Poesia, poema de Carmen Silvia Presotto

POESIA a MarÍntimo Amor sutil teu esconderijo ar delicado denso porvir entre instante – luscofusco – abrigo cochicho, versos som sol sentir AMOR quase amo, servil palavra em mim vida, latência, rebuliças água que escoa expande, existência rola, fuosforece, imanta, fia estrepolias… amormor, amormar Eros de heras, beiras areias eras meu brinco, estandarte, anel ventania em mim pensamento, ARTE carícia sem medo, corpo de letras alma liberta , mundo desnudo amaresia, amor&cia, amormeu revitalizamor, diapoesia, TUA eclipsado ser, nós de tempo, e tudo o mais, é a vida se dando e onde te ter a mim bastaria… poemo, e tu poesias! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A Arte é de Marina Podgaevskaya! ...

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Lendo Francisco Miguel de Moura, amo esparramar quem leio…

BALADA DO AMOR IMPOSSÍVEL BALADA DO AMOR IMPOSSÍVEL, POR QUÊ? Francisco Miguel de Moura* Vieste porque era tempo e não do tempo Não porque fosses como tontas da tevê. Mas tinhas alegria a oferecer A um coração enfraquecido, Como as flores se oferecem. Vieste! E nos amamos diferente Ainda não fantasiados pelos gregos E troianos – filósofos do amor. Tu falavas ao vento da manhã Que sopra para todos os lados E pra nenhum E este nenhum era eu (e meu deserto). Ouvi que vieste para o amor Que em ti sobrava e sossobrava. Vieste para o amor por uns instantes E só eu te notei e só tu me notaste. Tudo passou. Mas não passaríamos Em vão entre os que nada pressentem. Eras a impossibilidade do possível. Nada passa, nada é vão, tudo “fica”. É...

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Vamos ler poesia Vidráguas, promoção ao dia das mães!

Mãe, parto e travessia e muita poesia! Acesse a Livraria do Vidráguas clicando aqui!

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Eloquência, poema de Cristina DeSouza

ELOQUÊNCIA a boca se abre minutos se passam sem nenhum som sequer espero que o silêncio diga algo mas por ser tão eloquente calado ele nada diz e fica este medo esta angústia do entendido não dito da dor que sangra a pele fina e desbota meus dedos em vermelho prendo a respiração não inspiro porque aspiro tanto sentir o inexistente que sobra apenas a verdade ausente minhas mãos dormentes seguram o ar embalo-me no vento e neste etéreo movimento ficam o luar e estrelas cadentes vertendo prata no céu azul anil enquanto escrevo palavras que não sei dizer Cristina DeSouza, poeta, autora de Uns Poucos versos, que trago todos domingos ao Vidráguas. Confiram mais poemas em seu blog: Mix-Tura! A Arte é de Henri Matisse! ...

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Poema IV de XV, Siberiano…

Siberiano Poema e fotografia de Cristian Steiner Molina* Sobre o resto da grama pisada do resto dos dias de fera, o soberano. Poder extraordinário entre os nadas no chão. Um belo exclusivo. Era um grande fato siberiano Espírito de gato lendário Olhar tigre, agressivo Não é qualquer bichano Não é qualquer solitário Não só do território possessivo Urbanos Da selva de pedra… Vivendo do precário, Do seguir cansativo Do dano humano, Da saliência dos arranha-céus Do oceano de defesas Das violências Despesa Depressa Despreza Com urgência Cativo absoluto Excessivo, bruto Seletivo… astuto Fugitivo Isolado. Sanguinário… Por excelência dócil entre as feras. Insiste a insistência…. Do contínuo nadificar do...

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Poesia Vidráguas na Feira do Livro, vamos conVersar?!!

Para ler, clica, amplia a imagem e, claro, divulga… Eba, Poesia Vidráguas na Feira do Livro de Porto Alegre,neste domingo, dia 6/11, desde às 16h 30. Vamos lá, brindar, conVersar?!!

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ao Dia Nacional da Poesia, Vidráguas

o encontro BEM VIVER:dos poetas por Tânia Du Bois Ao me encontrar com a poesia, descobri que os poetas renovam, enriquecem e estimulam as transformações culturais. Escolhem caminhos, com sensibilidade; procuram equilibrar desejo e ação e experimentam cada minuto de suas vidas como se fosse único, com toda a riqueza dos detalhes. Com talento natural e potencial criativo, perseguem seus objetivos, chegando à realização de grandes passos; sonhos que nos emocionam. Retratam as mais belas obras, desnudando suas almas e revelando novidades, no rito constante da magia: bem viver o encontro dos poetas. Leiam toda a crônica Poeta do povo: Francisco Solano Trindade foi o primeiro poeta brasileiro que deu sentido à poesia afro-descendente,...

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pensando a Poesia com Jaime Medeiros Júnior

Mnemósine é mãe das musas por Jaime Medeiros Júnior Me deparei recentemente com uma pequena informação, posta meio que à deriva, em um comentário ao Hino Homérico IV [hino a Hermes], que acabou por produzir certo clangor naquele nosso habitual murmurar das ideias. Mnemósine é mãe das musas. As musas produzem a inspiração à arte de todo artista [músico – música aqui deve ser entendida como qualquer arte inspirada por uma musa, o que em bom ocidentalês moderno talvez pudéssemos entender como cultura]. Leiam todo o artigo aqui ou no Divago de onde sequestrei este artigo: http://odivago.blogspot.com/ Mnemósine é mãe das musas. Há, possivelmente, quem venha a tentar explicar tal afirmação, colocando a produção destas senhoras dentro...

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na linha do tempo…

Na linha do tempo O tempo nos situa, nos faz e nos aprisiona no espaço. Nos torna adultos, maduros. O acaso, um dia, nos ceifa naquilo que somos, Com nossos medos e certezas, para um novo despertar infinito… Na linha do tempo lá ficaram nossos sinais e lembranças, para serem lembrados… …nós que fomos gente, tempo e então… seres transcendentes! Poema de Loiri Cortese Fotografia, álbum de família, acervo da autora.

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sigo acreditando e conVerso em Interiores

Sigo acreditando e conVerso… por Carmen Silvia Presotto CHOQUES Quando penas chocam na vidraça do sono, lágrimas depenam o Etna… Do adormecido, desviro a terra do mundo. Aqueço palavras com beijos Pássaro pendurado aos filhos do vento sou o ar desviado de mundo. Larva, sou a mão úmida de caminhos. e Sigo acreditando que a Escritura é a materialidade com que se tece a vida, por isso trabalho, para mim e para outros. Sigo acreditando que a Escritura é uma respiração, onde o texto é mais do que o humano vê. E onde signos são alinhavos e pontes, o ar será o tecidos para outros fios, tempos e texturas, olhares em que letras são palavras que serão frases que serão parágrafos que serão páginas que serão livros…...

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