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	<title>Vidráguas &#187; pedro du bois</title>
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		<title>Empréstimo, poema de Pedro Du Bois</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 19:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[EMPRÉSTIMO Empresto a face ao espelho: reflito a tez os olhos o nariz a barba mal feita. Não presente sou ausência consentida. Poema de Pedro Du Bois Fotografia de Vivian Maier E gracias Ricardo por me fazer conhecer a história desta fotógrafa, beijos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EMPRÉSTIMO<br />
<br />
 <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/tumblr_ll8kduGDv81qztk1wo1_500.jpg" rel="lightbox[13675]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/tumblr_ll8kduGDv81qztk1wo1_500-300x300.jpg" alt="" title="tumblr_ll8kduGDv81qztk1wo1_500" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13679" /></a><br />
<br />
      Empresto a face<br />
      ao espelho: reflito<br />
<br /> <br />
a tez<br />
os olhos<br />
o nariz<br />
a barba mal feita.<br />
<br /> <br />
                 Não presente<br />
                 sou ausência consentida.<br />
 <br />
Poema de <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a><br />
Fotografia de <a href="http://www.vivianmaier.com/">Vivian Maier</a><br />
<br />
E gracias <a href="http://www.ricardohegenbart.com/">Ricardo</a> por me fazer conhecer a história desta fotógrafa, beijos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crenças poema de Pedro Du Bois</title>
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		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/16/crencas-poema-de-pedro-du-bois/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 15:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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		<category><![CDATA[crença]]></category>
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		<description><![CDATA[CRENÇAS Reafirmo a descrença no regresso no progresso no anverso do bilhete escrito no estertor do espírito prefiro crer na indolência caseira dos profetas: no livro reaberto nos dias de raciocínios intransigentes em defesa do futuro. Poema de Pedro Du Bois, leiam mais poemas em seu blog. A fotografia é de Robert Parkeharrison!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CRENÇAS<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/robert_parkeharrison001.jpg" rel="lightbox[13556]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/robert_parkeharrison001-300x271.jpg" alt="" title="robert_parkeharrison001" width="300" height="271" class="alignnone size-medium wp-image-13557" /></a><br />
<br />
Reafirmo a descrença<br />
no regresso<br />
no progresso<br />
no anverso do bilhete<br />
escrito no estertor do espírito<br />
<br /> <br />
prefiro crer na indolência<br />
caseira dos profetas:<br />
<br /> <br />
                      no livro reaberto<br />
                  nos dias de raciocínios<br />
          intransigentes em defesa do futuro.<br />
<br /> <br />
Poema de <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a>,  leiam mais poemas em seu blog.<br />
<br />
A fotografia é de Robert Parkeharrison!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fronteiras poema de Pedro Du Bois</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/09/fronteiras-poema-de-pedro-du-bois/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/09/fronteiras-poema-de-pedro-du-bois/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 15:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
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		<description><![CDATA[FRONTEIRAS Na fronteira passo minha inexistência. Trêmulas bandeiras desencontradas evitam a minha mão. Desfaço os nós presos ao estribilho e torno o hino impatriótico na universalidade. Espaço o caminho das ultrapassagens. Ao lado é estar aqui na consequência. Poema de Pedro Du Bois Fotografia de Robert Parkharrison Leiam mais poemas no blog do autor: http://pedrodubois.blogspot.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FRONTEIRAS<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/architects-brother-sod.jpg" rel="lightbox[13478]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/architects-brother-sod-300x264.jpg" alt="" title="architects brother - sod" width="300" height="264" class="alignnone size-medium wp-image-13479" /></a><br />
<br />
Na fronteira passo minha inexistência.<br />
Trêmulas bandeiras desencontradas<br />
evitam a minha mão. Desfaço os nós<br />
presos ao estribilho e torno o hino<br />
impatriótico na universalidade.<br />
<br /> <br />
Espaço o caminho das ultrapassagens.<br />
Ao lado é estar aqui na consequência.<br />
<br /> <br />
Poema de Pedro Du Bois<br />
Fotografia de Robert Parkharrison<br />
<br /> <br />
Leiam mais poemas no blog do autor: <a href="http://pedrodubois.blogspot.com ">http://pedrodubois.blogspot.com<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estado de sítio um poema de Pedro Du Bois</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/21/estado-de-sitio-um-poema-de-pedro-du-bois/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/21/estado-de-sitio-um-poema-de-pedro-du-bois/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estado de sítio]]></category>
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		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[ESTADO DE SÍTIO por Pedro Du Bois Fiel ao princípio da autonomia entre poderes evite a intromissão entre as partes. Sabe e conhece o espectro turvo das cores da bandeira. O ódio intrometido entre as partes avança e destrói o desconhecido. Não retorna sobre escombros e se esconde em salas refrigeradas: poder exercido sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ESTADO DE SÍTIO<br />
por Pedro Du Bois<br />
<br /> <br />
Fiel ao princípio da autonomia<br />
entre poderes evite a intromissão<br />
entre as partes. Sabe<br />
e conhece o espectro turvo<br />
       das cores da bandeira.<br />
<br /> <br />
O ódio intrometido entre as partes<br />
avança e destrói o desconhecido.<br />
Não retorna sobre escombros<br />
e se esconde em salas<br />
refrigeradas: poder exercido<br />
sobre a contingência dos amores.<br />
<br /> <br />
Alvo de paixões destroça corpos<br />
submetidos em tensão: o suplício<br />
descompensa a similitude do ato.<br />
<br />
Leia todo o poema<br />
<span id="more-13362"></span><br />
<br /> <br />
Onde repousam sonhos acorda<br />
em batidas milimétricas. Tacões<br />
ressoam pisos de concreto. É<br />
o que lhe permitem conhecer.<br />
<br /> <br />
Explodem fogos artificializados<br />
no espaço descontinuado da espera.<br />
Desperta e acompanha a luta<br />
desarmada das histórias<br />
melancólicas: herói na situação<br />
anacrônica do enredo. Ao vilão<br />
cabe o luxo iluminado<br />
dos palcos de vergonhas.<br />
<br /> <br />
Arremesso e arremate. Diálogo<br />
continuado entre surdos. Espíritos<br />
em testes de segunda classe.<br />
Bestiário revivido ao dia<br />
entre sinais e estacionamentos.<br />
<br /> <br />
Não revê nas ruas o soldado<br />
de outrora. Não reconhece o uniforme<br />
e a uniformidade em trajes<br />
desconexos prova o inimigo.<br />
<br /> <br />
Amizades<br />
         negócios<br />
                 traições<br />
                 e adultérios.<br />
A potencialidade da imagem transmuda<br />
o ser em escolhas. A destruição das pontes<br />
permanece receptáculo da ousadia.<br />
<br /> <br />
Atravessar o fosso e se descobrir em fósseis<br />
aumentados. Atravancar a saída e se cobrir<br />
em entradas. O final do túnel<br />
em notícias repetitivas.<br />
<br /> <br />
A bebida descontrai o ânimo<br />
com que a vida demonstra virtudes.<br />
A virtuosidade da morte engalana<br />
o recém chegado. O estrangeiro<br />
transformado em nativo se acomoda<br />
em estrangeirismos.<br />
<br /> <br />
Reflete sonhos. Repete sonos. Realiza<br />
a introdução ao processo e se perde<br />
em meandros liberalizantes. A competição<br />
revigora a mente na escolha da testemunha<br />
do açodamento. diretores vicejam almas<br />
de apenados funcionários em desconforto.<br />
<br /> <br />
O clube recebe seus sócios e os distribui<br />
em salões de acordo com suas situações<br />
                                político-sociais.<br />
<br /> <br />
No portão a segurança se enreda<br />
em assaltos: o assassino sorri perplexidades<br />
na facilidade com que perpetra o crime.<br />
<br /> <br />
Sirenes ecoam medos. O alarme desarma<br />
a visão silenciosa da conquista. Não distante<br />
a ordem esconde contraditoriedade: para<br />
os efeitos da lei a escolha se faz agora.<br />
<br /> <br />
Manifestos distribuem raivas enjauladas<br />
em quatro paredes. A palavra de ordem<br />
desordena o status do melodrama.<br />
<br /> <br />
Na similitude a coragem reencontra<br />
sua visão feminina. A visão masculina<br />
desencontrada em si murmura<br />
juras de amor em eternizadas<br />
amizades<br />
       saudades<br />
       e lembranças juvenis.<br />
<br /> <br />
Jamais &#8211; na afirmação contraditória -<br />
são reformados os presídios: punidos<br />
na justaposição da indigência vislumbram<br />
a luz penetrar janelas encadeadas.<br />
<br /> <br />
Estar livre e gozar as prerrogativas<br />
da indecisão. Procurar em vão<br />
a responsabilidade no avesso<br />
do acerto minorado em almas<br />
desacompanhadas: o pranto<br />
reflui torrentes e a condição afeta<br />
a tradição perdida em silêncio.<br />
<br /> <br />
O canto situado como livre estivesse o cantar<br />
             como se o cantar livrasse da desdita<br />
             como se desdizer fosse o conteúdo maternal<br />
                      na oração primária dos dissabores.<br />
<br /> <br />
Trair a atenção. Atrair a atenção em ato<br />
de coragem. Descontrair a tensão<br />
em ato covarde de agressão<br />
                          e mentira.<br />
<br /> <br />
No sorriso da mulher que passa<br />
entre carros revê a mulher da vida<br />
recolhida na casa dos prazeres.<br />
<br /> <br />
No matraquear dos recreios receia<br />
induzir a voz ao encontro da verdade<br />
e retirar do exposto a contrariedade<br />
das notícias não alvissareiras.<br />
<br /> <br />
Alvo. Seta perfurante. Bala penetrante.<br />
Símbolo cortante. Pedra contundente.<br />
<br /> <br />
A busca nos primeiros passos<br />
mambembes e o reluzir do ouro<br />
conquistado. Fosse outra a época<br />
e com certeza estaria preso ao passado.<br />
Ao futuro são oferecidos óbices<br />
em escaladas argutas e infiltrantes.<br />
<br /> <br />
Se a mulher se apresenta nua, dispa-se<br />
de sua vaidade e vá até ela. Cubra-a<br />
com sua vergonha. A mulher se sentirá<br />
devedora da sua ousadia.<br />
<br /> <br />
Avesso ao estardalhaço, distribua panfletos<br />
e torne a leitura obrigatória. Troque algumas<br />
palavras. Entorne o caldo. Estremeça o senso<br />
elementar das confusões. Aprofunde o tema<br />
em nada consta. A liberdade perdura<br />
enquanto a guarda se nacionaliza<br />
em combates.<br />
<br /> <br />
A fraqueza dos pais é responsável<br />
pelo aviltamento, jogue a moeda ao mendigo<br />
em gritos e palavrões. Desperte a vilania<br />
e a destrate com fraquezas e ódios.<br />
<br /> <br />
Descarregar a arma empunhada na luta<br />
diante da máquina fotográfica o transforma<br />
em notícia e no martírio do jornal escrito<br />
se mantem ávido de reconhecimentos.<br />
<br /> <br />
Não se debruce sobre a amurada: o atirador<br />
de elite se distrai em beijos e sua arma<br />
                dispara na antevisão da morte.<br />
<br /> <br />
Leiam mais poemas de <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a>, em seu blog.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Parênteses um poema de Pedro Du Bois</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/17/parenteses-um-poema-de-pedro-du-bois/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/17/parenteses-um-poema-de-pedro-du-bois/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 13:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PARÊNTESES ser a vida entre parênteses na explicação dos teores ocultos do desplante: mentir explicações de contados elementos na imagem modulada no limite do esgarçamento: conta apresentada em favores; desligar o som e explicar o silêncio do quarto entreaberto em atos. O sentido do rosto contra o espelho melancólico das imagens. Texto tosco das palavras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PARÊNTESES<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/20616563.jpg" rel="lightbox[13311]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/20616563-203x300.jpg" alt="" title="2061656" width="203" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13315" /></a><br />
<br />
ser a vida entre parênteses<br />
na explicação dos teores ocultos<br />
do desplante: mentir explicações<br />
de contados elementos na imagem<br />
modulada no limite do esgarçamento:<br />
conta apresentada em favores;<br />
desligar o som e explicar o silêncio<br />
do quarto entreaberto em atos.<br />
O sentido do rosto contra o espelho<br />
melancólico das imagens. Texto<br />
tosco das palavras sem sentido.<br />
<br />
Poema de Pedro Du Bois<br />
Fotografia: Valdim Stein<br />
<br />
Leia mais poemas em seu blog: <a href=" http://www.pedrodubois.blogspot.com/"> http://www.pedrodubois.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vidráguas à Tânia Du Bois, feliz aniversário</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/10/vidraguas-a-tania-du-bois-feliz-aniversario/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/10/vidraguas-a-tania-du-bois-feliz-aniversario/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 17:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
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		<description><![CDATA[TÂNIA por Pedro Du Bois Lembro de mim: menino a correr pela rua de conhecimentos jovem preso em si mesmo adulto na segurança oferecida pelo cotidiano lembro de mim e lembro você ao meu lado: a voz calando medos. Parabéns à Tânia, amiga e companheira do Vidráguas, que aqui escreve todas quintas-feiras. Um poema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TÂNIA<br />
por <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a><br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/tdubois.jpg" rel="lightbox[13224]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/tdubois-200x300.jpg" alt="" title="tdubois" width="200" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13225" /></a><br />
<br />
Lembro de mim: menino<br />
a correr pela rua de conhecimentos<br />
<br /> <br />
jovem preso em si mesmo<br />
adulto na segurança<br />
oferecida pelo cotidiano<br />
<br /> <br />
lembro de mim e lembro você<br />
ao meu lado: a voz calando medos.<br />
<br /> <br />
Parabéns à Tânia, amiga e companheira do Vidráguas, que aqui escreve todas quintas-feiras. Um poema de seu amaado poeta e felicidades!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Irrefletido, um poema de Pedro Du Bois em Vidráguas</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/07/irrefletido-um-poema-de-pedro-du-bois-em-vidraguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/07/irrefletido-um-poema-de-pedro-du-bois-em-vidraguas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 16:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Alina Labedeva]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Irrefletido]]></category>
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		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[IRREFLETIDO Não me reflito ao cobrir o vidro com espelhos metalizo a vontade inaudita de ser visto resisto ao espaço e cedo o corpo em sacrifício. Opaco: embaço a vista. Poema de Pedro Du Bois, fotografia Alina Labedeva Leiam mais poemas do autor em seu blog: http://pedrodubois.blogspot.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Alina-Lebedeva.jpg" rel="lightbox[13179]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Alina-Lebedeva-300x200.jpg" alt="" title="Alina Lebedeva" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-13180" /></a><br />
<br />
IRREFLETIDO<br />
<br /> <br />
Não me reflito<br />
ao cobrir o vidro<br />
com espelhos<br />
<br /> <br />
metalizo a vontade<br />
inaudita de ser visto<br />
<br /> <br />
resisto ao espaço<br />
e cedo o corpo<br />
em sacrifício.<br />
<br /> <br />
Opaco: embaço<br />
a vista.<br />
<br /> <br />
Poema de Pedro Du Bois, fotografia Alina Labedeva<br />
<br />
Leiam mais poemas do autor em seu blog:<br />
<a href="http://pedrodubois.blogspot.com">http://pedrodubois.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Entrevista com Pedro Du Bois desde a Revista Cerrado Cultural</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 16:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[pedro du bois]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cerrado Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[ENTREVISTA: PEDRO DU BOIS Por Paccelli José Maracci Zahler O poeta Pedro Du Bois (PB) já é conhecido dos leitores da Revista Cerrado Cultural (RCC). Desde os primeiros números, ele tem colaborado sistematicamente com as nossas edições. Ele nos concedeu esta entrevista por correio eletrônico, a qual agradecemos, e, principalmente, pela oportunidade de conhecê-lo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ENTREVISTA: PEDRO DU BOIS<br />
Por Paccelli José Maracci Zahler<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pedro-foto.jpg" rel="lightbox[13142]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pedro-foto-253x300.jpg" alt="" title="O" width="253" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13143" /></a><br />
<br /> <br />
O poeta Pedro Du Bois (PB) já é conhecido dos leitores da Revista Cerrado Cultural (RCC). Desde os primeiros números, ele tem colaborado sistematicamente com as nossas edições. Ele nos concedeu esta entrevista por correio eletrônico, a qual agradecemos, e, principalmente, pela oportunidade de conhecê-lo e conhecer um pouco do seu processo de criação literária.<br />
<br />
RCC.O senhor nasceu em Passo Fundo, RS. Como foi a sua infância?<br />
<br />
PB. A pergunta remete-me ao final dos anos 70 quando, em entrevista situacional-psicológica, na PUC-RJ, o psicólogo inquiriu-me da mesma forma; respondi que havia sido normal e ele, sem alterar o tom, cobrou: defina normal. Minha normalidade, que ele aceitou: segundo filho entre quatro irmãos, classe média baixa, gastei minha infância jogando pedras, correndo, nadando, brincando, brigando e apanhando; aprendendo. Passo Fundo permitiu-me ir além da porta da casa, além da rua, além da esquina, desde cedo. Muita fruta no pé, muito matinê cinematográfico. Sempre tive bom círculo de amigos: rua e escola, o qual mantenho até hoje.<br />
<br />
RCC. O talento para escrever manifestou-se naquela época?<br />
<br />
PB. Sempre tive facilidade para escrever. Já talento seria outra coisa. Não tenho formação literária no sentido acadêmico. Sempre gostei de ler. Sou curioso. Outros tempos, outra formação. Morador do interior, apenas através do rádio (ondas curtas) e da leitura podia acessar o mundo. Imagens, apenas cinematográficas ou em preto-e-branco nos jornais e revistas. Sou fruto da imaginação. Fui bom em redação, mesmo que as minhas fossem curtas na avaliação dos professores. Tímido, desde sempre, não conseguia me expressar, nem através das palavras. Mesmo assim, como adolescente, pratiquei meus poemas confessionais-amorosos. Não os guardei.<br />
<br />
Leia toda a entrevista aqui ou na <a href="http://www.revistacerradocultural.blogspot.com/2011/12/entrevista-pedro-du-bois.html">Revista Cerrado Cultural </a>de onde transportamos esta entrevista<br />
<br />
<span id="more-13142"></span><br />
<br />
RCC.Qual a sua formação e ocupação principal?<br />
<br />
PB. Sou bacharel em Direito desde 1971. Não sou advogado, por decisão pessoal. Bancário aposentado; trabalhei basicamente na área de organização e métodos, processamento de serviços, comunicações e recuperação de crédito. Atualmente, desamarrado de empregos, convivo prazerosamente com a literatura e suas decorrências.<br />
<br />
RCC.O senhor sempre esteve ligado à literatura?<br />
<br />
PB. Apenas como leitor. Faz 10 anos que escrevo sistematicamente. Sou tardio.<br />
<br />
RCC.O senhor foi influenciado por alguns escritores? Quais?<br />
<br />
PB. Diversos escritores exercem influência sobre a minha formação literária. Somos frutos de nossas leituras. Quanto mais leio, mais verifico a necessidade de buscar novas fontes literárias. Entre tantos, gosto de Orides Fontela, Fernando Pessoa, Campos de Carvalho, dos irmãos Campos, Saul Bellow, Saramago, Cortázar, Borges, Dyonélio Machado, Manuel Scorza, Camus, Manoel de Barros, Quintana, Murilo Mendes, João Cabral, Leminski. Poderia citar outros tantos e mais tantos outros. A lista é infindável. Gosto de retirar o poema que entrevejo em cada texto lido, essa a influência.<br />
<br />
RCC. O senhor escreve diariamente, em horário definido, ou somente quando está inspirado?<br />
<br />
PB. Antes conseguisse assim me organizar. A inspiração é minha busca pelo inaudito, o detalhe, o esboço, o arcabouço de algo que sei estar presente numa leitura, na paisagem, num fato relatado, enfim, em tudo que me cerca e me diz respeito. Escrevo diariamente. Escolhido o tema, busco as palavras que o signifiquem além da escolha a que me levou a inspiração.<br />
<br />
RCC. O senhor confecciona seus próprios livros. Poderia nos falar a respeito?<br />
<br />
PB. Questão de oportunidade. Como as editoras alegam que poesia não vende e, por isso, não se responsabilizam pela distribuição dos livros, fiquei no impasse: fosse depender das editoras, além de pagar caro, ainda teria de sair vendendo os exemplares de porta em porta. Não sou vendedor, tenho a pretensão – única – de ser escritor. Optei por me registrar como escritor-autor junto ao ISBN e, assim, editar meus livros. Faço-os em casa artesanalmente. Minha mulher, Tânia, tem papel fundamental na montagem dos livros, quer selecionando os poemas quer fazendo a revisão dos mesmos.<br />
<br />
RCC. Livros precisam de uma boa apresentação. Como são confeccionadas as capas?<br />
<br />
PB. Sim, precisam. Somos “vitrinistas” por criação. Sem uma boa apresentação, dificilmente encontraremos alguém que se disponha a vislumbrar o “miolo” do livro. Tânia, minha mulher, desenvolve as capas em programa específico (Print Artist), a partir da temática dos poemas, e as imprime numa HP Color Laserjet CP2025; nossas tiragens dificilmente ultrapassam 100 exemplares.<br />
<br />
RCC. Como é feito o acabamento?<br />
<br />
PB. Uma gráfica local faz a grampagem e o refilamento (livro-barco).<br />
<br />
RCC. Como seus trabalhos são divulgados?<br />
<br />
PB. São edições mínimas que distribuo entre parentes, amigos e amantes da literatura; faço doações às bibliotecas, escolas e a leitores e escritores. Além disso, mantenho blog pessoal (http://pedrodubois.blogspot.com) e tenho trabalhos publicados em jornais, revistas, sites e blogs literários. Possuo 3 livros através de editoras: “Os Objetos e as Coisas”, Scortecci, SP; “A Criação Estética”, Corpos, Portugal e “SERES”, Sarau das Letras, Mossoró, RN.<br />
<br />
RCC. O senhor participa de concursos literários regularmente?<br />
<br />
PB. Não. Participei no início. Ganhei o Prêmio Livraria Asabeça, categoria Poesia, em 2005, com o livro Os Objetos e as Coisas. Também obtive classificação no Poema no Ônibus da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. No entanto, não creio serem meus poemas peças indicadas para a participação em concursos, quer pela forma, quer pela minha temática.<br />
<br />
RCC. Na sua opinião, é importante para um escritor participar de academias e clubes literários? Por quê?<br />
<br />
PB. Escrever é ato solitário. Fechado em si mesmo o escritor se torna presa fácil do alheamento. O convívio social – e literário – é, em geral, fator de renovação intelectual, mesmo que – em tese – não se concretizem aí grandes transformações. O aprendizado é recorrente. No mínimo, ficamos sabendo o que os outros estão fazendo. Com o advento da internet a participação se ampliou significativamente pela diversidade e oportunidade de novos contatos, mesmo que virtuais. Sou membro da Academia Itapemense de Letras, da qual fui presidente entre 2008/2010, e do Clube dos Escritores Piracicaba. Também participo do Projeto Passo Fundo, responsável pelo lançamento do meu próximo livro, ‘BrevIdades”, previsto para o primeiro trimestre de 2012.<br />
<br />
RCC.Qual a sua opinião sobre a condição de escritor no Brasil?<br />
<br />
PB. Como a literatura em geral, e a leitura em particular, não são “objetos de desejo-consumista”, não só no Brasil, como na maioria dos países, o escritor é alguém descondicionado em relação à sua existência como “negócio”. Salvo raros escritores midiáticos e os clássicos (objeto de necessário conhecimento – mesmo que superficial – em função do acesso à universidade), o escritor é tratado como alguém à margem do processo. Não sobrevive como tal. Não lhe é dado espaço para que possa dedicar-se exclusivamente ao seu trabalho de escrever. Tanto que apenas agora o Congresso Nacional começa a discutir o mérito de transformar em profissão o ato de escrever. Não existimos formalmente. Mesmo as feiras, encontros e outros eventos que se dizem dedicados à literatura, mais das vezes, desconsideram o escritor em si, privilegiando a divulgação e o negócio do objeto livro. Perdemos todos, porque essa marginalização impede de a cultura (na acepção do termo) chegar aos seus cidadãos, quer pela guarda do passado, quer pela exposição do presente, quer pela possibilidade de, assim, mantermos a perspectiva do futuro.<br />
<br />
RCC. Pode-se viver de literatura?<br />
<br />
PB. Não no sentido amplo e irrestrito do que entendemos por literatura. Pode-se viver (algum tempo) auto-ajudando-se, vendendo-se como subproduto de leitura descartável, deixando-se seduzir por alguns trocados (ou muitos) advindos de situações paralelas (scripts para o cinema e a televisão, por exemplo). Então, sobrevivem da literatura pouquíssimos escritores, desde que baseados em mídias negociais. Nós outros, no entanto, sobrevivemos do que a literatura, muitas vezes, não nos consome.<br />
<br />
RCC. Algumas associações e sindicatos lutam para a criação da carreira de escritor no Brasil. Qual a sua opinião a respeito?<br />
<br />
PB. O escritor profissional. O escritor como profissão. Em tese a ideia é ótima. Na prática não sei como isso afetaria o trabalho e a divulgação da literatura. A não ser que, numa segunda etapa, seja criada a obrigatoriedade de só serem editadas, vendidas e negociadas obras de escritores associados ou sindicalizados. Pior a emenda, creio.</p>
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		<title>Progresso, poema de Pedro Du Bois em Vidráguas</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 13:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Pérola Pacheco]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[pedro du bois]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[PROGRESSO Ser a madrugada do tempo anoitecido: barbarizar o desconhecimento em novas ciências cientificar a desnecessidade de estar vivo ser a divulgação do próximo desacontecimento e se apresentar na plenitude com que o regresso traz o medo. Poema: Pedro Du Bois Fotografia:Ana Pérola Pacheco Leia mais poemas no blog do autor: http://pedrodubois.blogspot.com e conheçam mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PROGRESSO<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/papel-voandoo.jpg" rel="lightbox[12975]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/papel-voandoo.jpg" alt="" title="papel-voandoo" width="280" height="210" class="alignnone size-full wp-image-12976" /></a></p>
<p>Ser a madrugada<br />
do tempo<br />
anoitecido: barbarizar<br />
                   o desconhecimento<br />
                   em novas ciências<br />
 <br />
                   cientificar<br />
                   a desnecessidade<br />
                   de estar vivo<br />
<br /> <br />
ser a divulgação do próximo<br />
desacontecimento e se apresentar<br />
na plenitude com que o regresso<br />
traz o medo.<br />
<br /> <br />
Poema: Pedro Du Bois<br />
Fotografia:<a href="http://anaperolapacheco.blogspot.com/">Ana Pérola Pacheco  </a><br />
<br />
Leia mais poemas no blog do autor: <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">http://pedrodubois.blogspot.com</a> e conheçam mais o olhar fotográfico de Ana Pérola, <a href="http://www.flickr.com/photos/anaperola/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>anoitecendo com Bardos e EvasAlmas em Anáguas-Vidráguas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 01:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[evasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Henri Matisse]]></category>
		<category><![CDATA[Lizt]]></category>
		<category><![CDATA[Loiri Cortese]]></category>
		<category><![CDATA[pedro du bois]]></category>
		<category><![CDATA[poemas com eros]]></category>
		<category><![CDATA[poesia erótica vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[projeto anáguas]]></category>

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		<description><![CDATA[AMOR por Pedro Du Bois Arte de Matisse Minha permanência depende da mulher acompanhante em silêncio: amor transcrito ao necessário: discordância aplacada em atendimentos. O amanhecer recolhe corpos espaçados em juramentos: acompanho o comprometimento e na mulher amada redescubro a fluência: verbalizo prazeres imaginados imaginários paginados. A necessidade aparente dos reingressos. E AH! AMOR por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AMOR<br />
por <a href="http://www.pedrodubois.blogspot.com/">Pedro Du Bois </a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/060921_matisse_nu-azul.jpg" rel="lightbox[12914]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/060921_matisse_nu-azul-249x300.jpg" alt="" title="060921_matisse_nu-azul" width="249" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-12915" /></a><br />
Arte de Matisse<br />
<br />
Minha permanência depende da mulher<br />
acompanhante em silêncio: amor<br />
transcrito<br />
ao necessário: discordância aplacada<br />
em atendimentos.<br />
O amanhecer recolhe corpos espaçados<br />
em juramentos: acompanho<br />
o comprometimento<br />
e na mulher<br />
amada<br />
redescubro<br />
a fluência: verbalizo<br />
prazeres imaginados<br />
imaginários<br />
paginados. A necessidade<br />
aparente dos reingressos.<br />
<br /> <br />
E<br />
<br />
AH! AMOR<br />
por <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/?s=Loiri+Cortese">Loiri Cortese</a><br />
<br /> <br />
Leiam todo o diálogo poético<br />
<br />
<span id="more-12914"></span><br />
<br />
Ah! Amor, olhos do meu coração<br />
Me fazes ver a paixão<br />
Enlouquecida de desejos<br />
Crepitante chama de lampejos!<br />
<br /> <br />
Ah! Amor, cheio de si e forte<br />
Me arrebatas mais que a morte<br />
Tão único e envolvente<br />
Me devora qual serpente!<br />
<br /> <br />
Ah! Amor, tão belo e alucinante<br />
Tu me tornas doce amante<br />
Entrelaçado em amplexos<br />
No teu côncavo e convexo!<br />
<br /> <br />
Seguimos com nossos diálogos poéticos entre Bardos e EvasAlmas, em busca de um Eros menos falocêntrico, onde o AMAR esteja sempre na mão que escreva, ganharemos todos inclusive nosso Peojeto Anáguas Vidráguas, e viva Eros.<br />
<br />
O Poema de Pedro Du Bois está no livro: Desnecessidades Reentrâncias &#038; Alguns Reingressos, edição do autor e Loiri Cortese escreve todas as segundas conosco aqui e também está no <a href="https://www.facebook.com/groups/169339666456388/">Grupo Vidráguas</a> no facebook.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/nkXOrkeZyqQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Um beijo boa noite a todos e seguimos!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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