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	<title>Vidráguas &#187; sonhos</title>
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		<title>Sonhos&#8230; poema de Carmen Presotto</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 21:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sonhos “Sonhei ter sonhado” a Manuel Bandeira Parindo reflexos camuflo de verde os cílios para roubar da lua a luz teço a noite marítima lábios rubis, úmidos sonhos para das ondas compor mulher e dia retiro do mar o espelho removo sua entranhas teço rocios desalgo em horas no horizonte, selvagem enluadeço e onde os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sonhos<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Stefan-Gesell.jpg" rel="lightbox[10258]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Stefan-Gesell.jpg" alt="" title="Stefan Gesell" width="448" height="298" class="alignnone size-full wp-image-10259" /></a><br />
<br />
“Sonhei ter sonhado”<br />
     a  Manuel Bandeira<br />
<br />
Parindo reflexos<br />
camuflo de verde os cílios<br />
para roubar da lua a luz<br />
<br />
teço a noite  marítima<br />
lábios rubis, úmidos sonhos<br />
para das ondas compor  mulher e dia<br />
retiro do mar  o espelho<br />
<br />
removo sua entranhas<br />
teço rocios<br />
desalgo em  horas<br />
<br />
no horizonte,<br />
selvagem enluadeço<br />
e onde os  naturais pisares<br />
de Netuno despertam<br />
apago a lua do olhar<br />
<br />
paisagem em brisa<br />
silencio ao eco de estrelas<br />
caio  à porta dos dias<br />
pinto de preto os cílios<br />
e desanoiteço&#8230;<br />
<br />
Poema:Carmen Silvia Presotto<br />
Fotografia: Stefan Gessell</p>
]]></content:encoded>
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		<title>então, logo será carnaval&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 02:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
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		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Sonho de um Carnaval Chico Buarque Carnaval, desengano Deixei a dor em casa me esperando E brinquei e gritei e fui vestido de rei Quarta-feira sempre desce o pano Carnaval, desengano Essa morena me deixou sonhando Mão na mão, pé no chão E hoje nem lembra não Quarta-feira sempre desce o pano Era uma canção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" width="450" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/NJPOSsy5MNo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Sonho de um Carnaval<br />
Chico Buarque<br />
<br />
Carnaval, desengano<br />
Deixei a dor em casa me esperando<br />
E brinquei e gritei e fui vestido de rei<br />
Quarta-feira sempre desce o pano<br />
<br />
Carnaval, desengano<br />
Essa morena me deixou sonhando<br />
Mão na mão, pé no chão<br />
E hoje nem lembra não<br />
Quarta-feira sempre desce o pano<br />
<br />
Era uma canção, um só cordão<br />
E uma vontade<br />
De tomar a mão<br />
De cada irmão pela cidade<br />
<br />
No carnaval, esperança<br />
Que gente longe viva na lembrança<br />
Que gente triste possa entrar na dança<br />
Que gente grande saiba ser criança</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>&#8220;Sonhei que tive um sonho&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 16:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Geoffrey Blainey]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Uma breve História do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A noite era um período em que as pessoas tinham sonhos &#8211; alegres, apavorantes, calmos, familiares ou estranhos. A noite era vista por várias tribos como um reino misterioso ao qual os humanos eram admitidos enquanto dormiam. O sonho era a evidência desta visita. Os povos nativos do norte do Canadá, próximos à Baía de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picasso.Guernica2211.jpg" rel="lightbox[8202]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picasso.Guernica2211.jpg" alt="" title="Picasso.Guernica221" width="448" height="199" class="alignnone size-full wp-image-8203" /></a><br />
<br />
&#8220;A noite era um período em que as pessoas tinham sonhos &#8211; alegres, apavorantes, calmos, familiares ou estranhos. A noite era vista por várias tribos como um reino misterioso ao qual os humanos eram admitidos enquanto dormiam. O sonho era a evidência desta visita.</p>
<p><span id="more-8202"></span><br />
<br />
Os povos nativos do norte do Canadá, próximos à Baía de Hudson, acreditavam que, quando dormiam, suas almas saíam de seus corpos e temporariamente entravam em outro mundo. Na Austrália Central, os arrerntes acreditavam que cada pessoa tinha duas almas e que, durante o sono, a segunda alma de fato deixava o corpo. Entendiam que seus sonhos, eram na verdade, eles próprios observando as atividades simultâneas dessa segunda alma, que aconteciam fora do corpo.<br />
<br />
O Sonho era quase uma forma sobrenatural de televisão. Se um fenômeno terrível acontecesse com a alma que havia deixado o corpo, o terror era imediatamente transferido para a pessoa que estava dormindo e sonhando.<br />
<br />
Dezenas de milhares de anos antes do surgimento dos sacerdotes e dos videntes, os sonhos vividos devem ter sido recontados com admiração. A importância dos sonhos era um reflexo da importância da noite, quando os sonhos aconteciam. Era um acampamento simples, numa sociedade nômade, a presença da noite e a intensidade da escuridão praticamente dominavam. Hoje, uma grande cidade iluminada praticamente domina a noite.<br />
<br />
Na era moderna, o sonho silenciosamente mudou de significado e deixou de ser interpretado simplesmente como uma antecipação dos acontecimentos. O médico e psicanalista austríaco Sigmund Freud via o sonho não como uma visão do futuro, mas como um espelho da personalidade e do passado do sonhador.<br />
<br />
É impossível dizer quando os seres humanos viram, pela primeira vez, significado na Lua, no Sol, nas estrelas e nos cometas. Mas ignorar a noite e o céu noturno porque os registros existentes são escassos e transitórios seria negligenciar uma parte fundamental  e intrigante da história humana. &#8221;<br />
<br />
Geoffrey Blainey, p.p 46 e 47, Uma Breve História do Mundo, Editora Fundamento.<br />
<br />
E se sonhar sonhamos todos, o que nos diferenciará é onde colocarmos nossos sonhos&#8230; por isso, compartilho esta leitura de férias, para que olhemos por nossos sonhos, pois eles podem nos ajudar a melhores revelações em 2011.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>sonho branco</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/12/27/sonho-branco/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 02:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
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		<description><![CDATA[Silêncio do vento barulho sem tempo absurdas cordas vozes brancas ao pé do ouvido passos que vestem meus sonhos&#8230; Poema: Carmen Silvia Presotto Fotografia:James Demitri]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/sonho-branco.jpg" rel="lightbox[8158]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/sonho-branco.jpg" alt="" title="sonho branco" width="299" height="448" class="alignnone size-full wp-image-8159" /></a><br />
<br />
Silêncio do vento<br />
<br />
barulho<br />
               sem tempo<br />
<br />
absurdas cordas<br />
vozes brancas<br />
<br />
ao pé do ouvido<br />
passos que vestem meus sonhos&#8230;<br />
<br />
Poema: Carmen Silvia Presotto<br />
Fotografia:James Demitri </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Interiores, vida:sonho, realidade ou ficção?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 03:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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		<description><![CDATA[SE SONHAR SONHAMOS TODOS, POR QUE HÁ OS QUE NÃO SONHAM? por Carmen Silvia Presotto Em 1900, Freud desperta o sono do mundo ao divulgar seus escritos sobre a Interpretação dos Sonhos. Desde então, os sonhos, para alguns, nunca mais foram iguais e como toda a Ciência, a investigação dos Sonhos não parou. Freud, através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SE SONHAR SONHAMOS TODOS, POR QUE HÁ OS QUE NÃO SONHAM?<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picasso.Guernica21.jpg" rel="lightbox[6395]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Picasso.Guernica21.jpg" alt="Picasso.Guernica2" title="Picasso.Guernica2" width="448" height="199" class="alignnone size-full wp-image-7034" /></a><br />
<br />
Em 1900, Freud desperta o sono do mundo ao divulgar seus escritos sobre a <em>Interpretação dos Sonhos</em>. Desde então, os sonhos, para alguns, nunca mais foram iguais e como toda a Ciência, a investigação dos Sonhos não parou.<br />
<br />
Freud, através de seus escritos, tem feito discípulos e seguidores de que o trabalho vale a pena, a angústia e o papel por uma tinta de vida que nos grife mais humanos. Vale o investirMENTE, porque mais do que uma abordagem científica, seus escritos em sua<em> matrix</em>, em sua teoria, trazem a vivência e a fonte para trabalharmos com a Teoria do Inconsciente, material científico que nos leva a investigar o suceder psíquico através da construção do homem que constrói o próprio homem. Uma diacronia inconsciente e constante, que desembocará numa temporalidade em que todos somos iguais em tecido e textura, já que todos temos tempo de vida e de morte.<br />
<br />
Leia todo o artigo<br />
<span id="more-6395"></span><br />
<br />
Existência, essa é a validade que nos situa num contexto que poderá nos remeter ou não, conforme o desejo e digo mais, conforme a importância que dermos a nossos desejos, à busca de ser sujeitos de outros tempos. Por isso, a Psicanálise trabalha a tese de que há duas vidas em todos os humanos: uma vida desperta e outra adormecida. Uma que deseja viver para sempre e outra que só quer descansar.<br />
<br />
No entanto, se a teoria nos diz :sonhar, sonhamos todos, já a vida cotidiana nos alerta: por que há os que não sonham?<br />
<br />
Ao percebermos que 100 anos para uma ciência é um tempo muito restrito, brota um novo campo novo, gerando uma necessidade urgente de trabalhar sobre traços já escritos junto a teorias psicanalíticas e a grande poesia universal. É nesse entorno que Platão, Freud, Lacan, Marx, Heidegger, Nietzsche, Shakespeare, Drummond, Gullar, Woolf, Plath e tantos outros Saberes Universais nos reúnem junto a uma contemporaneidade de conhecimentos, que somados, tornam-se releituras para outros escritos.<br />
<br />
É sabido que do nada, nada advém. Então, escrevemos, falamos e escutamos para inscrever novos atos que nos instiguem a alcançar essa nova mirada. Sem angústia, sem repressão, sem o limite da origem e  do fim, não haverá progresso. Paradoxal&#8230; mas, é justamente neste deslocamento, nessas idas e vindas, que nascem outros cruzares, outros sentidos de possibilidades criativas. Um norte que nos encaminhará a uma humanidade.<br />
<br />
Ao bebermos dessa nascente que nos pulsa, percebemos um sangue vital, anunciando que teremos um fim no tempo real. Surge outro cenário, outra realidade.<br />
<br />
Vida! Sonho, realidade ou ficção?<br />
<br />
Quando a carne compreende que findará, nos prendemos na contra-lógica e por aí as palavras não serão mais palavras, associações livres de uma linha temporal, e sim berço, onde uma verdade poderá ser escrita e transformada. Surgem outras ligações redesenhando figuras em movimentos, para que fantasmas, palavras mal-ditas comecem a sair de baús para se libertarem e se sentirem mais livres e alçar vôos em escritos ou num divã.<br />
<br />
Desde aí, uma escuta, um tempo inconsciente nos diz que verdades podem ser construídas dentro de um espaço temporal, porque ao falar, o desejo passa a ser manifesto e por isso mutável. Uma verdade não nasce pronta, ao ser interpretada ela remexe almas adormecidas.<br />
<br />
Dói, porém quando aceitamos o desafio de trabalhar e investigar nossos sonhos, nosso desejos escondidos, podemos preencher páginas em branco e ganhar existência, tecer uma escritura própria, mesmo que para isso tenhamos muitos pesadelos.<br />
Dói, mas falar permite que alguém não adoeça por mistérios não contados.<br />
<br />
E como nos alerta Freud, um dito preso na garganta ao sair das sombras ganha um corpo novo, um Campo de Linguagem, onde um tempo adormecido não será mais um sintoma da carne, nem uma doença, mas sim um tempo de compreensão que muito <em>Além do Princípio do Prazer</em>, muito além dos pesadelos, poderão ser realizações que nos permitam dizer que a felicidade também é um projeto e um trabalho para ser construído por um ser falante, um sujeito psíquico, um ser de um tempo&#8230; E se sonhar, sonhamos todos, o que nos autenticará como seres de um tempo é a concretização de nossos desejos. Pois então, sonhemos!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>um sonho possível, reImagine 2010</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/12/31/um-sonho-impossivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 14:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[e,and..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HXVOpq96UX8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/HXVOpq96UX8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<br />
e,and..<br />
<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UqZPy_5QJRU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UqZPy_5QJRU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>sede de sonhos sem sonos</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/11/20/sede-de-sonhos-sem-sonos/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[a garrafa dentro de minha mensagem percorre mares de sede sede de cem anos e de sonhos sem sonos Berenice Sica Lamas, p.22, Dança 50, EDIAME.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Sonho-Salvador-Dali.jpg" alt="Sonho - Salvador Dali" title="Sonho - Salvador Dali" width="300" height="400" class="alignnone size-full wp-image-4144" /><br />
<br />
<strong>a garrafa dentro</strong><br />
de minha mensagem<br />
percorre mares de sede<br />
sede de cem anos<br />
e de sonhos sem sonos<br />
<br />
Berenice Sica Lamas, p.22, <em>Dança 50</em>, EDIAME.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>um sapo poeta no Projeto Valise</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/08/um-sapo-poeta-no-projeto-valise/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 14:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[despertar]]></category>
		<category><![CDATA[poeta]]></category>
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		<category><![CDATA[valise]]></category>

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		<description><![CDATA[O poeta desperto por Carmen Silvia Presotto não era belo não tinha sonhos não conhecia princesas morava na praia dormia na ponte andava nu. bebia cachaça jogava na sena ganhou! Vieram mil beijos… O Sapo Poeta vestiu-se de homem comprou a praia teve filhos milhões de amigos incontáveis festas. Desperto… bebe uísque em suas águas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O poeta desperto</strong><br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
 <img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009_frog2-arteaqueiva.jpg" alt="2009_frog2-arteaqueiva" title="2009_frog2-arteaqueiva" width="336" height="336" class="alignnone size-full wp-image-2544" /></p>
<p>não era belo<br />
não tinha sonhos<br />
não conhecia princesas<br />
morava na praia<br />
dormia na ponte<br />
andava nu.</p>
<p>bebia cachaça<br />
jogava na sena<br />
ganhou!</p>
<p>Vieram mil beijos…</p>
<p>O Sapo Poeta<br />
vestiu-se de homem<br />
comprou a praia<br />
teve filhos<br />
milhões de amigos<br />
incontáveis festas.</p>
<p>Desperto…</p>
<p>bebe uísque em suas águas<br />
surgem palavras<br />
desenha no horizonte uma travessia<br />
nessa solitude vê sua antiga ponte.</p>
<p>Sonhou…</p>
<p>e sem um único beijo,<br />
adormeceu… </p>
<p>Créditos da imagem e arte:<br />
Collage:  Marco Aqueiva a partir de  http://www.superstock.com/stock-photos-images/1538R-24049</p>
<p><em>Um abraço carinhoso Aqueiva, gracias pela divulgação!!!<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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