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	<title>Vidráguas &#187; poema</title>
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		<title>depois de votar, ainda dá tempo de conVersar&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 19:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[*Li no blog de Sidnei Schneider, esta genial ideia que reproduzo aqui: DOMINGO DE VOTOS. E VERSOS NA REDENÇÃO Depois da propaganda eleitoral, banners com poemas. São 25 poetas, distribuição de santinhos e magnetos poéticos. Hoje, 3/10, na Redenção, até 17h, Monumento ao Expedicionário. Ideia de Sandra Santos, ação do projeto Cidade Poema, idealizado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>*Li no blog de Sidnei Schneider, esta genial ideia que reproduzo aqui:<br />
<br />
DOMINGO DE VOTOS. E VERSOS NA REDENÇÃO<br />
<br />
Depois da propaganda eleitoral, banners com poemas. São 25 poetas, distribuição de santinhos e magnetos poéticos. Hoje, 3/10, na Redenção, até 17h, Monumento ao Expedicionário.<br />
<br />
Ideia de Sandra Santos, ação do projeto Cidade Poema, idealizado por Laís Chaffe, e de Alexandre Brito, em parceria com a Editora Castelinho.<br />
<br />
Poetas: Alexandre Brito, Ana Mello, Andreia Laimer, Augusto Franke Bier, Celso Gutfreind, Diego Grando, Diego Petrarca, Dilan Camargo, dois Santos dos Santos, Frank Jorge, Fred Maia, João Angelo Salvadori, Lau Siqueira, Liana Timm, Marcelo Spalding, Nei Duclós, Orlando Bona, Paco Cac, Pedro Stiehl, Ricardo Portugal, Ricardo Silvestrin, Ronald Augusto, Sandra Santos e Sidnei Schneider.<br />
<br />
<a href="http://www.cidadepoema.com/">http://www.cidadepoema.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>corpos híbridos</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 19:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[berenice sica lamas]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
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		<category><![CDATA[prosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Corpos poema&#038;prosa por Berenice Sica Lamas Corpos em exercício de vida, de emoção, de afetos, de dolorimentos. Corpos em delírio, em dança, em sofrimento, feridos, magoados, ultrajados, corpos em paz e em guerra pensar letras/ sentir palavras/ a alma cheia de dedos (Alice Ruiz). Corpos comunicantes. Corpos amando, em transcendência, filosofando, brincando, corpos em grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corpos poema&#038;prosa<br />
por Berenice Sica Lamas<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/3Salvador-Dali-Leda-Atomica.jpg" alt="3Salvador-Dali-Leda-Atomica" title="3Salvador-Dali-Leda-Atomica" width="286" height="400" class="alignnone size-full wp-image-4721" /><br />
<br />
Corpos em exercício de vida, de emoção, de afetos, de dolorimentos.  Corpos em delírio, em dança, em sofrimento, feridos, magoados, ultrajados, corpos em paz e em guerra <em>pensar letras/ sentir palavras/ a alma cheia de dedos</em> (Alice Ruiz).<br />
<br />
Corpos comunicantes. Corpos amando, em transcendência, filosofando, brincando, corpos em grandes bolsões de indiferença. Corpos em compromisso, em oferta, comprados em liquidação, vendidos a preço de banana. / <em>tiro o corpo da roupa</em> (Adélia Prado).<br />
<br />
Corpo bagaço, extenuado. Corpo doado ao trabalho.<br />
<br />
Leia toda a crônica<br />
<span id="more-4720"></span><br />
<br />
Corpo maduro, enfeitado, tatuado, cicatrizado. Corpo balsâmico, corpo labiríntico, mítico, místico.  Qual é a cor do corpo? E o odor do corpo? O gosto? O som? Ah, a tessitura&#8230; <em>corpo de pranto agora ungido</em> (Hilda Hilst) .<br />
<br />
Corpos sem sentido, e o significado, qual é? Corpos em órbita – ou fora de &#8211; sangrando, desabrochando, corpos em busca, corpos pensantes, em contexto, descontextualizados, clássicos, vanguardistas. Excluídos, vazios, despojados, corpos sem sentido, abandonados&#8230; <em>e habitar um corpo/ que seja um corpo em silêncio em tênue vibração/ um corpo feminino exterior compacto um corpo/ vão/ natural como rios como cactos como a terra/ como terremotos</em> (Maria Rita Kehl).<br />
<br />
Corpos em prece. Poroso. Plantados na terra, no ar, alados, em fogo crepitando, n’água. Corpos flutuando, levitando, labutando. Escravizados, dominados, galácticos, estelares, respirados. Corpos sujos, inocentes. Dourado, argênteo. <em>olho muito tempo o corpo de um poema/ até perder de vista o que não seja corpo/ e sentir separado dentre os dentes/ um filete de sangue/ nas gengivas</em> (Ana Cristina Cesar).<br />
<br />
Corpos agendados. Sutil. Corpos em lágrimas, risadas, imaginar. Em transformação. Castrado. Mutilado. Corpos em intensidade, corpos máquinas. Medicado. Corpo sexualizado, estigmatizado. Corpos lilases, desancorados, desnudos, à paisana, resilientes. <em>É possível, então,/ atravessar o tempo/ na barca do corpo/O corpo um do outro,/ com tantas almas de fundo</em> (Maria Carpi).<br />
<br />
Desterritorializado.  Corpos&#8230; e almas.  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>poema</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/12/16/poema/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 02:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[berenice sica lamas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[O poema é uma coisa que não tem nada dentro Ferreira Gullar O poema é uma coisa sem nada dentro somente eu ausente emprestada voz doado coração. Berenice Sica Lamas, p.29, Inventário de Ausências, MOVIMENTO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O poema é uma coisa que não tem nada dentro</em><br />
Ferreira Gullar<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Henri-Matisse.jpeg" alt="Henri Matisse" title="Henri Matisse" width="400" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4346" /><br />
<br />
O poema é uma coisa sem nada dentro<br />
somente eu<br />
ausente<br />
emprestada voz<br />
doado coração.<br />
<br />
Berenice Sica Lamas, p.29, <em>Inventário de Ausências</em>, MOVIMENTO.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>brumas do Tâmisa</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/09/22/brumas-do-tamisa/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 09:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Ricardo Hegenbart Dia de sol fenda entre céu e terra raios de verão feito postigos de outono no Tâmisa&#8230; Carmen Silvia Presotto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0073.jpg" alt="DSC_0073" title="DSC_0073" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3827" /><br />
Foto: Ricardo Hegenbart<br />
<br />
Dia de sol<br />
fenda entre céu e terra<br />
raios de verão<br />
feito postigos de outono<br />
no Tâmisa&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>deus e a árvore</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/09/21/deus-e-a-arvore-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da árvore]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Ricardo Hegenbart. Deus e a Árvore Em sua arrogância as pessoas imaginam representar a imagem e semelhança do Supremo Criador. Porque em um ser tão mesquinho iria ele se espelhar se tantas outras formas foram criadas, isentas de tal valor. Veja o exemplo da árvore que não se propõe a representar nenhuma imagem e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0217.JPG" rel="lightbox[3821]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0217.JPG" alt="DSC_0217" title="DSC_0217" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3822" /></a><br />
Foto: Ricardo Hegenbart.<br />
<br /></br><br />
<strong>  Deus e a Árvore</strong></p>
<p></br></p>
<p>   Em sua arrogância as pessoas imaginam representar</p>
<p>   a imagem e semelhança do Supremo Criador.</p>
<p>   Porque em um ser tão mesquinho iria ele se espelhar</p>
<p>   se tantas outras formas foram criadas, isentas de tal valor.</p>
<p></br></p>
<p>   Veja o exemplo da árvore que não se propõe a representar nenhuma imagem</p>
<p>   e altruísta na sua essência descarta toda e qualquer vaidade,</p>
<p>   a fornecer abrigo, alimentos e utensílios sem cobrar dízimos ou<br />
   impostos,</p>
<p>   e sem distinguir raça ou credo, jamais demonstrando má vontade.<br />
<br /></br></p>
<p>   Serve a todos do mesmo jeito sem qualquer discriminação,</p>
<p>   protege toda forma de vida sem nunca cogitar favor,</p>
<p>   completamente indiferente aos complexos de inferior ou superior</p>
<p>   não necessita de conceitos para se enfeitar com flor.<br />
<br /></br></p>
<p>   Mesmo alguém que a ignore está a usufruir dos seus frutos,</p>
<p>   e ela desconhece  balança para conjugar o valor do amor.</p>
<p>   Não carrega a pretensão de em apenas uma só árvore tudo suprir,</p>
<p>   cada uma tem sua função na natureza, nada é soberbo em seu dispor.</p>
<p></br></p>
<p>   Consumismos e imediatismos não alteram o seu ciclo e desenvolvimento,</p>
<p>   dispensa qualquer pedestal, pois do chão é que provém o seu vigor.</p>
<p>   Sem maiores alardes é um pilar vital de nossas existências,</p>
<p>   sustentando o corpo e fortalecendo a alma, sem requerer nenhum louvor.<br />
<br /></br></p>
<p>   Américo Conte</p>
]]></content:encoded>
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		<title>cogumelos</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/07/29/cogumelos/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Evans]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Simon Foxton]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvia Plath]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Jason Evans, Smash Babylon Mind Control, 2005. Estilo: Simon Foxton Cogumelos Varando a noite, com Brandura, brancura, Silêncio absoluto, Do artelho aos narizes Tomamos posse da argila E do ar adquirido. Ninguém nos avista, Nos detém, nos agride; Evadem-se os grãozinhos. Punhos suaves insistem Em brandir agulhas, O recheio folhudo, Até o calçamento. Nossos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/SBMC_2.jpg" rel="lightbox[3531]"><img class="alignnone size-full wp-image-3524" title="SBMC_2" src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/SBMC_2.jpg" alt="SBMC_2" width="450" height="306" /></a><br />
Foto: <a href="http://www.jasonevans.info/">Jason Evans</a>, Smash Babylon Mind Control, 2005.<br />
Estilo: Simon Foxton<br />
<br />
<strong><br />
Cogumelos</strong><br />
</p>
<p>Varando a noite, com<br />
Brandura, brancura,<br />
Silêncio absoluto,<br />
<br />
Do artelho aos<br />
narizes<br />
Tomamos posse da<br />
argila<br />
E do ar adquirido.<br />
<br />
Ninguém nos avista,<br />
Nos detém, nos<br />
agride;<br />
Evadem-se os<br />
grãozinhos.<br />
<br />
Punhos suaves<br />
insistem<br />
Em brandir agulhas,<br />
O recheio folhudo,<br />
<br />
Até o calçamento.<br />
Nossos martelos,<br />
marretas,<br />
Sem olhos e ouvidos,<br />
<br />
De voz nem um fio<br />
Alargam as gretas,<br />
Ombro abrindo<br />
fendas. Nós<br />
<br />
Vivemos a pão e água,<br />
Migalhas de sombra,<br />
Com modos afáveis,<br />
<br />
Inquirindo pouco ou<br />
nada.<br />
São tantos de nós!<br />
São tantos de nós!<br />
<br />
Somos estantes,<br />
somos<br />
Mesas, somos<br />
humildes,<br />
Somos comestíveis,<br />
<br />
Aos trancos e<br />
arranques<br />
Apesar de nós<br />
mesmos<br />
Nossa espécie se<br />
expande:<br />
<br />
Pela manhã, havemos<br />
De herdar o planeta.<br />
E nosso pé porta<br />
adentro.<br />
<br />
Sylvia Plath</p>
<p><span id="more-3531"></span><br />
<br />
<strong>Mushrooms</strong><br />
<br />
&#8220;Overnight, very<br />
Whitely, discreetly,<br />
Very quietly<br />
 <br />
Our toes, our noses<br />
Take hold on the loam,<br />
Acquire the air.<br />
 <br />
Nobody sees us,<br />
Stops us, betrays us;<br />
The small grains make room.<br />
 <br />
Soft fists insist on<br />
Heaving the needles,<br />
The leafy bedding,<br />
 <br />
Even the paving.<br />
Our hammers, our rams,<br />
Earless and eyeless,<br />
 <br />
Perfectly voiceless,<br />
Widen the crannies,<br />
Shoulder through holes. We<br />
 <br />
Diet on water,<br />
On crumbs of shadow,<br />
Bland-mannered, asking<br />
 <br />
Little or nothing.<br />
So many of us!<br />
So many of us!<br />
 <br />
We are shelves, we are<br />
Tables, we are meek,<br />
We are edible,<br />
 <br />
Nudgers and shovers<br />
In spite of ourselves.<br />
Our kind multiplies:<br />
 <br />
We shall by morning<br />
Inherit the earth.<br />
Our foot&#8217;s in the door.&#8221;<br />
<br />
Sylvia Plath</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>poema publicado &#8211; projeto valise</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/06/03/poema-publicado-projeto-valise/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 23:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[projeto valise]]></category>

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		<description><![CDATA[Subterfúgios por CARMEN SILVIA PRESOTTO rios de olhos me contam gotas nada, nada, nada diz a menina dos dias e feito remo derivo meus braços a palavras um mar navegável a todas as marés : poemar ao tempo um colírio na carne chagas invisíveis e para não me afogar de mim mesmo nado, nado, nado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Subterfúgios<br />
<br />
por CARMEN SILVIA PRESOTTO<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/shwidkiy-andrey.jpg" alt="shwidkiy-andrey" title="shwidkiy-andrey" width="450" height="369" class="alignnone size-full wp-image-3132" /><br />
<br />
rios de olhos<br />
<br />
me contam gotas<br />
<br />
nada, nada, nada<br />
<br />
diz a menina dos dias<br />
<br />
e feito remo<br />
<br />
derivo meus braços a palavras<br />
<br />
um mar navegável a todas as marés<br />
<br />
:<br />
<br />
poemar<br />
<br />
ao tempo um colírio<br />
<br />
na carne<br />
<br />
chagas invisíveis<br />
</p>
<p>e para não me afogar de mim mesmo<br />
<br />
nado, nado, nado<br />
<br />
quando mais fácil seria saltar<br />
<br />
:<br />
<br />
trampolim<br />
<br />
lembro um conto árabe<br />
<br />
retiro a cabeça d’agua<br />
<br />
para que outro ar seja minha  margem<br />
<br />
e nado, nado, nado…</p>
<p>.<br />
<br />
(*   *)__(*  *)__(* *)__(*  *)__(*   *)<br />
<br />
iMAGEM:   Shwidkiy Andrey<br />
<br />
Um Abraço Aqueiva, obrigada pela publicação.<br />
Leiam mais poemas em <a href="http://aqueiva.wordpress.com/">http://aqueiva.wordpress.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Todo dia é dia de Livros, mas Nesta Semana do Livro, é também de photoPoemas</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/22/todo-dia-e-dia-de-livros-mas-nesta-semana-do-livro-e-tambem-de-photopoemas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/22/todo-dia-e-dia-de-livros-mas-nesta-semana-do-livro-e-tambem-de-photopoemas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 12:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Produção Editorial e Cultural Vidráguas Coordenação: Carmen Silvia Presotto Fotografia: Ricardo Hegenbart Arte e figurino: Bruno Padjem Modelo: Fernanda Evangelista – Way Models Porto Alegre Maquiagem:Val Oliveira Painelista: Américo Conte Web-designer: Eduardo Côrrea Crônica: Dois amores ao mesmo tempo, Fabrício Carpinejar, do livro O amor Esquece de Começar, Bertrand. Apoio: Retro Brechó e Câmara do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2719" class="wp-caption alignnone" style="width: 505px"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/conviteweb.jpg" alt="Todo dia é dia de Livros, mas  Nesta Semana do Livro, é também de photoPoemas" title="conviteweb" width="495" height="352" class="size-full wp-image-2719" /><p class="wp-caption-text">Todo dia é dia de Livros, mas  Nesta Semana do Livro, é também de photoPoemas</p></div>
<p><span id="more-2713"></span><br />
<strong>Produção Editorial e Cultural Vidráguas</p>
<p></strong></p>
<p>Coordenação: Carmen Silvia Presotto<br />
Fotografia: Ricardo Hegenbart<br />
Arte e figurino: Bruno Padjem<br />
Modelo: Fernanda Evangelista – Way Models Porto Alegre<br />
Maquiagem:Val Oliveira<br />
Painelista: Américo Conte<br />
Web-designer: Eduardo Côrrea<br />
Crônica: Dois amores ao mesmo tempo, Fabrício Carpinejar, do livro O amor Esquece de Começar, Bertrand.<br />
Apoio: Retro Brechó e Câmara do Livro, Porto Alegre<br />
Sapatos: Júlia Presotto<br />
<strong><br />
Atentos:</strong><br />
O trabalho de photopoema, depois da exposição,  seguirá no site Vidráguas (<a href="http://www.vidraguas.com.br">www.Vidraguas.com.br</a>), bem como o recebimento dos Livros, no Retro Café que depois da Semana do Sr. Livro, ganhará também a adesão: um livro na Cesta Básica, já cantada na Feira do Livro passada pelo Patrono Charles Kiefer , à Biblioteca da creche Tia Beti, Vila Bom Jesus.</p>
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		<title>a poesia de Jorge Luís Borges</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 13:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
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		<category><![CDATA[jorge luís borges]]></category>
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		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[James Joyce por Jorge Luís Borges(Cambridge,1968) Num só dia do homem estão os dias do tempo, desde aquele inconcebível dia inicial dos tempos, em que um terrível Deus prefixou os dias e agonias até o outro em que o rio ubíquo do tempo secular torne à nascente, que é o Eterno, e se apague no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>James Joyce</strong><br />
por Jorge Luís Borges(Cambridge,1968)<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/joyce-joao-cabral-de-melo-neto-e-borges-revistagrito.png" alt="joyce-joao-cabral-de-melo-neto-e-borges-revistagrito" title="joyce-joao-cabral-de-melo-neto-e-borges-revistagrito" width="448" height="204" class="alignnone size-full wp-image-2551" /></p>
<p>Num só dia do homem estão os dias<br />
do tempo, desde aquele inconcebível<br />
dia inicial dos tempos, em que um terrível<br />
Deus prefixou os dias e agonias<br />
até o outro em que o rio ubíquo<br />
do tempo secular torne à nascente,<br />
que é o Eterno, e se apague no presente,<br />
no futuro, no ontem, no que ora possuo.</p>
<p>Entre a aurora e a noite está a história<br />
universal. E vejo desde o breu,<br />
junto a meus pés, o caminho do hebreu,<br />
Cartago aniquilada, Inferno e Glória.<br />
Dai-me, Senhor, coragem e alegria<br />
para escalar o cume deste dia.</p>
<p>Tradução de Josely Vianna Baptista, Borges Poesia, <em>Biblioteca Borges</em>, Companhia das Letras.</p>
<p><span id="more-2550"></span><br />
Fonte e créditos do Poema:Jornala Zero Hora, Caderno Cultura, 8/9/2009- O Borges Poeta, por Mônica Rodrigues da Costa.<br />
Imagem:http://www.revistaogrito.com/page/16/02/2008/historias-de-literatura-e-cegueira-borges-joao-cabral-e-joyce/</p>
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		<title>um poema que é um convite a embalar à Cidade aos olhos de todos, Elis Regina!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 15:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário de porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[elis regina]]></category>
		<category><![CDATA[luiz coronel]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma canção para Elis por Luiz Coronel Elis, tua canção sempre me diz: importa ser verdadeiro muito mais que ser feliz. Havia pássaros e sinos em tua voz cristalina. Bravos gestos de guerreira, frágil corpo de menina. Ainda te escuto nas ruas pelas tardes de neblina. A tua voz continua oh, minha estrela sulina. Oh, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma canção para Elis</strong><br />
por Luiz Coronel</p>
<p>Elis, tua canção<br />
sempre me diz:<br />
importa ser verdadeiro<br />
muito mais que ser feliz.</p>
<p>Havia pássaros e sinos<br />
em tua voz cristalina.<br />
Bravos gestos de guerreira,<br />
frágil corpo de menina.</p>
<p>Ainda te escuto nas ruas<br />
pelas tardes de neblina.<br />
A tua voz continua<br />
oh, minha estrela sulina.</p>
<p>Oh, madrinha dos aflitos,<br />
oh, bizarra bailarina,<br />
agora brilhas mais longe<br />
mas tua voz me ilumina.</p>
<p>Veludo, pétala e faca<br />
a tua voz não termina.<br />
Cantar é abrir viveiros<br />
oh, minha estrela sulina.</p>
<p> <img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/elis-regina.jpg" alt="elis-regina" title="elis-regina" width="450" height="337" class="alignnone size-full wp-image-2394" /><br />
Vidráguas a mais Cultura nas Praças, Poeta!, obrigada pela lembrança carinhosa e parabéns por mais este feito Cultural, onde a Canção ecoa&#8230;<br />
E<br />
Caros Amigos, para brindar este encontro poético-cultural um convite:</p>
<p><span id="more-2393"></span></p>
<p>O Prefeito de Porto Alegre, José Fogaça,<br />
tem a satisfação de convidar Vossa Senhoria para a cerimônia de<br />
Inauguração da Estátua em homenagem à cantora  Elis Regina,<br />
a realizar-se às 17 horas do dia 26 de março de 2009,<br />
na área externa da Usina do Gasômetro, Av. João Goulart, 551. </p>
<p>O evento integra as comemorações do aniversário da cidade.</p>
<p>O conjunto escultório em homenagem a Elis Regina, doação à municipalidade de Porto Alegre realizada pelo Grupo Zaffari, será inaugurado nesta  quinta-feira, dia 26 de março, às 17 horas  na Usina do Gasômetro. Curador da obra: Luiz Coronel, Agência Matriz.</p>
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