenimento. Ao viver o cotidiano, faço um mapa dentro da minha cabeça e com certeza há poesia no meu caminho e o risco de ficar esperando diminuiu quando estive acompanhada do livro O POETA E AS PALAVRAS de Pedro Du Bois.<br />
<br />
 “O Poeta e as Palavras” estilhaça a noção do tempo provisório, tempo e prazer na poesia não falta. Minutos com eles, não são  suficientes.<br />
<br />
 Dedico-me inteiramente ao que pretendo fazer e com isso garanto qualidade de vida. Busco a leitura nos intervalos para dar sentido ao tempo e as possibilidades de novas experiências.<br />
<br />
leia toda a crônica<br />
<span id="more-4121"></span><br />
<br />
 “O Poeta amplia a palavra na necessidade de ser a compreensão do que revela”.<br />
<br />
Gastamos o tempo para a poesia em relação às horas dedicadas ao poeta e suas palavras. Buscamos o equilíbrio entre o prazer da leitura para não perder a alegria do dia-a-dia, ou seja, não nos esquecermos dos jogos lúdicos da literatura, das ideias luminosas que acendem a luz do nosso cotidiano. É preciso refletir sobre o que é mais importante no dia-a-dia: vale ir à luta, porque poesia é vida, antes de qualquer coisa.<br />
<br />
 “Vestido preto ressalta / corpo branco. / A poesia é pouca. // Sorriso aberto / amplia calor / que vejo em ti. // Mente aberta, / conversa franca, / completam o quadro. // Mulher em corpo / de mulher amada, / espírito jovem de quem me ama.”<br />
<br />
Vamos combinar: existe algo que não deve ter duração pré-determinada ou que nos permite perder a noção da hora, esse algo é o POEMA. Faz bem a saúde mental, engrandece culturalmente, rejuvenesce a emoção, melhora e ativa a criatividade entre o significado e o significante.<br />
<br />
“O poeta desconsidera / as leis físicas / interpenetrado corpo / em movimento / despreza / as leis da química / descombinados elementos / misturados / esquece / as leis da política / acreditando na promessa / feita / amortece / as leis do corpo / coração em desabaladas / batidas.”<br />
<br />
 “Quem é você, poeta / para se arvorar em julgador / do homem simples? // Singelo / para quem a vida vale / por ela mesma / sem mistérios // Singelo / vivendo entre os seus / na sua terra / sendo surpreendido cada dia / em que se renova. // Você é apenas o poeta e as palavras.”</p>
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		<title>cancionistas pedem passagem</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Luciane Maria Strack,Projeto Unimúsica 2009-UFRGS. Imagem Arnaldo Antunes Palavra lê Paisagem contempla Cinema assiste Cena vê Cor enxerga Corpo observa Luz vislumbra Vulto avista Alvo mira Céu admira Célula examina Detalhe nota Imagem fita Olho olha É, Poeta! Como disseste:Cancionista é ir atrás da música feito palavra viva, tipo consciências de interfaces de onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/titatita_arnaldoantunes1.jpg" alt="titatitã_arnaldoantunes" title="titatitã_arnaldoantunes" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-2518" /><br />
Foto: Luciane Maria Strack,Projeto Unimúsica 2009-UFRGS.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
Arnaldo Antunes</p>
<p>Palavra lê<br />
Paisagem contempla<br />
Cinema assiste<br />
Cena vê<br />
Cor enxerga<br />
Corpo observa<br />
Luz vislumbra<br />
Vulto avista<br />
Alvo mira<br />
Céu admira<br />
Célula examina<br />
Detalhe nota<br />
Imagem fita<br />
Olho olha</p>
<p>É, Poeta! Como disseste:<em>Cancionista</em> é ir atrás da música feito palavra viva, tipo consciências de interfaces de onde as palavras se encaixam até virarem clarão, ganhar rua ou ir para o Baú de Fertilidade até poderem respirar&#8230;</p>
<p>Vidráguas a mais canção!!! </p>
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