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	<title>Vidráguas &#187; poesia</title>
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		<title>Lembranças são pássaros sem asas, poema de Sandra Reis&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/29/lembrancas-sao-passaros-sem-asas-poema-de-sandra-reis/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 16:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembranças são pássaros sem asas poema de Sandra Reia* Quero ir para qualquer parte onde as coisas não sejam perecíveis. Quero dormir na viagem e curtir um longo sono. Um amigo irá me acordar e dizer: &#8220;Bom dia&#8221; É para isso que servem os amigos: para nos tingir de cores. Talvez eu voe para dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>                                        Lembranças são pássaros sem asas<br />
poema de <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1419610458">Sandra Reia</a>*<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bolhas-de-sabao-300x2501.jpg" rel="lightbox[14770]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bolhas-de-sabao-300x2501.jpg" alt="" title="bolhas-de-sabao-300x250" width="300" height="250" class="alignnone size-full wp-image-14772" /></a><br />
<br />
                                        Quero ir<br />
                                        para qualquer parte<br />
                                        onde as coisas<br />
                                        não sejam perecíveis.<br />
<br />
                                        Quero dormir<br />
                                         na viagem<br />
                                         e curtir<br />
                                         um longo sono.<br />
<br />
                                         Um amigo<br />
                                         irá me acordar<br />
                                         e dizer:<br />
                                         &#8220;Bom dia&#8221;</p>
<p>                                        É para isso<br />
                                          que servem os amigos:<br />
                                         para nos tingir<br />
                                         de cores.<br />
<br />
                                         Talvez<br />
                                         eu voe para dentro<br />
                                         de mim mesma<br />
                                         como pássaro sem asas.</p>
<p>                                 Talvez<br />
                                         recorde vivênvias<br />
                                         que habitam<br />
                                         em outras dimensões.<br />
<br />
                                         Talvez<br />
                                          eu lhes diga sim.<br />
                                         Talvez eu lhes diga<br />
                                          não.<br />
<br />
A fotografia é de <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=727252751">Renata Leite</a></p>
<p>* <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1419610458">Sandra Reis</a>, amiga poeta que no lê e está conosco agora também em versos.<br />
<br />
Bom dia, bom domingo a todos!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>InfinitAções&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/16/infinitacoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 16:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[infinitAções]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ralph Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[InfinitAções Na maciez do olhar me deito, velejo&#8230; embalada por teus remos - entre cílios - me reconheço no infinito, Poesia&#8230; amor! Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas! A fotografia é de Ralph Gibson!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>InfinitAções<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ralph-gibson-1975.jpg" rel="lightbox[14665]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ralph-gibson-1975-197x300.jpg" alt="" title="ralph-gibson-1975- Vidráguas!" width="197" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14666" /></a><br />
<br />
Na maciez do olhar<br />
me deito, velejo&#8230;<br />
<br />
embalada<br />
por teus remos<br />
- entre cílios -<br />
me reconheço no infinito,<br />
Poesia&#8230; amor!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas!<br />
<br />
A fotografia é de Ralph Gibson!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Voo de um pássaro poema de Carmen Silvia Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/15/voo-de-um-passaro-poema-de-carmen-silvia-presotto/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 16:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[asas poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[voos]]></category>

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		<description><![CDATA[Voos de um pássaro Que céu! Radiante imenso.. Sem obstáculos, deslizo longe. As nuvens sumiram, mas os ventos podem trazê-las logo. Vou me agilizar e esbaldar em alongamentos. Brincarei na horizontal até não aguentar. Cansei das árvores. Ah esses tempos indefinidos tentam me aprisionar. Buscarei bons tempos&#8230; Não quero atrofiar minhas asas. Nossa! Estou trágico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voos de um pássaro<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/avepássaro.jpg" rel="lightbox[14654]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/avepássaro-300x214.jpg" alt="" title="ave!pássaro- Vidráguas!" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-14655" /></a><br />
<br />
Que céu!<br />
Radiante imenso..<br />
Sem obstáculos, deslizo longe.<br />
As nuvens sumiram, mas os ventos podem trazê-las logo.<br />
Vou me agilizar e esbaldar em alongamentos.<br />
Brincarei na horizontal até não aguentar.<br />
Cansei das árvores.<br />
<br />
Ah esses tempos indefinidos tentam me aprisionar.<br />
Buscarei bons tempos&#8230;<br />
Não quero atrofiar minhas asas.<br />
Nossa! Estou trágico para um pássaro.<br />
Urubu? Corvo?<br />
- Carniceiros e vingativos -<br />
Bem-te-vis?<br />
- amigos e poetas -<br />
E eu tão lindo, tão lindo, liiiindo!<br />
<br />
Eis o perigo!<br />
Nunca caçam as bruxas feias.<br />
Não! Para coleções só querem as borboletas feiticeiras.<br />
<br />
Ah! Por falar em beleza&#8230;<br />
Vou dar uma rasante ao lago, mirar o visual e me alegrar!<br />
Narciso, sim, mas que fazer?<br />
Se sou tão belo&#8230;<br />
VoaaaaaAndo chego à margem,<br />
reflito na estonteante imagem e me banho.<br />
Inspirado retorno para dar brilho ao sooool.<br />
E, epa!<br />
VoltaaaAndo&#8230;<br />
Ainda sobrarm alguns.<br />
Malditos jurássicos bodoques!<br />
E, não fosse eu, o maravilhoso filho da coruja<br />
Voaria liiiivre<br />
&#8230;lindo<br />
e SOoooLto!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, Dobras do tempo, Vidráguas!<br />
<br />
A Arte é de Américo Conte!<br />
<br />
Hey, moral da história(rs), voar é com pássaros e  poetas, asas de pleno vooooos&#8230; e um feliz domingo a todos que por aqui chegarem!! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amor Filosofal, poema de Wilson Caritta&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/14/amor-filosofal-poema-de-wilson-caritta/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/14/amor-filosofal-poema-de-wilson-caritta/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 23:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[amor filosofal]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[mirchuk pavel]]></category>
		<category><![CDATA[poema aos sábados Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson Caritta]]></category>

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		<description><![CDATA[Amor Filosofal&#8230; poema de Wilson Caritta* Não acreditas em magia? Posso me tornar invisível e reencarnar à sua frente em poucas horas. Suas mãos podem me sentir? Te deixei marcas na pele&#8230;. Musa concreta inalienável !! Tudo o que sentes vem do calor do meu peito. No momento perdido Paro o tempo e te amo&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amor Filosofal&#8230;<br />
poema de <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100002266405440">Wilson Caritta</a>*<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pavel.jpg" rel="lightbox[14646]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pavel-300x300.jpg" alt="" title="ÑÐ»Ð¸ÑÐºÐ°2+" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14751" /></a><br />
<br />
Não acreditas em magia?<br />
Posso me tornar invisível<br />
e reencarnar à sua frente<br />
em poucas horas.<br />
<br /> <br />
Suas mãos podem me sentir?<br />
Te deixei marcas na pele&#8230;.<br />
Musa concreta inalienável !!<br />
<br />
Tudo o que sentes<br />
vem do calor do meu peito.<br />
No momento perdido<br />
Paro o tempo e te amo&#8230;<br />
<br /> <br />
*<a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100002266405440">Wilson Caritta</a> , é um poeta que escreve junto a nós em redes sociais, e que agora estará ao Vidráguas ao Sábados.<br />
<br />
Um prazer contar com esta sensibilidade que cotidianamente cria versos, conVersa, troca com outros poetas, revelando que o fazer poético é um tempo onde Criar se refaz no estar com outros&#8230;<br />
<br />
E sim, Wilson, já somos mais e melhores e gracias por tua companhia em Vidráguas. Bom sábado, bom final de semana a todos que por aqui chegarem.<br />
<br />
A fotografia é de Mirchuk Pavel</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Dobras do tempo &#8211; poesia singular por Francisco Miguel Moura, que presente!!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/12/dobras-do-tempo-poeia-singular-por-francisco-miguel-moura-que-presente/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 22:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
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		<category><![CDATA[Dobras do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Miguel Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[“DOBRAS DO TEMPO” &#8211; POESIA SINGULAR por Francisco Miguel de Moura &#8211; membro da Academia Piauiense de Letras* Na minha vivência com livros, tenho notado o desprezo que a crítica dispensa à primeira obra do autor (à chamada estréia), tal como tem preconceito pelo lugar do nascimento do poeta, o endereço do poeta. Se nasce [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“DOBRAS DO TEMPO” &#8211; POESIA SINGULAR<br />
por Francisco Miguel de Moura &#8211; membro da Academia Piauiense de Letras*<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/001.jpg" rel="lightbox[14618]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/001.jpg" alt="" title="001" width="133" height="200" class="alignnone size-full wp-image-14620" /></a><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/001-Carmen-S.-P..jpg" rel="lightbox[14618]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/001-Carmen-S.-P..jpg" alt="" title="001 - Carmen S. P." width="174" height="200" class="alignnone size-full wp-image-14619" /></a><br />
<br />
Na minha vivência com livros, tenho notado o desprezo que a crítica dispensa à primeira obra do autor (à chamada estréia), tal como tem preconceito pelo lugar do nascimento do poeta, o endereço do poeta. Se nasce ou mora no Piauí ou em Sergipe, por exemplo, sequer se dispõe a dar uma olhada num poema, desprezando até as orelhas.  Não sou crítico de profissão, sou poeta. Aquele &#8211; ganha alguma coisa dos jornais, revistas, enciclopédias, etc.; este &#8211; ganha o pão de cada dia (o diabo não amassa pão para ninguém), noutra profissão.<br />
<br />
Ela não é nenhuma desconhecida, pois constrói e mantém, em conjunto com outros, o site “Vidráguas”, na internete, onde movimenta a poesia, a crônica e a crítica, com seriedade e bom humor. Foi a partir de um lugar chamado “Facebook”, há já algum tempo, que passamos a ser conhecidos e amigos. Por isto, eu talvez fosse suspeito para fazer uma crítica a seus livros.<br />
<br />
Leia toda leitura crítica aqui ou no blog do Poeta Francisco Miguel Moura, <a href="http://franciscomigueldemoura.blogspot.com.br/2012/04/dobras-do-tempo-poesia-singular.html">aqui</a>.<br />
<br />
<span id="more-14618"></span><br />
<br />
Não tendo como escrever sobre os três recebidos, escolhi “Dobras do Tempo”, pelas razões já expostas e porque me parece singularíssimo, de uma poesia pura, limpa, forte e profunda.<br />
<br />
De algumas anotações de leituras, me apraz transcrever este trecho de sua obra: “Fechei os livros, mas continuam as minhas leituras. Leio nuvens rabiscando céus, pássaros desenhando o horizonte, árvores dançando com o vento. Leio uma mistura de gente, piscar de olhos. Leio loiros, ruivos, morenos, homens, mulheres. (&#8230;) Encontro nas entrelinhas um espelho, o qual me escancara sua campainha presa na garganta. (&#8230;) Lerei meu mapa astral, meu mapa genético, outros me lerão enquanto um ‘eu’ teimoso ainda se esconde de mim.” (Uma porta se abre, p.20).<br />
<br />
Quantas portas não se me abriram à leitura de seus poemas/crônicas (que também eles são muito ligados ao lirismo da prosa moderna)? Portas de pensamentos e sensações pessoais tocados e transluzidos. Que simplicidade, que beleza, que cheiro de verde, flor, nuvem e pássaros voantes que se encontram nas “Dobras!&#8230;” Seu tempo é uno e ilimitado, as dobras são muitas e vário, tão vário, é seu alto caminhar, pensar e escrever. Beleza e arte não lhe faltam. Grandeza de espírito, também não. Já cheguei a afirmar, num dos meus escritos, que “não acredito em poetas maus, nem em maus poetas”. Os poetas são simples, generosos, humanos e por vezes ingênuos – esta é a verdadeira natureza do poeta e da poesia. E se há poetas maus, assassinos, vilões, ladrões de corpo e alma, enfim criaturas que, na verdade, não possuem a chama dos bons sentimentos (como os psicopatas, por culpa de quem quer que seja, não importa), quando aparecem como poetas, na verdade são embusteiros, vilões, e logo-logo se descobrem por si mesmos.<br />
<br />
Antes de terminar, não devo esquecer uma passagem em que a personagem/autora, assistindo a uma missa, revela várias dobras do nosso tempo, do nosso mundo: “Sinto minha fé reformada. Foi-se o ranço e a falsa luz das velhas manhãs domingueiras. Foi-se o pecado, levando junto a incerteza do risco de não viver para sempre no sacrossanto-paraíso. Cresci, caíram totens e tabus, mas a religião de sentir vida nos outros ainda me traz o brilho do sol e a esperança do lugar mágico. Refúgio onde a amizade corre solta, o verde transfunde pessoas em humanidade e o diálogo soe natural&#8230; Lugar onde chorar seja quase um pecado e sorrisos escancarados sejam os únicos dízimos aceitáveis” (“A missa dos encontros” p.29).<br />
<br />
Mas, leitores, não deixem escapar a crônica “Tempo de recreio” (p.35), especialmente. Não deixem de ler o livro todo, quero dizer, também a segunda parte (os poemas): &#8211; A partir da p.53, começam as peças mais caracteristicamente poéticas: O poema “Tempo esgotado” excele:</p>
<p>“Agitados abanos / lembram os laços da trança menina e / a expectativa da vida não preenchida. // Sorrisos de lazer / brindam um novo ócio. // Até um dobrar de esquina // sentir um parar perdido e // esquecer do caminho. // Desaposento-me&#8230; // Suspiro ao vento pelo primeiro dia”.<br />
<br />
Outros merecem a mesma qualificação de excelência: “Fardos da memória” e “Fios retorcidos” (“Se escrevo, é para um dia renascer”); “Mulher de areia” (“O muro dos ventos abarca meus sonhos”); e, em “Liberdades decrescidas” &#8211; uma valiosa definição de infância: “Infância: perdas entre caminhos, flores nos albergues do tempo, néctar da vida&#8230;”<br />
<br />
Sílvia Presotto, poeta de alto estilo, representa a melhor poesia dos nossos brasis! – este é o meu arremate.<br />
<br />
*Francisco Miguel Moura, nasceu em Francisco Santos (outrora “Jenipapeiro”, município de Picos, sertão do Piauí), aos 16 de junho de 1933. Estudos primários com seu pai; ginasial e contabilidade, em Picos, onde contraiu matrimônio com D. Maria Mécia Morais Moura. Naquela cidade nasceram os 2 primeiros filhos: Franklin e Fulton; os outros, Laudemiro e Francisco Jr. nasceram na Bahia e Fritz e Mécia, em Teresina. Formado em Letras pela Universidade Federal do Piauí e pós-graduado na Universidade Federal da Bahia. Funcionário aposentado do Banco do Brasil. Radialista, professor de língua portuguesa e literaturas brasileira e portuguesa, atividades que não mais exerce. Hoje se dedica exclusivamente a ler e escrever e brincar com os netos, que ao todo são dez, na cidade que elegeu para sempre: Teresina.</p>
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		<title>Filtros de Vida&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 13:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
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		<description><![CDATA[Filtros de vida amores inteiros entre pixels, versos sãos imagens e som há vida além dos poros há vida além de mim poetas próximos amores prósperos aproximações que ao estarem me reversam&#8230; amigos de sempres intensos serAfins - Pessoas&#8230;, pétalas vivas! Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas!! Fotomontagem:Lindy Mirrored Roses -]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/lindy-mirrored-roses-4.jpg" rel="lightbox[14603]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/lindy-mirrored-roses-4-239x300.jpg" alt="" title="lindy-mirrored-roses-4- Vidráguas" width="239" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14604" /></a><br />
<br />
Filtros de vida<br />
<br />
amores inteiros<br />
entre pixels,<br />
versos sãos<br />
imagens<br />
e som<br />
<br />
há vida além dos poros<br />
há vida além de mim<br />
<br />
poetas próximos<br />
amores prósperos<br />
<br />
aproximações<br />
que ao estarem<br />
me reversam&#8230;<br />
<br />
amigos de sempres<br />
intensos serAfins<br />
- Pessoas&#8230;, pétalas vivas!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas!!<br />
<br />
Fotomontagem:Lindy Mirrored Roses -</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eba, logo Brevidades nas ruas, novo livro de Pedro De Bois..</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 22:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livraria Nobel]]></category>
		<category><![CDATA[pedro du bois]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Projeto Passo Fundo e Pedro Du Bois, convidam para o lançamento do livro de poemas,BREVIDADES, dia 19 de abril, 5a. feira, na Livraria Nobel, a partir das 18 horas, à Rua Gal. Osório, 1148 &#8211; Passo Fundo &#8211; RS. E abaixo um poema inédito de Pedro Du Bois, para saber mais de sua Obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-brevidades30_03.jpg" rel="lightbox[14597]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-brevidades30_03-216x300.jpg" alt="" title="capa brevidades30_03" width="216" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14598" /></a><br />
<br />
O Projeto Passo Fundo  e  Pedro Du Bois, convidam para o lançamento do livro de poemas,BREVIDADES, dia 19 de abril, 5a. feira, na Livraria Nobel, a partir das 18 horas, à Rua Gal. Osório, 1148 &#8211; Passo Fundo &#8211; RS.<br />
<br />
E abaixo um poema inédito de <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a>, para saber mais de sua Obra visitem seu blog:<br />
<a href="http://pedrodubois.blogspot.com">http://pedrodubois.blogspot.com</a><br />
<br />
LONGE<br />
<br /> <br />
Vai para longe<br />
não leva a bandeira<br />
fala com os de longe<br />
não leva a pátria<br />
sorri aos de longe<br />
o sorriso esconde<br />
a veracidade:<br />
<br /> <br />
está aqui<br />
na casa<br />
na rua<br />
na calçada<br />
na mesa<br />
no fundo<br />
do bar<br />
<br /> <br />
longe é estar presente<br />
em não acontecimentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Haicaiando em Vidráguas&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/10/haicaiando-em-vidraguas-4/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 16:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Haicaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Lúcia Lima Sarmento]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[hacaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[haicais]]></category>
		<category><![CDATA[mirchuk pavel]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[No baú segredos Na cama sonhos avessos Na alma solidão. Haicai de Carmen Lúcia Lima Sarmento, que escreve conosco em redes sociais e aqui no site Vidráguas todas terças-feiras! A fotografia é de Mirchuk Pavel!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/PASSARINHEIRO.jpg" rel="lightbox[14588]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/PASSARINHEIRO-300x225.jpg" alt="" title="PASSARINHEIRO" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-14589" /></a><br />
<br />
No baú segredos<br />
Na cama sonhos avessos<br />
Na alma solidão.<br />
<br />
Haicai de <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/haicaiando-em-vidraguas/">Carmen Lúcia Lima Sarmento</a>, que escreve conosco em redes sociais e aqui no site Vidráguas todas terças-feiras!<br />
<br />
A fotografia é de Mirchuk Pavel!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta Magma em Anáguas- Vidráguas&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 15:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Lou Albergaria]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poesia erótica]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Carta Magma Tenho um estranho gosto (duvidoso, eu sei) De partir as palavras, e De seus velhos sentidos me despedir Para me desmembrar Arrancar o vestido A flor do cabelo Os botões que me ligam e desligam Do tronco e do tempo Ora eu, ora ninguém O nada cheio de micróbios entre mim e Eu&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carta Magma<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/HELMUT-NEWTON3332.jpg" rel="lightbox[14584]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/HELMUT-NEWTON3332-229x300.jpg" alt="" title="HELMUT NEWTON3332" width="229" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14585" /></a><br />
<br />
Tenho um estranho gosto (duvidoso, eu sei)<br />
De partir as palavras, e<br />
De seus velhos sentidos me despedir<br />
Para me desmembrar<br />
Arrancar o vestido<br />
A flor do cabelo<br />
Os botões que me ligam e desligam<br />
Do tronco e do tempo<br />
Ora eu, ora ninguém<br />
O nada cheio de micróbios entre mim e Eu&#8217;s<br />
O plasma de egos que assusta e comove<br />
Ás vezes, irrita Olhos sobre tela<br />
Hóstias consagradas que as horas expelem&#8230;<br />
Mas, no fundo, é só desejo mesmo de magma<br />
Retesado nas estátuas de cinza (e, sal)<br />
Em Pompeia, ou<br />
No melhor pompoir&#8230;<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/fOi2nVB31GM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Poema de <a href="http://loualbergaria.blogspot.com.br/">Lou Albergaria</a>, autora de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5101630&#038;sid=62052237914223711217861460">O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana</a> e que escreve conosco todas as terças-feiras.<br />
<br />
Leiam mais poemas em seus blogues: <a href="http://sementedeamora.blogspot.com.br/">Semente de Amora</a> e  <a href="http://loualbergaria.blogspot.com.br/">Lou Albergaria</a>&#8230;<br />
<br /> <br />
A imagem é de Helmut Newton!<br />
e<br />
O vídeo que acompanha a postagem é um Concerto do Pink Floyd em Pompeia &#8211; a cidade italiana soterrada pelo Vesúvio e, depois, encontrada por arqueólogos. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tiempo&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/09/tiempo/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 21:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ralph Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[tiempo]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Miro el tiempo caes del infinito&#8230; en la noche, - ahora - un tejer con el Sol. Poema de Carmen Silvia Presotto A fotografia é de Ralph Gibson!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/leica-portrait-01.png" rel="lightbox[14578]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/leica-portrait-01-300x232.png" alt="" title="foto do dia Vidráguas!" width="300" height="232" class="alignnone size-medium wp-image-14579" /></a><br />
<br />
Miro el tiempo<br />
caes del infinito&#8230;<br />
<br />
en la noche,<br />
- ahora -<br />
un tejer con el Sol.<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
A fotografia é de Ralph Gibson!</p>
]]></content:encoded>
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