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“as mulheres nasceram para ser amadas”, crônica poética De Tânia Du Bois…

MULHER… as lembranças
por Tânia Du Bois




Nesta data especial, para homenagear as mulheres, lembro Maria de Lourdes Malmmann que, com sua força criativa refletiu a confiança em nós mulheres com conceitos de beleza, auto-estima, dinamismo e sentimentos. Ela é nossa representante na arte literária, onde, com sensibilidade nos ensinou a dar brilho à vida, deixando como sua marca a alegria de viver. Seu recado para todas nós foi “penso que todo o livro deixa uma lembrança boa e acrescenta algo na pessoa que o lê.”

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A POESIA DE ÁLVARO MUTIS

A POESIA DE ÁLVARO MUTIS
por Tânia Du Bois




“… foi através da Poesia que foram contados os grandes factos históricos da humanidade.”
(António Boieiro)


A poesia de Álvaro Mutis acumula impressões plurais do mundo e entrega a evidência de que essas coisas só se podem ver porque estão em quem as vê… “Sudário cotidiano do poeta, / cada poema esparge sobre o mundo / a amarga semente da agonia.”


A intensa realidade do mundo de Mutis é verbal, convertendo sua poesia em sintomas do tempo enquanto gesto, ao se abrigar na temporalidade. “Só o tempo / cumpre sua tarefa / com suave / mudo roçar / sem pausa ou destino…”

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PORTAS ABERTAS: sobre ANGELAs e ANTÔNIOs

PORTAS ABERTAS: sobre ANGELAs e ANTÔNIOs
por Tânia Du Bois





Tudo começou quando chegamos de viagem, abrimos a porta do apartamento e, agradavelmente, encontramos o livro Ângela e Antônio de Maria Helena Latini. Espiamos as entrelinhas, mas só fizemos a leitura agora, depois de as netas irem embora.

O livro oferece o inusitado no contar a história de Ângela e Antônio, através da prosa poética marcando a busca do humano pelo sentido da vida, onde o amor se declara em dilemas: angústias e prazeres, no surgimento da paixão entre eles. “Ficará o meu amor por Ângela, diluído. Diluído, cairá em chuva sobre gerânios e os jasmins. E haverá um coro de aleluias. E os anjos dirão “amém”.

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Hoje no entardecer com Eros, Sexo…

SEXO




Sexo exposto
posto
a gosto
agosto de mares frios


(como) sexo feito
desfeito
enfeitado
afeito ao contato
do corpo exposto.


Poema de Pedro Du Bois, em POUCAS PALAVRAS, editora do autor, organização Tânia Du Bois.

A arte é de Américo Conte!!

Hoje em nosso entardecer com Eros, bardos e evasAlmas, trazemos um poema de Pedro Du Bois, poeta que leio sempre e temos o prazer de divulgar toda semana em Vidráguas. E seguimos com nosso projeto Anáguas.

… iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em OUTUBRO-Nei Duclós, recanto onde nos espelhamos para seguir o canto com Eros, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por. Amor pela verdade… e seguimos!

Números recontados por Tânia Du Bois

“NÚMEROS RECONTADOS”
por Tânia Du Bois



O que queremos das nossas vidas? Ao findar o dia não termos esquecido de efetuar os pagamentos? Mas, do sorriso e da bondade que não contamos, será o caso do dia? Ou recontamos os números?

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Ordenamos, classificamos, quantificamos, qualificamos e recordamos os fatos através dos números, que tornamos marcas da vida, como encontramos no livro de Pedro Du Bois, Números Recontados.

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