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Verão com brilho por Tânia Du Bois

VERÃO COM BRILHO
Por Tânia Du Bois




“… há um silêncio…/como uma surdez consentida / nessa manhã de verão.”
(Márcia Maia)


As cores combinam com o verão, associam inovações que, em nível formal, coexistem em suas próprias expressões. A cor é oportuna. Tons alegres e vibrantes são fórmulas que garantem o brilho, refrescando a mente. Também, ilumina o olhar e, consequentemente, aumenta a magia e me deixa com vontade do contato com o mar.

Pés na areia: o verde mar, o céu azul, a luz do sol, o arco íris formado pelos barcos fazem parte do charme do verão e fazem jus ao atributo “desenhado” em formas que parecem extraídas de um ateliê de pintura.

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Cartão de Natal por Tânia Du Bois, em Vidráguas

CARTÃO de NATAL
por Tânia Du Bois




O Natal é lembrado através de vários sinais marcantes e, entre eles, destaco o cartão, que expressa os nossos sentimentos. Sendo tantos os sentimentos presentes é difícil imaginar o Natal sem ele.

A introdução do cartão de Natal se deu na Inglaterra, por volta de 1845, através do artista W. C. T. Dobson que, no Natal daquele ano enviou aos amigos litografias como mensagens e felicitações alusivas ao evento. O cartão foi criado com a finalidade de expressar o pensamento através de mensagens que representam o sentimento natalino.


“Poesias/ transcendem/ palavras: // amizade/ realização /amor / esperança/ perdão… ”(Pedro Du Bois)


Trocar cartões no Natal é a forma mais gentil e elegante de desejar boas festas aos amigos. Até hoje exibimos os cartões recebidos, uma maneira de demonstrar o quanto gostamos de receber as mensagens dos amigos e parentes.


“Feliz Natal //… Que a harmonia seja sentida / No instante vivido / No poema da vida…”
(Ivo Gomes de Oliveira)

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Vidráguas à Tânia Du Bois, feliz aniversário

TÂNIA
por Pedro Du Bois




Lembro de mim: menino
a correr pela rua de conhecimentos


jovem preso em si mesmo
adulto na segurança
oferecida pelo cotidiano


lembro de mim e lembro você
ao meu lado: a voz calando medos.


Parabéns à Tânia, amiga e companheira do Vidráguas, que aqui escreve todas quintas-feiras. Um poema de seu amaado poeta e felicidades!!!

Sala de jantar, uma crônica poética de Tânia Du Bois

SALA DE JANTAR
por Tânia Du Bois



Arte de Renoir

“Sala de jantar // A mesa diz: sim, mas você tem que se cuidar um pouco mais //
… E há também um bufê cheio / de taças. O que quer que digam, /
diz, creio que ficarei satisfeito… ”(Joan Brossa)\

Por costume, a casa tem sala de jantar. Espaço a garantir que ela seja ocupada em momentos importantes: o consumo e a reunião ao redor da mesa, onde o ar atravessa a cortina como fruto do encontro. “… Lá fora o vento morno impõe o riso / de quem degusta estrelas: e há licores / na sombra onde comer não é preciso…” (Jorge Tufic).

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Palavras ( mal) ditas, uma crônica de Tânia Du Bois…

PALAVRAS (mal) DITAS
por Tânia Du Bois




Um mundo pontuado por informações instantâneas me faz pensar na articulação intelectual e oratória, e me remete ao valor da palavra (mal)dita das histórias narradas pela televisão. Pulando os canais de TV entre um jornal e outro, ouço descrições absurdas, como nessas frases: “Morreu o maior escritor português vivo”; “… vai ajudar a divulgação internacional, lá fora”; “Movimentos, balanços movimentados”; “Os médicos interessados devem ter registro médico”; “A bola saiu para fora”; “A notícia saiu no jornal local daqui”.

Palavras ditas! Palavras escritas! Palavras (mal)ditas! Como “A hora dos maus dizeres…”, de Nilma Gonçalves Lacerda.

O ato de escrever nem sempre comporta respostas. Muitas organizações têm por fonte de inspiração a mensagem que expressa forma de ação. A humanidade se singulariza em constante mudança na busca do contato verdadeiro com algo que a faça sentir-se realizada e completa. O importante é entender em profundidade algumas ideias e não chafurdar em erros.

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